Coleção pessoal de testeteste123

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Muitos não suportam ser contrariados; veem no debate uma afronta. Quem realmente quer avançar, porém, ouve seu crítico atentamente.

Mesmo quando você não está, você existe dentro de mim,
como um sussurro leve que o silêncio não apaga,
como um abraço guardado na memória da pele.
Há em mim um pedaço seu que o tempo não desfaz,
um eco doce que insiste em ficar,
mesmo na ausência, mesmo na distância.
E é assim que o amor acontece…
não depende da presença, nem do toque,
ele simplesmente permanece — vivo, inteiro, eterno.

A tua ausência é o
único deserto que
não consigo atravessar.

Não permita que a alma dê abrigo ao sofrimento; há dores que chegam sorrateiras, se assentam sem pedir e tornam-se permanentes.

Eu comi o frio para aquecer a memória,
E rasguei o fim para recomeçar a história.
Não faz sentido? Pois é, nada faz,
No jardim do avesso, o grito traz paz.


DeBrunoParaCarla

A raiz cresce para cima, buscando o clarão,
E o que foi veneno, virou o meu pão.
Se eu sou louco, a razão é que é doente,
Pois só quem se perde é que entende a gente.


DeBrunoParaCarla

"Não existe nada mais humilhante que você se humilhar tentando provar quem você é.”
Duvidar de si na frente dos outros é sangrar em público.
Van Escher

Não tente entender a razão,
Sinta o que o broto diz pro seu coração.
Pois é no escuro que a gente se entende,
No calor do corpo que a alma se acende.


DeBrunoParaCarla

Seus pares de olhos
Gritam a poesia
Que tanto tento escrever.
Rasgo e amasso papéis
Com a esperança de que
Meus dedos dancem até a
Reposta.


A cor de sua poesia é
Indecifrável;
Nem o arco íris a possui.
Direta e única,
Picasso correria atrás
Da suavidade de sua íris.

Não sou louco por querer te explicar,
Que o que foi veneno me ensinou a curar.
A gente só brota se a terra for forte,
E a dor que passou me trouxe mais sorte.
​Não tente entender com a cabeça e a razão,
Sinta o que o broto diz pro seu coração.


DeBrunoParaCarla

Certas memórias são impublicáveis; muitos gostariam de conhecê-las, mas algumas nos custam muito recordar.

Carla, escute o que eu vou te falar,
O que me vencia, hoje ajuda a brotar.
A lama que um dia tentou me afogar,
É a terra macia que me ensina a plantar.
​Eu fiquei íntimo do que me fazia mal,
Transformei o espinho em algo especial.
O que era veneno virou o remédio,
Tirando da vida o cansaço e o tédio.
​Não tenha receio do meu jeito de ser,
É que eu uso a sombra para me fazer crescer.
Quem já foi deserto e hoje é jardim,
Sabe que o começo nasce do que era o fim.


DeBrunoParaCarla

Morena, a cor que te deixa linda.

Carla, eu mudei. Hoje eu durmo abraçado com o que antes me tirava o sono. Aquilo que tentou me derrubar agora é o chão onde eu piso firme. Aprendi que o que me destruía não era um inimigo, era só uma semente bruta esperando o tempo certo de ser plantada. Fiz amizade com as minhas feridas e agora elas não sangram mais; elas florescem. Não sou louco, sou apenas alguém que cansou de fugir e decidiu convidar o próprio medo para tomar um café e sentar no jardim.


DeBrunoParaCarla

​O VARAL DA ALVORADA
(Quando o sol acorda o que a noite perfumou)

​Estendo a roupa no varal e a luz do sol me lembra a fragrância do perfume da noite, acenando-me com um sorriso!
​Saí do onírico para o dia que desperta.

​Lu Lena / 2026

“Eu aprendi a sorrir para não assustar a vida, mas por dentro ainda existem noites inteiras em que eu me abraço em silêncio para não me despedaçar de saudade.”
— Anderson Del Duque

“Eu sigo em frente com passos firmes, mas por dentro ainda caminho devagar, respeitando cada lembrança que insiste em me chamar de volta para o que já passou.”
— Anderson Del Duque

Alguns fracassos nos ferem demais, não pelo que perdemos, mas por revelarem nossa imaturidade.

“Há uma parte de mim que ninguém conhece, porque ela vive escondida nas lembranças que eu não tive coragem de contar para o mundo — nem para mim mesmo.”
— Anderson Del Duque

“Eu não sei quantas versões de mim já se foram, mas todas deixaram um pedaço de silêncio que ainda ecoa quando a noite me pergunta quem eu realmente sou.”
— Anderson Del Duque