Coleção pessoal de testeteste123
Éramos parte dos céus...
Nossa tecnologia nos deixando arrogantes e alienados que deuses miticos são parte de nossas emoções mais profunda e sonhos são lampejos de uma realidade que não conseguimos compreender diante da grandeza do universo.
Mesmo Síndrome do ego e da ostentação... lampejos diante perdição.
Compreender os antigas moralidade dos senso crítico e floresta de sonhos...
As estrelas sempre guiaram a humanidade...
O espelho negro das água profundas do relativismo do ser ...
Porque somos objetos alienados...
Diante o tempo Éramos filhos dos deuses, agora so somos sombras atras de um teatro de bonecos...
Nossa conexão com nos mesmo se tornou um mar de futilidade.
Relacionamento é uma pode da criação era sagrado agora mero objeto de ostentação.... o futuro eram crianças que seriam o sonho de um mundo melhor...
A morte da tolerância é se valorizar e sair quando o respeito não está sendo ofertado.
Não existe presença de Deus em opções.
Apesar de saber que nada dura pra sempre tem coisas tão especiais na nossa vida que a gente queria que fosse. E por isso zela com carinho, cuida como se fosse um cristal só pra burlar a lógica do tempo e fazer com que durem um pouco mais.
Solidão não é sobre estar sozinho é sobre estar acompanhado mas, impedido de manifestar a sua opinião, seus medos, sentimentos ou emoções.
No refúgio do vasto sentimento.
Observo a imensidão do universo...
Sinto frio e a solidão dos corpos celestes...
Sou testemunha que mundos morrem nas virtudes das sombras...
Somos seres pequenos diante o lampejo do universo...
Nem compreendemos nos mesmos...
Nossos ancestrais tinham a conexão dos deuses místicos tínhamos a compreensão inata torna navegante de um mundo desconhecido...
E novas descobertas o universo nos espera talvez num futuro distante outros pensadores terão mesmo olhar em outras terras buscando a beleza no caos predomina a escuridão do universo.
A paz não é e nunca foi barata. Às vezes, para adquirí-la precisamos abrir mão de várias outras coisas. Mas, confesso: é um investimento que vale cada centavo pago.
O problema do medíocre não é a mediocridade em si. O problema dele é não se ater aos limites da sua mediocridade e, consequentemente extrapola-la para reclamar, criticar e condenar quem está além dela.
O abismo ouve...
O abismo responde...
O vazio está no máximo silêncio...
A palavras são sussurros aos ventos
Lágrimas veladas sao catigas de amor
As mesmas lágrimas escorrem num rio de solidão. ..
Entre linhas dos céus lágrimas são gotas dos ceus...
Luz calida sob ador da alma fria sem vida, mais vida é resiliência. . .
Canta todavia a música da paixão...
Que embriagado sonho seja maravilhoso...
Os primeiros raiar do sol sua alma canta no linear do despertar sonhos parecem ser o desejo de viver cada instante eterno....
O Direito ensina, antes de qualquer outra coisa, a suportar o tempo da verdade. A não deduzir. A não preencher silêncios com a própria suspeita. A diferenciar o que é dito, o que é provado e o que é apenas presumido.
Estudar Direito, para mim, não é abandonar nada do que já me move, é dar forma jurídica àquilo que sempre foi posição: defender com método, exigir com critério, julgar com prudência.
Quem confunde sensibilidade com ingenuidade transforma cada gesto generoso em alvo. Quem confunde cautela com indiferença passa a julgar o silêncio antes de entender o cuidado. Quem trata a exigência de prova como ofensa pessoal abre caminho para a condenação pelo rumor. E quem trata a ausência de prova como confissão inverte a lógica que sustenta qualquer civilização que ainda pretenda chamar-se justa.
Eis que a solidão se fazia imponente e não era mais que uma chuva silenciosa, que arrasta as folhas em suas enxurradas de galhos ressequidos a se perder na estrada. A solidão muito mais aprofunda nossas raízes no peito vívido da terra, em seu teto de atmosfera que cobrem todos os homens e suas fragilidades campestres. Minha honra é destrinchar o horizonte e recuperar o ontem que ainda se faz no agora. Ponho-me a comer amoras e desce de meus lábios líquidos roxos quase pretos. A amora traz em seu significante o amor que se demora. Bebo a água que me bebe e se esvai na estratosfera das mãos que buscam reconciliação, pois que é vã ceifar a terra de nossas colheitas e se dispersam os sonhos inocentes que se desmancham na terra vermelha. Somos fios de esplendor na imersão da cores em construção. A solidão se faz solitude na medida da incompletude de todos os pássaros que sobrevoam a cidade. E se faz rara a felicidade autêntica na boca ao mostrar os dentes. No tribunal as colinas tomam as decisões e são rigorosas todos os processos da alma em estágios avançados de se clamar ao sagrado a absolvição de nosso sangue irmão, que em longa contemplação se saceiam de nuvem na quietude da noite que chega discreta a escurecer a voz do trovão nos pés dos elementos encandeados. Os versos perscrutam a vida e suas partidas que mais se fazem comedidas a salvar a alegria dos dias. Eu volto minha face ao mar e me elevo em grandes ondas que se fazem inquietas. O amor no ar me ilumina e mais preservo a retina ao filtrar as palavras e deixá-las ensolaradas a raiar até mesmo na madrugada. O coração é o riso do campo se tanto mais encantos florescem no jardim das orquídeas em festa. Um mar de afeto nos trás para bem mais perto. E o poema se faz em versos de amor que floresceram na inesperada construção do agora. O amor se demora em brilhos da íris que finalmente encontra abrigo e somos fraternal amigo.
Nem toda abertura é fraqueza, nem toda cautela é frieza, nem toda exigência de prova é injustiça, nem toda falta de prova é culpa.
Uma sociedade pode se orgulhar de sua eficiência e ainda assim ser moralmente estreita. Pode confiar muito entre os seus e quase nada nos vulneráveis. Pode ter prosperidade para quem já é reconhecido e suspeita para quem precisa começar de novo. A confiança não é apenas acreditar em alguém.
Às vezes, confiar é emprestar ao outro uma ponte que ele ainda não consegue construir sozinho. Isso vale para tudo. Aldeias, empresas, famílias, movimentos sociais, instituições religiosas, projetos intelectuais e nações. Onde ninguém corrige nada, a confiança vira permissividade. Onde tudo é punição, a confiança vira medo.
A maturidade está em criar consequências sem destruir o vínculo. A confiança madura não é a confiança que acredita em tudo. Também não é a desconfiança que suspeita de todos. É a capacidade de abrir espaço para o outro sem abandonar a lucidez.
