Coleção pessoal de testeteste123
Você não precisa correr pra se provar.
Deus conhece seu coração, vê o seu esforço em silêncio e recolhe suas lágrimas que ninguém percebe..
Tem bênçãos chegando sem barulho..Porque o que Deus preparou pra você não precisa de plateia, precisa de Fé e Coragem..
#VaiEmFrente 🌹
Tem dias que a bagagem está mais pesada e você sequer gostaria de ver a luz do dia. Porém, se levantar e sacudir a poeira se torna ainda mais necessário. Desistir de tudo que já construí e do propósito que vem depois de todo esse processo amargo não é uma opção.
A sua força confunde a plateia. O fato de você não desabar a cada passo faz parecer que o fardo é de isopor, mas só a sua coluna sabe o peso que sustenta. Resiliência não é ausência de dor, é apenas uma gestão eficiente do sofrimento; Você aprendeu a equilibrar o caos sem derramar uma gota, mas isso consome uma energia vital absurda. Não permita que a sua capacidade de aguentar o insuportável seja vista como facilidade; O sorriso no rosto muitas vezes é só teimosia..
#PenseNisso 🌱🪻
Muitas vezes “nos encaixamos” em situações, e ambientes acreditando que sejam saudáveis ou felizes para nós, Mas é só a repetição de tentativas de ser aceita, amada, vista.
Por isso reflita sobre suas escolhas, seus limites e suas necessidades, e não apenas se contentar com situações que não te fazem feliz de verdade, mesmo que pareçam “funcionar” à primeira vista; Seja cautelosa consigo mesma...🙌🌱🌹
SINFONIA DA TRANSIÇÃO
(Quando o tombo da menina revela a força da mulher)
Sorridente, ela corre pelo campo verdejante. Seu balão branco contrasta com o céu azul-anil e com as borboletas coloridas que dançam a sinfonia dos anjos. Mas a menina tropeça e cai. Eis que um anjo desce do céu e entrega-lhe um lencinho para enxugar as lágrimas dos olhinhos brilhantes. Nesse instante, sua alma retorna e acopla-se num corpo de mulher que, mais uma vez, desperta para a vida... E o balão? Continua flutuante em seus sonhos infantes.
Lu Lena / 2026
A gente muda.
Cresce, quebra, aprende, recomeça.
E tudo bem não ser mais quem você foi ontem.. A vida acontece todos os dias dentro da gente..🥀🌱
Aprendi que a calma é muito mais desestabilizadora do que a raiva.
Que um sorriso desarma muito mais do que um rosto amarelo.
Aprendi que o silêncio perante uma ofensa, é um grito que faz tremer a terra.
Aprendi que o meu silêncio vale ouro.
Os meus “Às vezes”
Às vezes,
quando procuro respostas, quero pensar, meditar ou me inspirar, fecho os olhos e uma luz forte clareia tudo. Então percebo que estou em outro ambiente, ou no reverso de onde estou.
Às vezes,
imediatamente após esse efeito, as dúvidas espairecem, as respostas vêm e as poesias aparecem como uma fonte em 3D, como vento em dia de sol. Tudo é esclarecido, tudo clareia, tudo se torna fácil.
Às vezes,
percebo que a fonte da felicidade não está lá fora, onde tantos procuram, mas sim dentro de mim.
Às vezes,
acho que a claridade é bênção e, em outras vezes, acho que é loucura.
Entenda: os “às vezes” em minha vida ainda são dúvidas não sanadas.
"O homem sonha em ser Deus, é para está ao seu lugar, ele precisa negar a sua existência, é dizer Deus não existe"
A Ferida Aberta da Hipocrisia sangra aos aplausos à Violência contra homens que seriam crucificados se não fossem as vítimas.
Há algo de profundamente perturbador quando a dor alheia deixa de ser critério e passa a ser conveniência.
A violência, que deveria causar repulsa instintiva, passa a ser tolerada — e até celebrada — dependendo de quem a sofre.
Não é mais sobre justiça, mas sobre preferência.
Não é mais sobre princípios, mas sobre narrativas.
A hipocrisia, nesse cenário, não se esconde: ela se exibe.
Aplaude com uma mão enquanto aponta com a outra.
Condena o ato em um contexto e o glorifica em outro, como se a moral fosse maleável o suficiente para caber nos interesses do momento.
E assim, o que deveria ser uma ferida a ser tratada transforma-se em espetáculo a ser consumido.
O mais inquietante é que esse aplauso não nasce do desconhecimento, mas da escolha deliberada de ignorar.
Sabemos — ou deveríamos saber — que inverter papéis não muda a essência do ato.
Se a violência é inaceitável, ela o é em qualquer direção.
Quer seja contra o Homem ou contra a Mulher.
Que não se confunda: denunciar a hipocrisia na forma como a violência é tratada não é, em hipótese alguma, relativizar sua gravidade — muito menos quando ela recai, historicamente, de forma brutal e recorrente sobre as mulheres.
A crítica aqui não suaviza a violência; ao contrário, exige coerência nua e crua na sua condenação.
Porque aquilo que é inaceitável não pode depender de quem sofre para ser reconhecido como tal.
Mas reconhecer isso exigiria uma coerência que poucos estão dispostos a sustentar.
Preferimos, então, o conforto da seletividade moral.
Julgar com rigor quando nos convém e relativizar quando nos favorece.
E nesse jogo, a vítima deixa de ser humana para se tornar argumento, e o agressor, muitas vezes, apenas um reflexo do aplauso que recebe.
No fim, a hipocrisia não apenas sangra — ela contamina.
E enquanto insistirmos em escolher lados ao invés de princípios, continuaremos assistindo, cúmplices, à normalização daquilo que um dia juramos combater.
Enquanto ignorarmos que o Silêncio compra Paz que Ruído algum alcança, tropeçaremos nos Infortúnios do Barulho.
Vivemos como se o mundo exigisse resposta imediata para tudo — opinião pronta, reação instantânea e presença constante.
O barulho não é apenas externo; ele se infiltra nas frestas da nossa mente, ocupando o espaço onde antes habitava o discernimento.
E, pouco a pouco, passamos a confundir movimento com progresso, exposição com relevância, e ruído com verdade.
O silêncio, por sua vez, foi injustamente associado à omissão ou fraqueza.
Mas há uma força quase invisível nele — uma força que não disputa palco, não implora atenção e não se desgasta tentando convencer.
O silêncio observa, absorve e, sobretudo, preserva.
Ele nos protege da pressa de julgar, da ansiedade de responder e da vaidade de sempre ter algo a dizer.
É curioso perceber que muitos dos nossos maiores infortúnios nascem justamente da incapacidade de nos calar.
Palavras mal colocadas, decisões precipitadas, conflitos desnecessários — tudo alimentado pela urgência caprichosa de participar de todo e qualquer barulho.
Como se o silêncio fosse um vazio a ser preenchido, quando, na verdade, ele é um espaço fértil onde a consciência se reorganiza.
Quem aprende a negociar com o próprio silêncio descobre que nem toda batalha merece voz, nem toda provocação exige resposta e nem toda verdade precisa ser dita no calor do momento.
Há muita inteligência em saber escolher o que dizer, mas há mais sabedoria em escolher o que não dizer.
No fim, o barulho cobra caro: desgasta, confunde e fragmenta.
O silêncio, ao contrário, paga em paz — uma paz que não se compra com razão, nem se impõe com argumentos, mas se constrói na disciplina de saber quando se retirar do caos.
Talvez não seja o mundo que esteja excessivamente barulhento.
Talvez sejamos nós que ainda não aprendemos o valor de permanecer em Silêncio quando tudo ao redor insiste em Gritar.
