Coleção pessoal de testeteste123

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“Toda civilização começou antes da lei, antes da escrita e antes do poder: começou no corpo, no colo e na voz de uma mulher.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mulher não entrou tardiamente na história; ela sempre esteve lá, ainda que muitos tenham tentado escrever seu nome com letras menores.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Prefiro a delicadeza de uma verdade imperfeita à rigidez de uma vida calculada demais.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A insensatez necessária é aquela que nos devolve ao riso, ao corpo, ao instante e à coragem de viver.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A verdadeira loucura talvez esteja em fingir sensatez quando a alma pede leveza.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Ser humano é aceitar a contradição sem transformar toda incoerência em culpa.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

DEUS... quando tem um propósito para a nossa vida... ELE... nos mantém firmes e fortes... para que possamos com a capacitação que nos foi dada... ser a tábua de apoio... a força e a coragem... no mar turbulento de tantas vidas. Vamos em frente que o tempo não para...!

“Mudar de ideia não é fraqueza; é sinal de que a alma ainda não morreu dentro das próprias certezas.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

E se perguntarem por mim, diga que estou ótima!

“Desobedecer regras inúteis pode ser o primeiro gesto de sanidade de uma alma cansada.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A vida não exige que sejamos previsíveis; exige que estejamos presentes.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

"A verdadeira estabilidade não nasce da tentativa inútil de conter o inevitável, mas da sabedoria de escolher onde firmar as próprias bases. Quem enfrenta a vida com rigidez acaba consumido por suas correntes. A resiliência autêntica reside em compreender o fluxo do tempo e sustentar-se naquilo que permanece imutável: os valores, o caráter e a verdade."

não sou nada e disso faço meu tudo

A inteligência, não é a representatividade da sabedoria propriamente dita. Ela é empregada na arte de analisar, assimilar e raciocinar, principalmente no emprego das teorias em avaliações, na resolução de problemas e conflitos. Na superação dos obstáculos, em situações de pressão psicológica.
O sábio, desvencilha-se das barreiras, e dominam todas as formas de estresse, constrangimento e coerção.


210526

A era da criação desenfreada deu lugar à era do refinamento consciente; o desafio atual não é mais produzir o novo, mas elevar a essência do que já existe à sua máxima evolução.

O peso que hoje te cansa é o mesmo que te constrói. Sentir a fadiga do processo é a prova máxima de que você escolheu ser o arquiteto da sua história, e não apenas uma testemunha do tempo.

Sendo submundo a aceitação daqueles instantes opacos que alma morre no sentimento.
Seus olhos sangram,
Sua alma grita...
O sincronismo do silêncio da o desespero...
Sua face imaculada senti o prazer do frio caótico...
As sombras da ador que o corvo senti..
Grito alma sem vida a vela se apaga...
Seus lábios pálidos transmite uma mensagem ao ventos...
Suas mortalhas rasgadas voam em conflitos da alma condena...

Sossega, não sendo uma boa pessoa, senão a sociedade matar-te-á em vão. Finge apenas que és uma má pessoa.

ENTRE O MEDO E A VERDADE.
O ESPIRITISMO NÃO NASCEU PARA O SILÊNCIO.
Existe uma enfermidade silenciosa que atravessa parte do Movimento Espírita contemporâneo. Não se trata da ausência de estudo, nem da falta de obras, reuniões ou instituições. Trata-se do medo. Medo de investigar. Medo de questionar. Medo de evocar. Medo de ouvir. Medo até mesmo de aplicar integralmente o método que o próprio Allan Kardec estruturou.
Curiosamente, muitos homens afirmam defender a razão enquanto transformam prudência em interdição absoluta. E nisso nasce um paradoxo psicológico profundo. O mesmo Espiritismo que surgiu através do intercâmbio entre encarnados e desencarnados passa a ser defendido por pessoas que demonstram receio do próprio fenômeno mediúnico que lhe deu origem.
É necessário compreender algo fundamental. Kardec jamais proibiu evocação. Pelo contrário. O Livro dos Médiuns dedica capítulos inteiros ao estudo das evocações, dos métodos, das condições morais e dos perigos envolvidos. O codificador não construiu um sistema de silêncio espiritual. Construiu um método de discernimento.
A diferença é gigantesca.
O problema nunca esteve no ato de evocar. O problema sempre esteve na intenção moral do evocador.
Existe enorme distância entre evocação séria e curiosidade frívola. Entre investigação filosófica e espetáculo mediúnico. Entre estudo criterioso e dependência psicológica dos Espíritos.
Quando alguns afirmam que não se deve colher informações de Espíritos como André Luiz, Emmanuel ou Humberto de Campos, inevitavelmente acabam mergulhando numa contradição lógica. Porque grande parte da literatura espírita posterior à Codificação nasceu precisamente de comunicações espirituais.
Se toda comunicação posterior é automaticamente suspeita apenas por ser mediúnica, então muitos dos próprios pilares culturais do Movimento Espírita moderno seriam colocados sob desconfiança permanente.
Entretanto, também seria ingenuidade aceitar tudo indiscriminadamente. Kardec jamais ensinou credulidade cega. Ele advertiu severamente acerca da fascinação, da mistificação e do orgulho mediúnico. Eis o ponto frequentemente negligenciado. O Espiritismo não exige ingenuidade emocional. Exige análise racional aliada ao critério moral.
A evocação não constitui pecado doutrinário. A irresponsabilidade moral, sim.
Quando Moisés proibiu práticas necromânticas em Israel, o contexto era profundamente sociológico e civilizatório. A humanidade antiga encontrava-se mergulhada em magia tribal, idolatria, manipulação sacerdotal e superstições violentas. A proibição mosaica possuía caráter disciplinador para uma sociedade ainda dominada pelo instinto coletivo.
O próprio Espiritismo reconhece o progresso gradual da Revelação divina. Kardec jamais tratou os textos mosaicos como congelamento eterno da compreensão espiritual humana.
Além disso, existe uma questão psicológica raramente discutida. Muitos homens não temem os Espíritos. Temem perder o controle interpretativo sobre a Doutrina. Temem o surgimento de novas análises, novos estudos, novas comunicações e novas perspectivas. O receio da fragmentação transforma-se então em centralização do pensamento.
E toda centralização excessiva produz muros intelectuais.
O chamado “controle universal dos ensinos dos Espíritos”, elaborado por Kardec, jamais foi concebido como mecanismo de censura doutrinária. Tratava-se de um método comparativo, racional e universalista para evitar personalismos mediúnicos e sistemas isolados de revelação.
Porém, quando homens emocionalmente inseguros se apropriam de princípios metodológicos, frequentemente transformam discernimento em policiamento ideológico.
Então surgem divisões.
Discussões intermináveis.
Disputas de autoridade.
Grupos que se observam mutuamente como se fossem guardiões exclusivos da legitimidade espírita.
Tudo isso enquanto o fator moral íntimo permanece relegado ao segundo plano.
O próprio Kardec advertiu que o verdadeiro espírita reconhece-se pela transformação moral e pelo esforço em domar suas más inclinações. Não pela quantidade de proibições que impõe aos outros.
Existe também um orgulho intelectual extremamente sofisticado dentro dos ambientes religiosos. Não é o orgulho agressivo e visível. É o orgulho da convicção absoluta. O orgulho de acreditar que somente determinado grupo possui capacidade legítima para validar comunicações espirituais.
E nisso reside uma tragédia silenciosa.
Porque nem mesmo uma eventual comunicação atribuída ao próprio Kardec seria unanimemente aceita hoje. Muitos a rejeitariam antes mesmo de analisá-la. Não por critério racional legítimo, mas porque o homem frequentemente teme aquilo que ameaça suas estruturas psicológicas de segurança doutrinária.
Enquanto isso, esquecem-se da essência.
O Espiritismo não nasceu para fabricar tribunais espirituais entre encarnados. Nasceu para iluminar consciências.
Se um homem evoca apenas por curiosidade vazia, colherá perturbação.
Se evoca com orgulho, encontrará Espíritos orgulhosos.
Se busca espetáculo, atrairá mistificação.
Mas se investiga com seriedade, humildade e equilíbrio moral, estará apenas utilizando um mecanismo que o próprio Espiritismo reconheceu como legítimo dentro de critérios elevados.
A pergunta mais importante nunca foi “podemos evocar”.
A pergunta correta sempre foi “com que finalidade moral desejamos fazê-lo”.
Porque nenhuma evocação será mais perigosa do que a própria inferioridade psicológica do evocador.
No fim, muitos discutem Espíritos enquanto negligenciam a própria alma. Debatem fenômenos enquanto ignoram a reforma íntima. Erguem muralhas doutrinárias enquanto o orgulho continua intacto no interior da consciência.
E talvez por isso exista tanta inquietação.
O homem teme ouvir os Espíritos porque ainda não aprendeu completamente a ouvir a própria consciência.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
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Frio da existência da construção da alma condena o espírito sem definição...somos manipulados no infinito de nossas vidas...