Coleção pessoal de testeteste123

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O seu olhar,
É um mistério!
Penso que o decifro,
Mas me frustro.

O homem passa a vida procurando inimigos além de si, sem perceber que o adversário mais implacável habita o próprio ser. Não é a espada do outro que mais o fere, mas aquilo que, silenciosamente, ele alimenta dentro de si: o ego que o cega, o medo que o aprisiona, o ressentimento que o corrói e os desejos que o escravizam. A mais árdua batalha não se trava contra o mundo, mas contra a própria natureza quando ela se rebela contra a razão. Pois aquele que não consegue governar a si mesmo jamais será verdadeiramente livre, ainda que conquiste o mundo inteiro.

Não era eu o teu foco.
E, ainda assim, houve um instante
em que, sem perceber e sem querer,
você me deu razão de viver.

Sei que não era para mim.
Talvez nunca seja.
Mas vibrava uma energia no espaço-tempo
que me provocava a existir
e a desejar o pertencer.

O tempo não debocha;
somos nós que, tantas vezes,
não sabemos vivê-lo.

"O GRANDE MÉRITO DO HOMEM NÃO É CHEGAR AO PÓDIO, MÁS O SOFRIMENTO, A LUTA CONSTANTE PARA CHEGAR AO PÓDIO" Ademar de Borba

Quem subir de carreira ou de cargo, melhor nos respeitar e não trazer palavras de motivação como se tudo fosse fácil. Suba de cargo e agradeça. Amanhã é dia seguinte.

"Só possui o MELHOR de MIM quem me oferece o MELHOR de SI" ( William Coran )

Toda juventude acaba;
o poder se dilui;
a arrogância se cala;
a crueldade transforma-se em solidão.

E, no fim da vida,
se não houve justiça,
restarão a dor,
a angústia
e o abandono.

O que será,
será...
será?

“Cuidado com as mentiras envoltas em ternura; algumas ferem justamente porque chegam disfarçadas de afeto.”

DEPOIS DE TUDO


Talvez o problema das relações de hoje não seja a falta de conexão.


Talvez seja a falta de disposição para permanecer.


No começo, todo mundo parece saber o que quer.


Existem palavras bonitas, promessas, conversas intermináveis, fotos, desejos, planos e aquela sensação de que finalmente encontramos alguém diferente.


Até que chega a rotina.


E é aí que muita gente desiste.


Porque o beijo já não tem a mesma novidade. O abraço já não provoca a mesma ansiedade. A presença deixa de ser descoberta e passa a fazer parte do cotidiano.


Então aparece outra pessoa.


Outra conversa.
Outra emoção.
Outra “maçã”.


Mas talvez o problema nunca tenha sido a maçã.


Talvez seja a necessidade de sempre morder uma nova.


Porque pessoas não foram feitas para permanecer eternamente interessantes como uma novidade. Pessoas têm dias bons e ruins. Têm defeitos. Têm inseguranças. Têm passado.


Eu também tenho.


E não tenho vergonha disso.


Eu quero amar dando o melhor de mim. Quero ser romântico, carinhoso, intenso, companheiro e verdadeiro.


Mas existe uma coisa que eu não entrego em troca de amor:


a minha essência.


Eu posso evoluir.


Mas não quero me transformar em outra pessoa para ser escolhido.


E talvez seja justamente isso que mais dói.


Depois de tudo que a gente vive, ainda precisamos esperar para descobrir se alguém está realmente disposto a ficar.


Porque dizer “eu te amo” quando tudo é novidade é fácil.


Difícil é olhar para a mesma pessoa depois que a novidade acabou e continuar dizendo:


“Eu ainda quero você.”


É aí que começa o amor de verdade.


Não depois do primeiro beijo.


Não depois da primeira noite.


Não enquanto tudo é perfeito.


Mas depois de tudo.




Fhayom

Por causa da sua fraqueza e falta de caráter!!!
Anote aí porque perdi por você a única coisa que selava nossa amizade; a boa e velha “admiração”

A verdadeira presença não precisa do aplauso do outro para existir; ela se sustenta na constância do próprio gesto.

Eu não precisava da validação ou do entusiasmo de ninguém para manter a minha chama acesa.

Para escrever os próximos capítulos da minha história, preciso parar de revisar o passado com os olhos de quem ainda busca revanche.

O verdadeiro amor-próprio não está em carregar as cicatrizes como armas de guerra, mas em esvaziar a mochila para caminhar mais leve.

Quando percebi que o tempo gasto odiando o outro era o tempo que eu deixava de investir em mim, a chave virou.

Eu sofria por um futuro que nem existia, congelada em um presente que eu me recusava a viver.

Eu assistia à reprise da história dos outros porque, no fundo, tinha pavor de criar a minha.