Coleção pessoal de testeteste123

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Tem gente que carrega a saudade no peito todos os dias…
Mas não pode atravessar a distância.
E tem gente que até pode ir, pode ligar, pode estar perto…
Mas escolhe não fazer.

"Lutar sozinho é difícil, mas ser honesto em meio à maldade é a minha maior vitória."

"Injustiça dói, mas a minha consciência limpa é o que me mantém de pé."

"Podem tentar me matar por dentro com palavras, mas o meu propósito de vida é maior que qualquer perversidade."

"Dói ver que as pessoas têm maldade no coração contra quem só quer trabalhar e cuidar dos seus pais."

"Por trás de cada conquista minha, existe uma angústia que venci sozinho e uma tortura que superei com fé."

"Sofro injustiças e perseguições que ninguém vê, mas sigo firme protegendo meus sonhos e minha família."

"Muitos usam o meu próprio trabalho para me ferir, mas a minha verdade é mais forte que a inveja deles."

Domingo,
Dia de testar novas receitas,
E degustar saudades.

"Não confunda minha defesa com ataque; eu apenas cansei de aceitar as maldades de quem nunca me ajudou."

"Busco o topo com as mãos limpas, enquanto outros tentam me derrubar com as mãos cheias de maldade."

Domingo,
Dia de chinelos espalhados,
E de saudades também.

"A honestidade é a base do meu império; me defender das ofensas é um direito que conquistei sofrendo calado."

"Meu foco é ser trilionário com o suor do meu trabalho, sem nunca precisar pisar em ninguém para subir."

A invenção das cores


Ainda viveremos janeiros apressados
quentes e ensolarados
e se formos ligeiros
não chegaremos ao sol.
O sol está presente, parado
à nossa frente,
apontando o naviono azulão da encosta.


Hoje à noite, jantaremos o mar
Fiaremos peixes em anzóis de milagres, atravessaremos montanhas,
Andaremos sobre as águas ...
Do outro lado da montanha
é onde começao mundo.


Começarei a escalada...
Chegarei ao mundo festivo
Onde as cores foram inventadas.
o sal o fogo deserto... carrilhões de estrelas
O índio a taba o tambor...
O que eu não puder conhecer, receberei em poesia.


Meus primeiros passos começam
em fevereiro.Desde então, não parei
mais de errar.
Observo carnavais febris, revejo fogueiras acesas, chuvas apagadasnas matas...


Observo a lua, ouço o tal clarim de coturnos
Persigo a malta, persigo a matilha, acordo a madrugada...
Esses marcos ficaram na antessala dos meus sonhos.


Em março, o Brasil recomeça novinho,
debaixo de enxurradas.
Depois que a chuva passar,teremos aulas
nos vagões de memória
teremos trovões turbinados
relâmpagos em néon e ternuras com flores lágrimase mortalhas.


Novinho em folha, banhado no leite das luas
encontrarei as primeiras palavras, quebrarei tratos,não irei ao primeiro encontro.


Na maturidade saberei se foi desencanto
com o que se perdeu.


Depois de atravessar a montanha, subiremos ao outono.O outono é paciente. É bondoso. Não inveja. Não se vangloria...Não se orgulha! Como o inusitado que chegará bêbado,
carregado nos braços das epifanias.


O livro se abrirá e se desdobrará sem vida.


Depois do carnaval vestiremos a farda dos enunciados.
Abril. Páscoa. Paixão.
Fórmulas magicas de enfrentar o tempo.


Joaquim Maria Machado de Assis, assistiremos aos teus sagradosrenascimentos.


Em tardes de desmaios, conhecerei Vivaldi,
Deitado sobre as flores da Alemanha, voarei às mais belas flores...
Gostaria de revivê-las, acolhê-las, viver entre as luzes coloridasde suas pétalas.


Junho esfriou comigo.
Chegou-me em pedaços, desenhando tapetes de carpas.
Ele viu a montanha nevar.
Ele viu as onças descerem à cidade
elas foram conferir as novidades,
foram ver vitrines, desenhar tapetes
deCorpus Christi...


Na Piazza Navona, ouvi o melhor pé de serra.
A serra remontando cores, quadros em pedaços, desenhos montadosna fé.


Recolhi todas as moedas em meu chapéu, juntei-as às moedas da Fonte, não bebi as trevas,fui gastar em apostas no Coliseu.


O bagulho ferveu.
Pó de todas as serras, baião de muitos doidos...Julho ficou emocional.


O veio fino, o vento frio, o vinho seco,
corações tristes, adocicados,
trouxeram invernos molhados...
Meu filho já havia chegado
Minha mãe já havia nascido


A graça nasceu em nossos braços.
Tivemos gosto em trazê-la.
Molhei seu rosto na chuva fina de agosto
observando os automóveis parados,
olhando a chuva.


A música de um acordeom deslizou
em meus dedos.
Setembro nos atravessou com fanfarras.
Eu me lembro de tudo.
Finjo esquecer, mas a primaverachegou
em meu quintal, e um escorpião partiu
de dentro do meu quadril.


Outubros virão e trarão novidades.
Acenderei montanhas geladas
acenderei o meu cigarrona pedra de luz.


Em casa, brotaram fileiras de Anjos.
Éramos nove.
Nove, sempre seremos.
Novecentas bocas com fome.
Novembros de amores.
Revólveres com flores, servindode arranjos.


Ossos nobres.
A fila, que já era enorme, crescena sopa
de pobres.
os Açores trouxeram as cores em odres plenos.
Dezembros vazios, deslembramos os melhores atores.Que tristeza! Que desamor!
Humanos, somos iguaisem maldades.
Diferentes no amores.


mais um ano se foi. Abro o calendário anual, ausculto suas páginas e vejo virvindo
de dentro... Vem veloz e vai atravessar o espaço,vai acender a pira do mundo...
Sinto seu turbilhão das cores.
É o futuro!O que será de nós no futuro?
Não sei. Sei que é o futuro e lá estaremos.


CK

"Minha luta é honesta e meu silêncio esconde muita dor, mas não vou deixar que a maldade alheia destrua os meus sonhos."

"Não quero o mal de ninguém, só quero o direito de crescer e ser respeitado sem ser alvo de perseguições injustas."

"É triste ver as pessoas usarem o meu próprio trabalho e esforço contra mim, agindo com inveja e maldade no coração."

"Sempre sofri com ofensas e maldades de quem não me quer bem, e tudo o que fiz foi tentar me proteger de injustiças."

"Nunca quis pisar em ninguém; meu sonho de ser trilionário é com honestidade e apenas por direito de me defender."