Coleção pessoal de testeteste123

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É impossível curar um trauma quando quem te feriu retorna todos os dias para fazer sangrar a ferida.

Escolha amar e viver coisas boas. Continue sendo feliz e se amando neste mundo cheio de fantasias temporais.
Nildinha Freitas

O sentido da vida não é algo que se encontra escondido atrás de uma montanha mágica, mas algo que se inventa todos os dias entre o escovar dos dentes e o apagar das luzes, na insistência teimosa de acreditar que o amanhã ainda tem algo a nos oferecer.

Esse é o risco das relações hoje em dia: Encontrar alguém que valorize o sentimento acima do dinheiro se tornou tão difícil quanto ganhar na loteria.

Pelas mãos e fortaleza da gente
do campo do Rio Grande do Sul
e do Vale do Rio do Peixe foi erguida,
assim começa a história
da cidade que é toda a minha vida.


Depois da Guerra do Contestado
passou a pertencer à Santa Catarina,
fundou-se a história de Ouro Verde
plenamente no Oeste Catarinense,
e aqui vivo orgulhosamente.


Ouro Verde fascinante que leva
esse nome graças aos pinheirais
e a erva-mate em abundância,
que fascinaram este povo,
e o meu coração tem estância
cheia de beleza e romântica.


É nesta cidade que tenho a fé,
o encontro com ou sem festa,
os sabores que sempre animam,
tudo na vida o que interessa,
não me vejo fora deste lugar:
este é o meu recanto de morar.

Michelangelo, depois de servir a vida inteira, aos papas, quis consagrar os últimos anos no serviço de Deus.
sfj,caracteres⁠

⁠A vida não vale nada sem a glória, disse o Conquistador.
sfj,pensamentos

De todos os nossos males o pior é a impostura.
sfj,pensamentos⁠

O ENIGMA DA VIDA.
A vida, quando interrogada com rigor, não se deixa aprisionar por uma única lente. Ela exige do espírito humano uma travessia entre campos diversos do saber, como se cada disciplina fosse apenas um fragmento de uma verdade maior, ainda velada. Assim, ergue-se este exame como uma conferência de múltiplas vozes, que se entrelaçam até culminarem na síntese consoladora da visão espírita.
Sob a ótica positivista, a vida é observada como fenômeno verificável, circunscrito ao domínio da experiência sensível. O ser humano, reduzido à soma de funções orgânicas, é compreendido como produto de leis naturais imutáveis. Não há mistério, apenas mecanismos. O nascimento e a morte tornam-se eventos biológicos, delimitados por causalidades físicas. Contudo, tal perspectiva, embora meticulosamente ordenada, carece de resposta para as inquietações mais profundas do ser, aquelas que não se medem, mas se sentem.
O materialismo avança ainda mais na redução. Para ele, a consciência não passa de secreção cerebral. Amar, sofrer, sonhar, tudo se dissolve em reações químicas. A vida perde sua transcendência e se torna um episódio efêmero no vasto teatro do acaso. Mas aqui surge uma fissura. Se tudo é matéria, por que o homem aspira ao infinito. Por que chora diante da morte e busca eternizar o que sabe ser transitório.
O musicista, ao contrário, percebe a vida como harmonia. Para ele, existir é vibrar em frequências invisíveis, é compor-se com o ritmo universal. Cada emoção é uma nota, cada experiência uma melodia. A dor, longe de ser um erro, torna-se dissonância necessária para a beleza do conjunto. A vida, então, não é apenas vivida, mas interpretada.
O poetista eleva essa percepção ao campo da linguagem simbólica. A vida torna-se metáfora. Um jardim que floresce e murcha. Um crepúsculo que anuncia tanto o fim quanto o recomeço. O poeta não explica a vida, ele a revela em sua dimensão sensível. Ele intui aquilo que a razão ainda não alcançou.
O romancista, por sua vez, vê a vida como narrativa. Cada indivíduo é personagem de uma trama complexa, onde escolhas, conflitos e redenções se entrelaçam. Não há existência sem enredo, nem sofrimento sem propósito dramático. A vida ganha sentido quando compreendida como história em construção.
O astrônomo ergue os olhos ao céu e contempla a vastidão. Diante das galáxias, a vida humana parece ínfima. Contudo, é justamente essa pequenez que desperta o assombro. Como pode um ser tão diminuto conter em si a capacidade de compreender o cosmos. A vida, nesse olhar, é um ponto de consciência no infinito.
O cientista, fiel ao método, investiga os processos da vida com precisão. Descobre estruturas, decifra códigos, manipula elementos. Mas, ao final de cada descoberta, encontra uma nova pergunta. A vida revela-se inesgotável, como se sempre escapasse ao domínio completo da razão.
O filósofo mergulha no problema do ser. Pergunta-se não apenas o que é a vida, mas por que ela é. Reflete sobre sua finalidade, sua origem, sua essência. A vida torna-se problema ontológico, exigindo não apenas respostas, mas compreensão profunda.
O psicólogo, atento à interioridade, investiga os movimentos da alma humana. Observa conflitos, desejos, traumas, aspirações. Percebe que a vida não é apenas externa, mas profundamente interna. O verdadeiro drama humano ocorre no silêncio do espírito.
Mesmo os transgressores das leis sociais oferecem uma perspectiva. Ao romperem normas, revelam tensões ocultas da sociedade. Sua existência, ainda que desviada, denuncia imperfeições coletivas. A vida, aqui, surge como campo de luta entre ordem e liberdade.
Todas essas visões, embora distintas, apontam para uma incompletude. Cada uma toca uma dimensão da vida, mas nenhuma a esgota. É nesse ponto que se impõe a necessidade de uma síntese mais ampla, que não negue a razão, mas a transcenda.
É então que se ergue a luz da doutrina espírita, codificada por Allan Kardec na obra O Livro dos Espíritos. Ali, a vida deixa de ser enigma insolúvel e passa a ser compreendida como expressão de uma realidade espiritual mais vasta.
Na questão 132, encontra-se uma das respostas mais esclarecedoras. Pergunta-se qual é o objetivo da encarnação dos Espíritos. A resposta é categórica. Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação. Para outros, missão. Em todos os casos, é prova.
Na questão 134, define-se o que é a alma. Um Espírito encarnado. Assim, a vida não é criação da matéria, mas manifestação do Espírito através dela. A matéria torna-se instrumento, não causa.
Na questão 115, afirma-se que os Espíritos foram criados simples e ignorantes, destinados a progredir. A vida, portanto, é caminho evolutivo, não episódio isolado.
Na questão 166, aborda-se a pluralidade das existências. A alma reencarna tantas vezes quantas forem necessárias para seu aperfeiçoamento. A vida atual é apenas um capítulo de uma longa jornada.
Na questão 919, recomenda-se o autoconhecimento como meio de progresso moral. A vida, então, adquire sentido ético. Não basta existir, é preciso transformar-se.
Essas respostas, quando analisadas em conjunto, oferecem uma visão profundamente consoladora. A vida não é acaso, nem castigo sem sentido. Ela é oportunidade. Cada dor carrega um propósito. Cada encontro, uma lição. Cada existência, um degrau na ascensão do Espírito.
A Boa Nova, ensinada pelo Cristo, ressurge aqui como essência dessa compreensão. A vida é amor em movimento. Não se limita ao instante presente, mas se projeta na eternidade do progresso espiritual. Viver bem não é acumular bens, mas cultivar virtudes. Não é dominar o outro, mas compreender-se.
E assim, ao final desta reflexão, o enigma da vida já não se apresenta como abismo, mas como convite.
A vida é escola, é caminho, é reencontro. É lágrima que purifica e esperança que renasce. É silêncio que ensina e voz que consola. É dor que lapida e amor que redime.
E quando o coração humano, cansado de buscar respostas fragmentadas, encontra essa verdade, algo se transforma em seu íntimo.
Já não teme a morte, pois compreende a continuidade. Já não se desespera diante da dor, pois reconhece sua função. Já não se perde no vazio, pois descobre que jamais esteve só.
A vida, afinal, não é um enigma para ser resolvido, mas uma realidade para ser vivida com consciência, dignidade e amor.
E naquele instante em que a alma compreende isso, mesmo em meio às lágrimas, ela sorri, porque enfim percebe que viver é participar de uma obra divina, onde cada sofrimento é semente, cada gesto é eternidade em construção, e cada ser é chamado a tornar-se luz.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .

⁠Conhecer bem as coisas é libertar-se delas.
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Bom dia!
Hj é segunda-feira uma nova semana se inicia, muitas coisas se passaram desde o último sábado, muitas perdas, muitos ganhos.
Mais o mais importante é viver, amar, brincar, sorrir e ser feliz. 🌻
Ery santanna

Imensurável amar


O amor é muito mais
que conjecturas e
teorias adornadas
por pontos de
interrogação
ou exclamação...


Amor é o suspiro,
o soluço, o sorriso e
as lágrimas,
hoje e amanhã - é vida...


O amor é mistério,
e precisamente por isso,
basta senti-lo e honrá-lo,
nada mais, nada menos;
o preto no branco.


Jorge B Silva

A TRÍADE DO SER E A EVOLUÇÃO DA ALMA.

SEGUNDO O Livro dos Espíritos E Allan Kardec
O trecho apresentado, compreendido entre as questões 134 e 146.a, constitui uma das mais densas e estruturais elucidações da ontologia espírita. Aqui não se trata de mera especulação metafísica, mas de uma arquitetura racional do ser, onde a alma deixa de ser abstração vaga para tornar-se princípio inteligível, funcional e integrado ao mecanismo da existência.
A resposta inaugural, na questão 134, é de uma precisão lapidar. A alma não é uma entidade distinta no sentido absoluto, mas o próprio Espírito quando encarnado. Esta definição elimina dualismos artificiais e dissolve antigas confusões teológicas. Antes da encarnação, é Espírito. Durante a encarnação, é alma. Após a morte, retorna à condição de Espírito. Não há ruptura ontológica, apenas mudança de estado.
O comentário subsequente introduz a clássica tríade constitutiva do homem, que se tornou pilar da antropologia espírita. Corpo, alma e perispírito. O corpo é o instrumento material, regido pelas leis biológicas. A alma é o ser pensante, princípio inteligente e moral. O perispírito, por sua vez, é o elo semimaterial que permite a interação entre ambos. Sem esse elemento intermediário, a comunicação entre o imaterial e o material seria impossível, dado o abismo de natureza entre ambos.
Essa concepção resolve, com elegância filosófica, o problema da interação mente-corpo que atormentou correntes materialistas e espiritualistas ao longo dos séculos. O perispírito funciona como um mediador vibratório, permitindo que o Espírito atue sobre a matéria sem violar as leis naturais.
Na questão 136, estabelece-se uma distinção crucial entre alma e princípio vital. O corpo pode possuir vida orgânica sem a presença da alma, mas jamais poderá haver alma encarnada em um corpo morto. Aqui se delineia a diferença entre vida biológica e vida consciente. Um organismo pode funcionar como máquina vital, mas sem inteligência, sem consciência de si, sem moralidade, não é homem, é apenas matéria animada.
Outro ponto de rigor doutrinário surge na questão 137. O Espírito é indivisível. Não pode ocupar simultaneamente dois corpos. Essa afirmação refuta teorias antigas e modernas que sugerem fragmentação da consciência ou multiplicidade simultânea de encarnações. A individualidade espiritual é una, contínua e intransferível.
Já na questão 139, surge uma nuance linguística de grande importância. A palavra alma é polissêmica. Pode designar o princípio vital, o ser moral ou o Espírito encarnado. As divergências filosóficas muitas vezes não nascem de contradições reais, mas da imprecisão da linguagem. Kardec, com notável rigor metodológico, insiste na necessidade de definição conceitual antes de qualquer debate. Trata-se de uma exigência epistemológica.
A questão 141 amplia a compreensão espacial da alma. Ela não está confinada ao corpo como um prisioneiro, mas irradia-se, manifesta-se além dos limites físicos. Essa ideia antecipa, em termos filosóficos, concepções modernas de campo e influência, sugerindo que o ser espiritual transcende a localização puramente anatômica.
Quando se aborda a criança na questão 142, desmonta-se a ideia de formação progressiva da alma. O Espírito é completo desde o início. O que evolui são os instrumentos de manifestação, ou seja, o corpo e seus sistemas. A limitação não está no ser, mas na expressão.
A diversidade de definições entre Espíritos, tratada na questão 143, revela uma hierarquia de compreensão no plano espiritual. Nem todos possuem o mesmo grau de lucidez. Isso introduz um critério crítico fundamental ao estudo mediúnico. Nem toda comunicação espiritual é, por si, portadora de verdade elevada. É necessário discernimento, análise comparativa e coerência doutrinária.
Na questão 144, a chamada alma do mundo é apresentada como princípio universal da vida e da inteligência. Não se trata de uma entidade individualizada, mas de uma fonte comum da qual derivam as individualidades conscientes. Aqui percebe-se um eco de antigas tradições filosóficas, reinterpretadas sob uma ótica racional e desprovida de misticismo obscuro.
Por fim, nas questões 146 e 146.a, resolve-se a antiga discussão sobre a sede da alma. Ela não possui localização fixa, mas manifesta-se com maior intensidade nos centros funcionais do organismo. No cérebro, para as operações intelectuais. No coração, para as emoções e sentimentos. Trata-se de uma predominância funcional, não de confinamento espacial.
Em síntese, este conjunto de questões estabelece uma metafísica da alma que é simultaneamente racional, experimental e moral. O homem deixa de ser um enigma insolúvel para tornar-se um sistema inteligível, onde cada elemento possui função definida e coerência estrutural.
E assim, ao compreender-se como Espírito encarnado, o ser humano deixa de buscar-se na matéria perecível e passa a reconhecer-se como consciência em trânsito, responsável por sua própria elevação, caminhando, não ao acaso, mas sob a égide de leis que se harmonizam com a justiça e com a razão.
Marcelo Caetano Monteiro

Só há duas maneiras de aprender as coisas: ou pela tradição ou pela escola.
sfj,pensamentos⁠

Somente a perseverança é premiada.
frases cristãs 4⁠

A vida é como um lápis de cor —
às vezes gasto, às vezes novo,
às vezes quebrado na ponta
de tanto insistir no mesmo traço.
Tem dias de azul tranquilo,
céu aberto dentro do peito,
e outros de cinza pesado
que parecem não ter jeito.
Helaine machado

Heróis Humanos


Demétrio Sena - Magé


A quem sempre admirei tanto, e por isso foi a quem sempre quis impressionar, seguirá como quem sempre admirei tanto. A pessoa que amei a vida inteira, insistindo em uma parceria e com medo de perder de vista, não deixará de ser a pessoa que sempre amei. De quem sempre fui fã e jamais poupei de aplausos e procuras, nunca deixará de ser meu ídolo. Continuarei o mesmo fã.
Quem há muitas décadas é minha referência de coragem, enfrentamento à vida, e por isso tentei homenagear de todas as formas, algumas equivocadas e até invasivas, não deixará de ser minha referência. Meus sentimentos e minhas impressões de uma vida inteira não se desfarão por um ato inesperado; por um susto interno; só meu; pela frustração de um momento. Minhas manifestações é que precisam dar sossego a quem sempre bombardeei do meu melhor, mas às vezes de formas desconcertantes, trapalhonas e até caricatas. Inconvenientes.
O que alguém é para nós por décadas não pode ser um equívoco obrigatório determinado num piscar de olhos. Nossa ideia de perfeição do outro esbarra no excesso; no preciosismo que faz da entrega uma cobrança. Somos injustos, quando abrimos mão do todo por um detalhe: uma desarmonia depois de longeva simbiose. Os heróis de nossa realidade são seres humanos.
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Respeite autorias. É lei

Esta é a marca de um cristãs realmente admirável: constância e firmeza quando se vê diante de um problema.
frases cristãs 4⁠

Viver em paz depois de violar a verdade não é outra coisa senão obsessão.
frases cristãs 4⁠

Uma coisa peço ao Senhor e a buscarei; que eu possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida.
sfj,reflexões bíblicas⁠