Coleção pessoal de testeteste123

64461 - 64480 do total de 124338 pensamentos na coleção de testeteste123

Trilhões não chegam para quem tem mente estreita e medo de rostos novos.

A nobreza de espírito acolhe o diferente; a ignorância o repele.

Ver o novo como ameaça é o comportamento de quem ainda vive na escassez.

O medo de quem nunca viu alguém novo é o medo de descobrir que o mundo é maior que a sua bolha.

Quem quer crescer não julga a aparência, avalia a essência e o potencial.

"Viva por você, as pessoas mudam e não lembram de avisar os demais"

A ignorância é um muro que você constrói achando que está se protegendo, mas está se isolando.

O crescimento exige a coragem de transformar o desconhecido em íntimo.

Chamar alguém de estranho só porque você não o conhece é admitir a própria limitação.

O medo do desconhecido é a âncora que impede o seu navio de chegar ao oceano dos trilhões.

O ignorante fecha a porta para o estranho; o sábio abre a mente para o novo aliado.

Quem tem medo do novo está condenado a repetir o passado para sempre.

A ignorância chama de "esquisito" aquilo que a inteligência chama de "oportunidade".

Tratar o novo como estranho é o primeiro sinal de uma mente que parou de crescer.

A premiação mais importante que um ser humano pode ter, é acordar o corpo e despertar a consciência em um novo dia.

Somos todos pedintes de um pouco de atenção.

O futuro é de quem sabe falar, ouvir e se importar.

Falar com as pessoas é exercitar o músculo do sucesso.

O Véu da Incredulidade


Frágil humano, de carne e de medo,
Que tranca o mistério em baú de segredo,
Como podes andar sob o manto da lua
E negar a presença que a noite acentua?
​Tu ergues cidades de vidro e de aço,
Medindo o vazio, ocupando o espaço,
Mas fechas os olhos quando o vento murmura
E ignora o que foge de qualquer moldura.
​Como podes não crer?
​Se a erva no pote ainda cura a ferida,
Se o círculo traça o sentido da vida,
Se há uma força que a mente não doma,
Perdida no tempo, num antigo aroma.
​Não são só caldeirões ou chapéus pelo chão,
É o pulso da terra na palma da mão.
É a voz que sussurra quando o fogo se apaga,
A força ancestral que em teu sangue propaga.
​És frágil, pequeno, num mundo de espanto,
E ainda assim negas o peso do encanto?
Pois saiba que o místico não pede licença:
Ele existe, humano, apesar da tua descrença.
​Gostou do tom do poema ou prefere algo mais sombrio e folclórico? Se quiser, posso transformar esses versos em uma letra de música ou até gerar uma imagem que ilustre essa cena.

Amor fati: aprendi a amar até o que doeu, porque tudo me trouxe até quem estou me tornando.