Coleção pessoal de testeteste123
Você sente que está carregando algo, mas não consegue nomear exatamente o que é. E isso acontece quando o peso já virou parte da sua rotina. Você não percebe mais como algo externo, mas como algo que já faz parte de você.
Eu não estava no Éden quando o homem caiu, mas herdei a culpa. Também não estava na cruz quando Cristo morreu, mas herdei a graça. E foi a graça que falou mais alto que a queda.
Vencer na vida pra mim é ser uma pessoa humilde, é ter gratidão pelas bençãos,é reconhecer o valor daqueles que te deram a mão quando tudo estava dando errado,é amar as pessoas pelo o que elas são.
Vencer na vida para mim, é respeitar a cor do outro, a religião do outro,a forma de se sentir feliz que o outro tem ( sem afetar o próximo) é não desmerecer ninguém e nem duvidar da sua capacidade de realizar seus planos e sonhos.
Pode parecer estranho, mas vencer na vida para mim não tem nada a ver com o que você conquista mundo a fora, mas o coração que tem, a alma nobre que você consegue manter intacta mesmo com os altos e baixos, as ações que você provoca a quem está ao seu redor, é ver riqueza na simplicidade,é encontrar inspiração na gentileza e generosidade, é as escolhas que fazem você se tornar melhor sempre.
Vencer na vida é agradecer sempre e não se sentir superior a ninguém,ai você entende a diferença, a sutil diferença entre ser e ter.
Vencer na vida para kim é permitir que Feus reine em seu coração.
O reflexo não devolve presença — apenas reproduz contorno. Ele repete formas, mas não alcança profundidade; imita a superfície sem tocar aquilo que nela vive. E é por isso que repetir jamais foi corresponder: porque correspondência exige encontro, enquanto o reflexo oferece apenas duplicação silenciosa.
A psicologia não nasceu nos consultórios, mas no espanto ancestral do homem diante da própria alma. Sigmund Freud e Carl Jung não criaram o abismo — apenas lhe deram novas linguagens. Muito antes deles, Fyodor Dostoevsky já descia às regiões subterrâneas da culpa, do desejo e da contradição humana; e, antes ainda, os gregos haviam convertido esses conflitos em tragédia e mito. O inconsciente não surgiu como descoberta moderna — acompanha o homem desde o instante em que ele começou a temer aquilo que carregava dentro de si.
O sujeito não precisa do outro apenas como espelho que confirma sua imagem, mas como diferença que o desloca, confronta e amplia. É a alteridade que impede a consciência de fechar-se em circuito próprio. Sem esse encontro com o que escapa e contradiz, a identidade torna-se superfície repetida — lisa, estéril, incapaz de transformação. Toda subjetividade que não encontra diferença acaba apodrecendo dentro da própria imagem.
O desejo humano raramente suporta a presença real do outro, porque o outro verdadeiro contradiz, escapa, possui vontade própria e rompe as fantasias que sustentam a idealização. Por isso, prefere-se muitas vezes amar versões fabricadas: silenciosas, previsíveis, obedientes ao roteiro interno de quem deseja. Não se ama o outro em sua alteridade, mas a imagem domesticada que dele se constrói. E é aí que muitos afetos fracassam — não pela ausência de amor, mas pela incapacidade de suportar que o outro exista para além da própria imaginação.
Somos propensos à ilusão porque o olhar humano carrega uma tragédia secreta: deseja tornar visível até aquilo que só conservaria sentido permanecendo oculto. Há mistérios que sobrevivem apenas enquanto não plenamente revelados, mas a consciência insiste em capturá-los, nomeá-los, possuí-los. E, nesse impulso de ver tudo, muitas vezes destrói justamente aquilo que buscava encontrar.
Nem toda queda nasce da ignorância do limite. Algumas começam justamente no instante em que ele é tocado — porque há uma vertigem própria em aproximar-se do extremo. O homem não se perde apenas por não conhecer a medida, mas também pela embriaguez de sentir-se acima dela. E é nesse excesso de confiança, nessa fascinação pelo próprio alcance, que muitos abismos deixam de parecer ameaça e passam a parecer convite.
O castigo mais cruel não é a ausência do objeto desejado, nem a idealização utópica de si que jamais se realizou — é a proximidade eterna daquilo que se pode ver, sentir, imaginar, mas nunca alcançar. Há tormentos que não nascem da falta absoluta, mas da presença inacessível: aquilo que permanece ao alcance dos olhos e fora das mãos. E é justamente essa vizinhança impossível que prolonga o desejo até transformá-lo em prisão.
Confesso pra você, que amar, é respirar melodia, viajar para as estrelas e ter a lua como confidente.
É ter vontade de falar de você em todas as situações, e sorrir sozinha por diversas vezes ao dia.
O amor é o combustível para uma vida eletrizante.
Sem ele não há fogos de artifício, e nem ida as nuvens.
Te amo!
A porta fechada nunca existiu — era apenas a chave sonhando com liberdade. O espelho engoliu meu rosto e cuspiu um rio que eu não sabia que carregava. As horas fugiram do relógio e foram morar no vazio entre duas respirações. Eu procurei minha sombra e encontrei luz demais, procurei luz e encontrei a noite me esperando de braços abertos. O silêncio falou tudo o que minha voz tinha medo de dizer, e minha voz, então, virou silêncio por gratidão. Não há caminho — apenas pés que insistem em andar mesmo quando o chão se desfez em perguntas. Não há destino — apenas olhos que enxergam sentido onde o acaso dormia. Eu sou o que nunca fui, sou o que ainda não cheguei, sou o intervalo entre dois batimentos onde a vida inteira acontece. E nesse nada que tudo é, finalmente, me encontro inteiro.
O Diferencial da Sua Essência, O Sal da Simplicidade
Não importa o quanto o céu esteja cinza e que o ambiente esteja tomado pelo frio, formando um cenário aparentemente sem vida; ainda assim, a sua presença consegue sobressair, capaz de colorir o dia, de avivar determinados momentos, de ser motivo de muita alegria e de gerar nos outros, bons sentimentos, à semelhança de uma bela melodia.
Ela é a resiliência de um raio de sol entre as nuvens acinzentadas; bênção charmosa feita de amor; poesia de versos e alma; uma flor que se destaca mesmo quando não é primavera; um olhar profundo que fala em silêncio; É, portanto, uma luz de senso que faz enxergar alguns belos detalhes e outras cores presentes como o verde das árvores.
Assim, chega a ser imprudente dizer que ela não faz diferença. Traz, na sua resistência, o sal da simplicidade que aguça o sabor de certas vivências, as quais são facilmente memoráveis, contrariando aquelas fases de tristeza ou, no mínimo, desconfortáveis — peculiaridade que supera a sua beleza demasiadamente; logo, atraente desde a sua essência.
“Nesta imensidão de misteriosas luzes que construístes diante dos meus olhos, tornam-se inexplicáveis as Tuas obras.
Pequenas e vulgares foram minhas atitudes, muitas vezes grotescas diante da Tua grandeza. Com tão pouca habilidade e quase nenhum conhecimento adquirido, percebo o quanto ainda Te conheço pouco.
Ainda assim, busco incessantemente a Tua glória, meu Pai.
Nas palavras, tento ser gentil ao me expressar, embora eu não compreenda por inteiro as línguas dos homens.
Tu me encontraste em coexistência de nudez e desnutrição da alma — vazio, perdido e carente de sentido.
E mesmo assim, permaneceste comigo.”
Há dores que não pedem consolo, porque nenhum alívio superficial alcança aquilo que elas realmente querem dizer. Não nasceram para ser abafadas, mas para produzir consequência: ruptura, deslocamento, transformação. Certos sofrimentos surgem quando a vida já não suporta continuar na mesma forma. E, nesses casos, a dor deixa de ser apenas ferida — torna-se convocação silenciosa para que algo, enfim, mude.
“Meu amor não é de agora — ele atravessou séculos para me encontrar em você.” JULIANA HOFFMANN LISKA
