Coleção pessoal de testeteste123

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⁠Há mais prêmios neste mundo para o Mal que para o Bem.
sfj,pensamentos

⁠Palavras não morrem, tão leves e cheias de eternidade.
sfj,a arte de escrever(livro)

A NOBRE ARTE DE FORMAR E NÃO RETER. O DIRIGENTE ESPÍRITA COMO SEMEADOR DE ALMAS.
No organismo vivo que é a Casa Espírita, não há lugar para estagnação. Há movimento, crescimento e, sobretudo, renovação. Quando se observa com lucidez a dinâmica dos trabalhos, percebe-se que um dos mais graves entraves ao progresso coletivo reside na retenção indevida de funções, responsabilidades e espaços de atuação. Não por maldade deliberada, mas frequentemente por apego, zelo mal compreendido ou insegurança velada. Ainda assim, o efeito é o mesmo. O bloqueio do fluxo natural do serviço no bem.
O dirigente espírita, quando se fixa excessivamente em suas atribuições, esquecendo-se de que sua função é transitória e educativa, passa a agir como um guardião de tarefas, e não como um formador de trabalhadores. Este desvio sutil compromete a essência do trabalho espírita, cuja base é a cooperação, a fraternidade e o desenvolvimento moral de todos os envolvidos.
A Doutrina Espírita, em sua estrutura lógica e ética, não concebe o trabalho como propriedade individual. Ao contrário, ensina que toda tarefa é patrimônio coletivo, instrumento de aprendizado e meio de ascensão espiritual. Nesse sentido, reter reuniões, centralizar decisões ou limitar a participação de novos cooperadores constitui, ainda que inconscientemente, uma forma de egoísmo institucionalizado.
É imperioso compreender que há trabalhadores em potencial aguardando apenas uma oportunidade. Espíritos que, muitas vezes, trazem consigo experiências pretéritas, compromissos assumidos antes da reencarnação e legítimo desejo de servir. Quando encontram portas fechadas, não apenas se frustram, mas podem afastar-se, perdendo-se valiosas oportunidades de crescimento mútuo.
A omissão do dirigente diante dessa realidade é tão prejudicial quanto a ação desordenada. Delegar não é abdicar da responsabilidade. É exercê-la em sua forma mais elevada. Planejar, orientar, acompanhar e, sobretudo, confiar. A confiança é o elemento que transforma colaboradores em continuadores da obra.
O exemplo clássico da liderança espiritual encontra-se na postura de Jesus Cristo, que não monopolizou o ensino, mas distribuiu responsabilidades, enviando seus discípulos a aprenderem pelo exercício direto do bem. A pedagogia do Cristo não era de retenção, mas de expansão. Ele formava consciências, não dependências.
Da mesma forma, Allan Kardec, ao estruturar o Espiritismo, jamais centralizou o saber em si. Estabeleceu critérios, incentivou o estudo, promoveu o diálogo e permitiu que outros participassem ativamente da construção doutrinária. Sua liderança era firme, porém aberta, disciplinada, porém inclusiva.
Outro ponto de elevada reflexão encontra-se na advertência espiritual de Emmanuel, ao afirmar que muitos trabalhadores são Espíritos em processo de reajuste. Tal entendimento deve despertar no dirigente não o julgamento, mas a compaixão. E mais do que isso, a responsabilidade de educar, orientar e oferecer oportunidades de reabilitação pelo trabalho digno.
Negar espaço ao outro, sob qualquer justificativa, pode significar impedir que ele cumpra um compromisso espiritual. E, simultaneamente, pode representar para quem nega uma prova de orgulho não vencida.
A harmonia institucional não se constrói pela uniformidade artificial, mas pela integração consciente das diferenças. O chamado poder integrativo, conforme analisado nas ciências humanas, é aquele que se exerce com o outro e não sobre o outro. Trata-se de uma liderança que agrega, que escuta, que promove e que reconhece o valor alheio sem sentir-se diminuída.
É necessário, portanto, que o dirigente espírita exerça constante vigilância sobre si mesmo. Pergunte-se com sinceridade. Estou formando ou apenas mantendo. Estou abrindo caminhos ou protegendo territórios. Estou servindo à causa ou à minha própria necessidade de controle.
A resposta a essas indagações definirá não apenas a qualidade de sua gestão, mas o destino espiritual do grupo que lhe foi confiado.
A Casa Espírita não é palco de vaidades sutis, mas oficina de almas. Cada trabalhador que chega é uma esperança que se apresenta. Cada oportunidade concedida é uma semente lançada no campo da eternidade. E cada gesto de confiança é um ato de fé no potencial regenerador do Espírito.
Que os dirigentes compreendam, com profundidade, que sua maior obra não são as reuniões que conduzem, mas os trabalhadores que formam. Pois reuniões passam. Estruturas se transformam. Mas consciências despertas permanecem, dando continuidade ao trabalho do bem através dos séculos.
E quando a liderança se converte em serviço verdadeiro, a instituição deixa de ser apenas um espaço físico e torna-se um organismo vivo de luz, onde cada alma encontra não apenas tarefa, mas sentido, não apenas orientação, mas oportunidade de se reconstruir diante das leis divinas.

⁠Em mim, não vejo o começo nem fim, disse o Filósofo.

⁠Permita que eu me conforme em ser sozinha, disse a Poeta.
sfj,pensamentos

⁠O alvo supremo do cristão é viver para a glória de Deus.
frases cristãs 4

⁠A fé é a compreensão de quem é Deus e de quem nós somos.
frases cristãs 4

⁠As doutrinas sem base no saber são uma vergonha.
frases cristãs 4

✍🏻Não aponte o Horizonte para quem só enxerga até a esquina.
Necessário que primeiro chegue a Esquina

⁠O que despreza o próximo é falta de senso, mas o homem prudente, este se cala.
sfj,reflexões bíblicas

✍🏻Há pessoas que olham para o Céu mas nunca questionaram as Estrelas. Apenas as apreciam. Acho que isso deve ser bom, pois as satisfaz!

Sábado de Aleluia


Eles já foram perdoados
porque não sabem o que fazem,
mas sempre fingem que não.
A memória da cruz vazia
querem forçar que
pela forca seja substituída.


É sábado de Aleluia!


Há quem confira confiança
em guerras movidas por
inimizades imaginárias.
Existe até quem ache
belo e moral cobrar
sobre o esterco taxa.
Não pense que estou
fazendo nenhuma piada.


É sábado de Aleluia!


Embora uns estejam vivos,
mortos estão por dentro
ao interpretar que existe
justificativa o suficiente
para acabar com gente.


É sábado de Aleluia!


Não há mil ressurreições
de Cristo que tragam luz
para quem entenda
que existe aplicação
de pena de morte
em territórios ocupados.
Permanecer entre
os cúmplices e os acovardados
daqui pra frente
não será difícil de prever
o futuro — infelizmente.


E ainda só é sábado de Aleluia!

O ódio é um grito descontrolado de autodefesa daquilo que vê como ameaça para o físico ou mental no momento da situação.

TEMPERANÇA DA ALMA DIANTE DA DOR.
A vida, em sua tessitura inexorável, possui a capacidade de dilacerar as estruturas mais íntimas do ser. Ela não pede licença para ferir, nem consulta a disposição do espírito antes de impor suas provas. Há momentos em que o indivíduo se vê fragmentado, como se sua própria identidade houvesse sido dispersa pelos ventos da adversidade. Contudo, é precisamente nesse território de ruína interior que se revela o verdadeiro critério da grandeza moral.
Ser quebrado pela existência não constitui exceção, mas condição comum da experiência humana. O que distingue os espíritos elevados dos que ainda se debatem na ignorância moral é a forma como respondem à própria dor. A imaturidade, por sua vez, tende a transformar o sofrimento em justificativa, como se a dor pessoal conferisse licença tácita para a propagação do sofrimento alheio. Nesse estado, o indivíduo deixa de ser apenas vítima das circunstâncias e torna-se agente da mesma violência que o feriu.
A maturidade, entretanto, inaugura um outro horizonte ético. Ela nasce quando o ser compreende, com lucidez, que a dor é uma experiência, não uma autorização. O sofrimento pode explicar reações, mas jamais as legitima. Há uma distinção profunda entre compreender a origem de um impulso e consentir com sua manifestação. O espírito amadurecido aprende a conter-se, a refletir, a sublimar. Ele reconhece que cada gesto direcionado ao outro carrega consequências que ultrapassam o instante e repercutem na ordem moral do universo.
É nesse ponto que a consciência se eleva. O indivíduo passa a perceber que sua responsabilidade não é anulada por suas feridas. Pelo contrário, ela se intensifica. Quanto mais alguém conhece a dor, mais apto se torna para evitá-la nos outros. A experiência do sofrimento, quando bem assimilada, converte-se em instrumento de empatia e não em arma de agressão.
Assim, a verdadeira força não reside em resistir ao impacto da vida, mas em impedir que esse impacto se converta em destruição exterior. Há uma dignidade silenciosa naquele que, mesmo ferido, escolhe não ferir. Essa escolha não é passividade, mas domínio de si. Não é fraqueza, mas refinamento moral.
No âmago dessa compreensão repousa uma verdade austera e elevada. O ser humano não controla tudo o que lhe acontece, mas conserva plena responsabilidade sobre aquilo que transmite ao mundo. E é nessa responsabilidade, assumida com rigor e consciência, que se edifica a nobreza do espírito, transformando a dor em disciplina e a existência em um exercício contínuo de elevação interior.

Devemos ter em mente, que nossas limitações sobre nossos objetivos, só podem ser bloqueados, pela nossa própria mente.

O que você vê?
Diante dos seus olhos,
há um destino mais forte
do que dá pra prevê.


Ciente da semente que foi lançada.
Às vezes em alguma atitude, em outros momentos com a fala.
Sente que há algo maior, e ,
normalmente, subindo de escala.


O que se escuta?
Pode até ensurdecer.
Em maior parte, a prevenção depende mais de você.


Os labirintos inflamam
com todas as mentiras.
Não há felidade na dor
E a cicatriz não ameniza
o que causa a ferida.


A verdade pode até ser dura,
Mas é um escudo e
luz para caminhos à escura.


Ainda bem que temos Deus
Ainda bem que ainda tememos a Deus.


Sua misericórdia nos faz filhos Seus.
O Seu Amor prevalece, perdoa...
e jamais nos diz adeus.

"TUDO EU POSSO FAZER, MAS NEM TUDO ME CONVÉM" Apóstolo Paulo. Este conselho é um freio para não praticar o mal. A prática do mal, faz parte das pessoas: O próprio Paulo disse: "O bem que eu quero fazer não consigo, o mal que eu não quero, eu faço a todo instante" Ademar de Borba

Quando viver e sobreviver é algo único, todo dia é bom.

Os bancos dominam os países do mundo inteiro; são os donos do dinheiro, os verdadeiros poderosos; os políticos são apenas os fantoches representando o interesse dos bancos.

"Existem marcas que o tempo não apaga, mas a sabedoria ensina a iluminar."