Coleção pessoal de testeteste123

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Às vezes a gente passa tanto tempo tentando ser aceito pelos outros que esquece de perguntar se está sendo verdadeiro consigo mesmo.
Crescer não é virar alguém perfeito. É aprender a reconhecer os próprios erros sem deixar que eles definam quem você é. Tem dias em que você vai se sentir perdido, atrasado ou insuficiente — mas comparação nunca mostra a história inteira de ninguém.
O tempo muda muita coisa. Pessoas mudam. Sonhos mudam. E isso não significa fracasso. Significa que você está vivendo.
Talvez uma das coisas mais difíceis seja entender que nem tudo precisa fazer sentido agora. Algumas respostas só chegam depois que a gente continua caminhando, mesmo sem certeza.
E no fim, quem aprende a ter paz consigo mesmo descobre uma liberdade que nenhuma aprovação externa consegue dar.

Para mim, um dos maiores atos do amor é continuar amando a outra pessoa mesmo sabendo que ela não é perfeita.

Antes de dormir me peguei pensando... o que seria do mundo se todo mundo fosse igual? Os mesmos pensamentos sejam esses racistas, homofobicos, xenofobicos... Eu agradeço por não termos nascidos todos iguais, ate por que o mundo seria bastante sem graça.


Luiz Felipe, pensamento da noite.

⁠"Sua coragem é construída nos dias difíceis. Mesmo exausta, ela vence os próprios medos a cada amanhecer, mantendo-se firme e inabalável sob a proteção de Deus."
------ Eliana Angel Wolf

⁠"Cansada, sim. Calejada pelas lutas diárias, também. Mas derrotada, nunca. Ela continua de pé, com a doçura no coração e a certeza de que cada passo seu é guiado por Deus."
------- Eliana Angel Wolf

"Ela é forte, é corajosa e, mesmo cansada e calejada pelas batalhas da vida, continua de pé. Sua força não vem de si mesma, pois é Deus quem guia e sustenta cada um dos seus passos."
------- Eliana Angel Wolf⁠

"Sua essência é feita de doçura e luz, mas seus passos são firmes; ela é uma mulher forte que caminha na companhia dos lobos que a protegem."
------ Eliana Angel Wolf⁠

"Há uma doçura de anjo em seu olhar, mas não se engane: ela é forte e caminha protegida por lobos que reconhecem sua luz."
----- Eliana Angel Wolf⁠

Alegoria da caverna digital .
So tem um celular e notebook
Mesa cadeira e sofá.
O resto vem por entrega rápida.
Alienação visual e intelectual é uma penxincha tudo grátis ainda tem Internet de graça...
A fogueira agora é um aquecedor elétrico ou a carvão da mata nativa...
Fast-food se da existência o boi social...
Sendo digno ate farmácia tem entrega rápida pois boi não desceu bem...
Ma digestão pois a carne apodrece no estômago por tres dias antes de poluir os rios degradados com dejetos do homem-ego primo do homem gafanhoto.

"Doce como um anjo, forte como a própria vida. Ela caminha livre com os lobos que a protegem."
---- Eliana Angel Wolf⁠

"Ela não precisa dominar a natureza; como uma boa guerreira, ela apenas caminha livre, forte e selvagem em sintonia com o lobo."
------ Eliana Angel Wolf⁠

"Nascida para ser livre, criada para ser forte. Uma guerreira com o instinto selvagem de quem corre lado a lado com o lobo."⁠
------- Eliana Angel Wolf

Quem inventou o amor ,o amar o desespero de estar, de se ajuntar ,de casar, de honrar ,de valorizar,de sentir falta,de querer estar envolto,de gostar de sentir corpo a corpo,ahhhh como é Bom,como é Divino ,como.é Rico quem verdadeiramente tem um amor correspondido, um amor não dividido,um amor sem reservar; só amar e amar ,amar como antigamente se apaixonar e viver felizes para sempre,Eu quero meu felizes para sempre!!! Eu quero eu terei um romance a lá francês.

O ESPÍRITO DIANTE DO PRÓPRIO SEPULTAMENTO.
Marcelo Caetano Monteiro.
Quando o corpo desce ao silêncio do túmulo, a consciência não mergulha no nada. A morte não extingue o Espírito. Apenas rompe os vínculos materiais que o prendiam provisoriamente à veste carnal. O homem continua vivendo além da sepultura, levando consigo a memória, os afetos, as virtudes e as imperfeições que cultivou na Terra.
Em “O Livro dos Espíritos”, capítulo VII, questão 327, a Doutrina Espírita ergue um dos mais profundos esclarecimentos acerca da sobrevivência da alma. Allan Kardec pergunta aos Espíritos Superiores se o Espírito assiste ao próprio enterro. A resposta possui extraordinária gravidade filosófica.
“Frequentemente assiste, mas, algumas vezes, se ainda está perturbado, não percebe o que se passa.”
A revelação dissolve séculos de materialismo e superstição. O Espírito não perde instantaneamente a consciência ao desprender-se do corpo. Muitos acompanham o velório, observam os familiares, percebem as homenagens, as lágrimas e até mesmo os pensamentos daqueles que se aproximam de seus despojos mortais. Outros, entretanto, permanecem em estado de perturbação espiritual transitória, semelhante ao despertar confuso de alguém arrancado abruptamente de profundo sono.
A perturbação após a morte constitui fenômeno natural do desligamento perispiritual. Em “O Livro dos Espíritos”, itens 164 e 165, os Benfeitores ensinam que a alma experimenta inicialmente um estado de torpor. As ideias tornam-se nebulosas. A memória parece vacilar. A consciência necessita readaptar-se à nova esfera de existência.
Essa perturbação varia conforme o adiantamento moral do Espírito. Para alguns, dura breves horas. Para outros, meses ou anos. Não existem duas desencarnações rigorosamente idênticas, porque cada criatura parte segundo o peso de sua própria consciência.
O homem virtuoso, que cultivou o bem, a oração, a caridade e a reflexão espiritual durante a existência terrena, desprende-se com maior serenidade. Já o Espírito excessivamente apegado à matéria, dominado pelo orgulho, pela revolta ou pelas ilusões materialistas, experimenta sombras íntimas mais profundas.
Muitos, acreditando na destruição absoluta da vida, despertam em estado doloroso ao perceberem que continuam vivos além da sepultura. Outros acompanham, estarrecidos, a decomposição do próprio corpo, tentando inutilmente reanimá-lo, presos mentalmente à matéria que já não lhes pertence.
Também os adeptos das religiões superficiais, que prometem o Céu sem renovação moral, surpreendem-se diante da realidade espiritual. A lei divina não consagra privilégios. O destino da alma não se decide por fórmulas exteriores, mas pela transformação íntima, pelas obras e pela elevação do sentimento.
Na questão subsequente, Kardec indaga aos Espíritos.
“A concorrência de muitas pessoas ao enterramento o lisonjeia?”
A resposta possui sublime profundidade moral.
“Mais ou menos, conforme o sentimento que as anima.”
Não é a multidão que consola o desencarnado. É o amor verdadeiro. Uma prece sincera possui maior luminosidade espiritual que homenagens vazias. O Espírito percebe os sentimentos ocultos sob as aparências humanas. Reconhece a autenticidade da dor, da gratidão e da fraternidade.
Sob a ótica espírita, o funeral não representa um fim definitivo. É apenas uma passagem entre dois estados da vida. A alma permanece consciente e sensível às vibrações que a cercam. Por isso, o desespero excessivo, a revolta e o apego desesperador podem dificultar-lhe o refazimento. A oração serena, ao contrário, converte-se em bálsamo invisível para aquele que retorna à pátria espiritual.
Em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, capítulo X, item 18, encontra-se a exortação consoladora.
“Espiritismo. Doutrina consoladora e bendita. Felizes os que te conhecem e tiram proveito dos salutares ensinamentos dos Espíritos do Senhor.”
O Espiritismo não glorifica os túmulos. Não cultua a morte. Ilumina a continuidade da vida. Revela que a consciência sobrevive à destruição do corpo e prossegue submetida às soberanas leis de Deus, da justiça e da caridade ensinada por Jesus Cristo.
A sepultura encerra apenas a matéria fatigada. O Espírito prossegue sua jornada eterna, recolhendo, além do túmulo, a luz ou a sombra que edificou dentro de si mesmo.
Fontes.
“O Livro dos Espíritos”. Allan Kardec. Capítulo VII. Questão 327. Itens 164 e 165.
“O Céu e o Inferno”. Allan Kardec. Parte I. Itens 6, 7, 12 e 13.
“O Evangelho Segundo o Espiritismo”. Allan Kardec. Capítulo X. Item 18.
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Se o vício é a repetição disciplinada daquilo que enfraquece a consciência, a virtude é a repetição consciente daquilo que a fortalece.

Encontro de LÉON DENIS com KARDEC.
Havia em Tours um grupo espírita bem organizado, ao qual, porém, Denis não podia frequentar regularmente devido seus compromissos de trabalho. Mas, em meio aos primeiros estudos doutrinários, junto com alguns amigos espíritas, o rapaz ficou sabendo de um evento especial que se daria na sua cidade: a visita do autor de O Livro dos Espíritos.

O ano era o de 1867 e Denis tinha apenas 21 anos de idade. A reunião estava prevista para se realizar num salão, mas a prefeitura não providenciou a autorização do evento; então uma das personalidades espíritas da cidade ofereceu sua residência para sediar a palestra. Denis encarregou-se de ficar à porta do endereço anterior para prevenir os convidados da mudança de local; depois, ele foi se juntar os trezentos ouvintes que disputavam um lugar nos jardins da casa do Sr. Rebondin, para ouvir o codificador espírita. Ele registrou esse momento jubilar nos Anais do Congresso de 1925:

“Sob a claridade das estrelas, a voz suave e grave de Allan Kardec se elevava, e sua fisionomia meditativa, iluminada por uma pequena lâmpada colocada sobre uma mesa, no centro do jardim, produzia um aspecto fantástico. [...] Os canteiros do Sr. Rebondin ficaram bem pisoteados, mas cada um levou dessa noite uma inesquecível lembrança.”
No dia seguinte, o rapaz foi cedinho na casa que hospedava o Mestre espírita, só para dar uma espiadinha, do que vai contar: “[...] encontrei-o sobre um pequeno banco, junto a uma grande cerejeira, colhendo frutos que atirava para a Sra. Allan Kardec — cena bucólica que contrastava com aquelas graves preocupações.”

A passagem de Kardec em Tours rendeu a fundação de um novo centro espírita, do qual Denis foi escolhido secretário. A propósito de mais instruções, o apóstolo iria se encontrar o mestre mais duas vezes ainda em 1867; uma vez em Paris, no escritório de Kardec; outra vez num evento espírita em Bonneval. Dois anos depois, à distância, Léon lamentaria a morte do professor.

O vício é o ato disciplinado de repetir a própria indisciplina

Priori


Hoje te entendi , não é insegurança ou preguiça mas atravessar a cidade por 31 km e talvez talvez se decepcionar,não tenho idade pra isso estou em desvantagem, o que poder esperar? Me apaixonei pelos seus :Hi bela! Seu jeito estoico de transcrever a vida mas ter que entender que a frustração de um relacionamento de anos nos torna incapaz muitas vezes com todo medo de prosseguir ,ter que entender ,mas de esquecer o quão bom era por um pouco de tempo com vc não conectados mas sem saber quem és,te perdi sem ao menos te encontrar foi erro meu , mexi em feridas sem saber ,tirei o eu do foco fiquei exposta trouxe a tona seus maiores medos, hoje te entendo,Priori.
Se não for pra deixar me como prioridade não me deixes como uma de suas opções.

“Tudo Muda O tempo Todo”

Bella Lua Oficial

⁠"Não sou apenas uma mulher, sou a loba que sobreviveu à matilha."
------ Eliana Angel Wolf