Coleção pessoal de testeteste123
"Em todo o mundo, a violação dos direitos humanos de pessoas diversas é uma realidade dolorosa que se repete a cada minuto. Para mudarmos esse cenário, é fundamental que busquemos constantemente o conhecimento dos nossos direitos e deveres, entendendo onde termina a nossa liberdade e começa a do próximo. Com essa consciência, poderemos construir uma convivência mais harmoniosa, evoluindo individual e coletivamente. Tenho fé em Deus que, com dedicação e esforço pessoal, seremos capazes de transformar essa realidade."
Tem um momento curioso da vida em que a gente percebe que algo mudou, mas não houve fogos de artifício, nem anúncio no alto-falante do universo. Simplesmente aconteceu. Um dia eu acordo, preparo um café qualquer, desses que parecem conversar com a gente enquanto sobe o cheiro pela cozinha, e percebo que aquilo que antes pesava no peito já não ocupa tanto espaço. Não é esquecimento, não é indiferença, é outra coisa. É como trocar um móvel enorme de lugar e descobrir que a sala respira melhor.
Eu lembro de quando certas lembranças doíam como quem pisa descalça em pedra quente. Tudo parecia recente demais, vivo demais, quase insolente. O passado às vezes se comporta como visita inconveniente, entra sem bater, senta no sofá da memória e ainda pede atenção. E eu, naquela época, ficava olhando para dentro de mim como quem procura um botão de desligar emoções. Não achava. A vida, sábia e meio irônica, nunca entrega manual de instruções.
Mas então chega um tempo. E esse tempo não avisa que chegou. Ele se instala devagarinho, como luz entrando pela janela no final da tarde. O que antes era ferida aberta vira cicatriz. E cicatriz é uma coisa interessante, ela não some totalmente, mas também não manda mais na história. Eu olho para trás e penso que sobrevivi a mim mesma. Parece filosófico demais para uma sexta-feira comum, eu sei. Ainda assim é verdade.
Existe um tipo de silêncio que aparece quando a dor se transforma em superação. Não é o silêncio do vazio, é o silêncio da paz. Como se o coração finalmente sentasse numa cadeira confortável depois de caminhar quilômetros carregando malas que nem eram dele. E aí eu percebo que muita coisa ficou para trás não porque eu quis forçar, mas porque simplesmente deixou de me pertencer.
É estranho como a gente acredita que algumas dores vão morar para sempre dentro da gente, pagando aluguel emocional atrasado. Só que a vida tem essa mania de renovar contratos internos sem pedir opinião. Quando vejo, já não dói. E não doer mais não significa que não importou. Significa que eu cresci o suficiente para não sangrar toda vez que a memória passa.
Eu gosto de pensar que superar é um tipo de maturidade silenciosa. Não é aquela pose de quem venceu tudo, até porque ninguém vence tudo. É mais como quem aprendeu a caminhar sem tropeçar nas mesmas pedras. E quando olho para frente agora, existe um espaço novo dentro de mim, um espaço que antes era ocupado por perguntas, culpas e saudades que machucavam.
Hoje esse espaço virou paz. E paz, descobri, não é ausência de história. É presença de entendimento. É seguir adiante com o coração mais leve, quase sorrindo para o próprio passado, como quem diz obrigada por tudo, até pelo que doeu, porque no final das contas foi justamente isso que me ensinou a continuar.
A violação dos direitos humanos é uma realidade dolorosa que se repete a cada minuto. Para transformar esse cenário, precisamos conhecer nossos direitos e deveres, entendendo os limites da nossa liberdade e a do próximo. Com essa consciência, construiremos uma convivência mais harmoniosa e evoluiremos juntos. Tenho fé em Deus que, com dedicação e esforço, seremos capazes de mudar essa realidade.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Pessoas são como livros, só que algumas tem as páginas fora da ordem, talvez pelo "cross over" dos cromossomas, talvez isso explica a desordem inata no comportamento de alguns.
Elo do Cuidado = Equipe unida e bem treinada com um único propósito: Garantir que o paciente
receba o melhor atendimento!
Elo do Cuidado = Equipe unida e bem treinada
salvando Vidas!
Elo do Cuidado = Equipe unida e bem treinada
com um único propósito: Salvar Vidas!
Não se iludam com as verdades prontas dos sábios; muitas vezes são os inquietos, os estranhos e os tidos por loucos que nos fazem refletir de verdade.
Amar no meio da peste e do caos é o gesto mais aristocrático que um ser humano pode realizar, pois exige a doação total sem a garantia de qualquer colheita futura. É o compromisso de cuidar da fragilidade do outro como se fosse o último tesouro de uma civilização que está prestes a desaparecer sob as águas do esquecimento. Que o afeto seja o diapasão que nos mantém afinados com o que é humano, impedindo que o gelo da indiferença técnica congele as fontes da nossa compaixão.
- Tiago Scheimann
O invejoso se torna coadjuvante na vida alheia; onde há inveja, a vida do outro deixa de ser apenas do outro.
Sou apenas uma consciência individual tentando se entender enquanto observa uma humanidade que ainda não se entendeu.
O passado é uma terra de sombras que não possui autoridade para ditar o ritmo do nosso passo presente, a menos que permitamos que o ressentimento se torne a nossa bússola. A libertação real ocorre no momento em que olhamos para as nossas feridas não como erros do destino, mas como o mapa geográfico de uma vitória que ainda está sendo escrita. Seja o estrangeiro de sua própria dor, observando-a com o distanciamento de quem sabe que o ator é muito maior do que a tragédia que ele encena.
- Tiago Scheimann
