Coleção pessoal de testeteste123
“Nunca confie em quem humilha os outros só para se exibir.
Hoje você é plateia.
Amanhã, será vítima.”
Feudo tecnológico sua alienação descrita por fisolosoficos e críticos da filosofia. Abrangente o contexto.
Damos livre-arbítrio na interlocução.
Somos copilidos a compreender que tudo que vemos nos moldes da matrix e laços profundos do capitalismo.
Temos a realidade ambígua em formato de um agronegócio de fatores da tecnologia.. esses fatos dominam economia e desguina a consciência num estado inerte todavia de alienação.
A verdade pode escorrer pelas correntes de dados fluir em algoritmos... sempre haverá uma opção de alienação intelectual e social o "labirinto" de deepfakes e resenha fakes news.
Será obstáculo para democracia?
Ou será vendido na navalha do caos.
"A alma não precisa de legenda quando a energia é pura; bebês e animais não leem palavras, eles decifram o espírito, e se eles se aproximam sem medo, é porque reconheceram em você um porto seguro que a maldade do mundo ainda não conseguiu corromper."
Depoimento de um verdadeiro Sulista!
Há uma beleza no simples costume do campo, onde encilhar bem um cavalo e seguir ao trote parece ensinar que a vida exige firmeza, coragem e alma forte. Existe verdade no cheiro da costela de novilha pingando graxa no fogo grande de angico, no olhar do ginete preparando a tropilha e na lida bonita de quem honra o próprio ofício. O Sul velho carrega costumes que nunca se perdem: o chimarrão amargo bem cevado, o ponteio do pinho numa tarde de garoa e o homem campeiro que segue firme, mesmo quando a lida é bruta. Cada passo sobre o lombo de um cavalo conta a história de homens de alma rude, que aprenderam a pedir que Deus ajude sem abandonar a própria caminhada. E talvez seja exatamente isso que torna essa terra tão forte e verdadeira: a simplicidade de quem vive solto das patas, enfrentando o tempo com humildade, coragem e coração Sulista.
- Tiago Scheimann
"A vaidade fecha os olhos da alma para as bênçãos do alto, porque o espírito ocupado em glorificar a si mesmo perde a capacidade de contemplar aquilo que é eterno. O tempo, juiz silencioso de todas as pretensões humanas, apagará nomes, títulos e memórias e, por isso, mais sábio do que buscar ser lembrado pelos homens é viver de modo digno diante de Deus, extraindo da existência não a glória passageira do ego, mas a plenitude serena da verdade, da humildade e da virtude.”
Minha amizade com Noêmia e Maurício do Valle, filhos da artista me legou um saber na obra da Rosina. Sendo os dois, dos quatro filhos da artista, a convivência e a afetividade comigo, tem um peso maior, pois representam em si a historia de Rosina Becker do Valle. Essa amizade explica como Barradas, tive acesso privilegiado e legítimo às obras guardadas pela família, desde os anos de formação. Alguns destes trabalhos deixadas aos filhos e hoje em posse e propriedade legal de Ricardo V. Barradas, registram o momento em que Rosina, incentivada por Ivan Serpa no MAM-RJ, iria se tornar uma das principais pintoras naïf do Brasil. Para o mercado, por estas obras terem vindo diretamente dos filhos confere a Barradas o nível máximo de confiabilidade de proveniência deste acervo.
Desrespeito, insensatez ou indignidade são o que se manifesta na população que confronta, questiona ou amaldiçoa o sistema judiciário.
Não temo mais a dor como antes. O que me assusta é o vazio que ela deixa. Esse lugar sem cor, sem eco, sem direção. Um espaço onde até a saudade parece distante. Como se eu tivesse me desligado de mim mesmo por um instante.
Há palavras que nunca saíram de mim. Não por falta de desejo, mas porque pressenti que o mundo não saberia recebê-las. Então elas ficaram aqui, acumulando peso e silêncio. E o que não se diz, com o tempo, também fere.
Carrego uma fé que já foi quebrada muitas vezes. Mas ela insiste em se refazer, sem espetáculo. Não porque tudo vá dar certo, mas porque me recuso a abandonar totalmente a possibilidade de sentido. Às vezes, isso já basta para seguir.
Aprendi a sobreviver em terrenos áridos, onde o afeto era escasso e o silêncio, regra. Hoje, mesmo diante do amor, a leveza ainda me causa estranhamento, como se meu corpo tivesse desaprendido o descanso.
Nem toda dor precisa ser resolvida de imediato. Algumas só precisam ser sentidas até o fundo. Como o inverno que parece interminável, mas que prepara a terra em silêncio para tudo aquilo que ainda pode nascer.
Viva como se já estive morto
A vida é e-fe-me-ri-da-de...
Efemeridade...
Esse deveria ser o nome da vida
Vida= efemeridade
Efemeridade= vida
Porque se preocupar
Tudo vai terminar num buraco
ou em fumaça.
A Ilusão da Semelhanças
Qualquer semelhança é de fato coincidência.
Assim acontece numa ação,
Duas coisas acontecem em sequência
Até parece ser a mesma coisa, mas não são!
É uma ilusão da semelhança,
A diferença sutil entre coisas parecidas.
Podem até trazer lembranças,
Todavia estão apenas distorcidas.
O que nos parece quase igual
É, na verdade, muito diferente.
Uma semelhança casual
É um engano para a nossa mente.
Coisas iguais estão separadas na essência,
Podem até estar próximas fisicamente
Mas na verdade, só na aparência
O que confunde muito nossa mente.
Raimundo Nonato Ferreira
Maio/2026
