Coleção pessoal de testeteste123
Não importa a sede que você tenha, tem gente que você nunca deve pedir água. Porque eles vão deixar mundo saber que matou a sua sede.
"A arte de fazer matemática é encontrar aquele caso especial que contém todos os germes da generalidade."
Dueto da individualidade.
Por Celso Roberto Nadilo
O homem,
O credo,
O prelúdio.
Dentro ao centralismo do homem se conecta a profecia de um final apocalíptico.
Entre os imortais somos alucinantes espíritos que fluem suas ideias pelas eras...
Sendo o iluminado fluxo temporal apenas a passagem da vida...
Seus olhares navegantes refletem as águas profundas e poluída de certa maneira... A vida resiste...
A resiliência do ser humano transcende a obras dos ancestrais.
Das TradiçõesReligiosas
Demétrio Sena - Magé
Tanto faz para nós, que o mundo esteja em conflito, que o próximo passe fome, adoeça e morra sem dignidade? Não importa nada, se nós cometemos feminicídio; perseguimos os religiosos de outras vertentes e os não religiosos? "E daí" se apoiamos genocídio, pedimos até que outro país ataque o nosso e odiamos quem pensa diferente de nós? É isso mesmo? Pouco importa que misturemos nossa religião com política raivosa; com o vale tudo pelo poder (do minúsculo ao maior), para massacrarmos as minorias, os que têm menos, e quem é invisibilizado pela sociedade que também nos rodeia?
O que fazemos de perverso no dia a dia não conta? O importante, mesmo, é que nós comamos panelas de canjica e peixe na sexta-feira santa e caminhões de chocolates no domingo de Páscoa, depois de termos malhado o nosso semelhante, Judas, no sábado de aleluia? "Será que ouvi um aleluia"? Essa é a nossa religiosidade, o resumo da nossa crença em um homem que foi puro amor, humildade, paz, perdão, acolhimento e aceitação plena do ser humano? Desculpe se atrapalho seu ritual; seu cardápio; sua firula. Mas precisava mesmo refletir com você sobre questões tão óbvias da religiosidade.
Se a quaresma, "sexta santa", Páscoa, Corpus Christi, Natal, missas, cultos e rituais não nos tornam melhores, temos que rever a nós mesmos. Repensar nossos atos e sentimentos, desatrelados de obrigações institucionais que nos engessam sem atingir a alma, o caráter, a sensibilidade. O próximo é a razão e o princípio das nossas empreitadas ditas espirituais. Desconheço um religioso consciente de que o próximo é quem está próximo e distante; quem é igual e diferente; professa ou não a mesma fé ou nem acredita em nada.
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Respeite autorias. É lei
Não podemos negociar nada com Deus, porque o Senhor não faz acordos com o mundo; Ele Abre as Portas da Eternidade aos que O buscam com amor, humildade e verdade no coração.
O que quero dizer por “entender” as drogas mais pesadas é que consigo entender os que podem escolher esse caminho: a viagem rápida e brilhante e cair fora. Meio como um suicídio que entretém, sabe?
Para sobreviver a esse jogo, beber ajuda bastante, embora eu não recomende para muitos. A maior parte dos bêbados que conheço não são muito interessantes. Claro, a maior parte das pessoas sóbrias também não.
A estrutura cognitiva.
Vasta noção do perceber...
O emblemático ato de existir...
Fato que aglomera informação...
No entanto somos servos da existência primordial...
Falácia de um abismo?
Sou eu, eu, ate eu fiquei em silêncio.
O que sou diante profundezas do abismo?
Seria simplório, atônito até o amanhecer e seu deslumbre seria último ato de desespero...?
Na nudez dos pensamentos aonde estou?
Pois ignora é a narrativa de um insano sábio...
E mesmo assim o tempo é um
deslumbre da eternidade.
Minha ideia de escritor é alguém que escreve. Que se senta a uma máquina de escrever e derrama palavras. Isso parece ser a essência. Não ensinar aos outros como fazer isso, não participar de seminários, não ler para a multidão faminta.
Muros altos e largos.
Portões fechados.
Portas trancadas.
Cadeados lacrados.
Alarmes ligados.
E o ser humano sempre discutindo liberdade.
Será?
Liberdade seria com
Muros caídos.
Portões ladeados de flores.
Portas abertas com a delícia de se ler: “Bem-vindo.”
Cadeados sem chaves.
Alarmes inexistentes.
Será?
Não. Não pode ser. Jamais poderá ser.
Cada ser humano se tranca para se proteger
do ser que jamais será humano.
