Coleção pessoal de testeteste123
"VOCÊ NÃO TEM CERTEZA DO RESULTADO QUE OBTERÁ DE SUA AÇÃO, MAS SE NÃO AGIR NÃO TERÁ RESULTADO NENHUM".Ademar de Borba
O número representa a possibilidade de converter multiplicidade aparentemente caótica em estrutura inteligível.
O acaso frequentemente representa apenas o limite provisório do conhecimento humano acerca das relações causais.
A natureza fornece disposições; a educação transforma essas disposições em hábitos, competências e responsabilidades.
Quem procura exclusivamente fora de si aquilo que depende de sua própria ordenação interior transfere ao mundo uma competência que pertence à própria consciência.
A felicidade pode ser compreendida como uma forma de estabilidade interior diante da instabilidade exterior.
A educação não apenas informa o indivíduo: ela modifica sua estrutura decisória e, com isso, altera sua capacidade de produzir consequências morais e sociais.
O prazer juridicamente legítimo pela razão é aquele cuja satisfação não produz posteriormente uma cadeia desproporcional de sofrimento.
Aquele que pratica deliberadamente a injustiça corrompe sua própria ordem interior, podendo tornar-se mais miserável do que aquele que sofreu o dano.
A insuficiência econômica não explica sozinha a pobreza existencial; frequentemente é o desejo ilimitado que transforma abundância em carência.
Aquele que governa seus desejos exerce sobre si mesmo autoridade superior àquele que conquista territórios sem conseguir governar a própria vontade.
A verdadeira coragem não consiste apenas em submeter adversários, mas em impedir que os próprios impulsos adquiram poder despótico sobre a razão.
É juridicamente mais racional eliminar as causas estruturais da injustiça do que multiplicar indefinidamente as sanções destinadas apenas aos seus efeitos.
Quem limita racionalmente seus desejos possui uma riqueza que o patrimônio, por si só, jamais garante.
Uma existência sem momentos de celebração pode conservar sua legalidade biológica e, ainda assim, perder sua legitimidade existencial.
A felicidade não constitui consequência necessária da acumulação patrimonial, mas resultado da ordenação racional dos desejos.
