Coleção pessoal de testeteste123

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Temos que ter cuidado com o tempo, pois, por mais que queiramos alcançar determinadas coisas, dia a dia vamos perdendo uma das maiores preciosidades da nossa vida: o tempo. Quando somos crianças, pensamos em como seremos na vida adulta, como se fôssemos ser diferentes, outras pessoas, mas depois que crescemos vemos que aquela pessoa ainda existe dentro de nós. Será que o nosso eu do passado ou do futuro fica feliz com as nossas escolhas presentes diárias? Será que toda essa inquietação e medo de tanta coisa, no fundo, fazem algum sentido?

Por: J. Leão.

Quanto mais conheço Deus, menos preciso provar quem sou.

Conhecimento que não produz humildade pode encher a mente, mas ainda não alcançou o coração.

Se a humanidade algum dia compreender completamente a si mesma, talvez descubra que sua maior pergunta sempre foi como continuar sendo humana.

Talvez a maior conquista humana seja aprender que compreender algo não nos dá o direito de destruí-lo.

A sabedoria começa quando deixamos de perguntar apenas “o que é verdade?” e passamos a perguntar “o que faremos com ela?”.

Toda resposta definitiva transforma o mistério em patrimônio privado de quem respondeu.

O absurdo da existência não prova que a vida não tem sentido; prova que o sentido não veio pronto.

Aquilo que chamamos de destino muitas vezes é apenas a soma das decisões que deixamos de examinar.

A consciência é talvez a única prisão em que o prisioneiro também pode questionar as paredes.

Se o que aprendi sobre Deus me tornou orgulhoso, preciso perguntar se realmente aprendi com Deus.

A liberdade começa quando percebemos que nem todo desejo merece transformar-se em decisão.

Somos suficientemente pequenos para sermos insignificantes e suficientemente conscientes para nos importarmos com isso.

O universo não precisa ter sentido para que nossa existência possa produzir significado.

Talvez a pergunta mais difícil da vida não seja quanto tempo temos, mas o que merece nosso tempo.

O tempo não cura tudo; às vezes apenas nos ensina uma nova maneira de carregar aquilo que permaneceu.

Viver muito não significa necessariamente ter vivido muito; duração e experiência não são sinônimos.

A consciência do fim torna cada escolha uma pequena teoria sobre o que consideramos importante.

Não desperdiçamos apenas anos; desperdiçamos as pessoas que poderíamos ter sido dentro deles.

A morte é democrática no destino e profundamente desigual no tempo que concede.