Coleção pessoal de testeteste123
“O homem não teme a morte da carne; teme a morte daquilo que chamou de ‘eu’. Porque, quando o personagem morre, a consciência revela que a maior mentira que ele sustentou foi acreditar que precisava ser alguém para finalmente ser.”
“O maior medo do homem é o encontro consigo mesmo; porque nesse encontro morre o personagem, desmorona o ego e nasce a única pergunta que a mente sempre tentou silenciar: quem sou eu quando deixo de fingir que sou quem nunca fui?”
“O maior medo do homem não é perder a vida que construiu; é perder a mentira que construiu para suportar uma vida distante de quem verdadeiramente nasceu para ser.”
Chegou ao fim. Encerrou-se a desilusão, o tormento foi embora, e tudo o que floresceu com você se desfez em mim. Foi-se o tempo. Não te amo mais.
“O homem não foge de si mesmo porque não sabe quem é; foge porque sabe, no silêncio que evita, que o ‘eu’ que defende é exatamente aquilo que o impede de ser.”
“O ser humano não tem medo de descobrir quem é; tem medo de descobrir que tudo aquilo que chamou de ‘eu’ foi apenas uma mentira bem construída para não encarar a verdade que sempre esteve dentro dele.”
“Passamos a vida construindo um personagem para sermos aceitos pelo mundo e, quando finalmente encontramos quem somos, percebemos que o maior inimigo da nossa essência era a identidade que criamos para protegê-la.”
“O maior medo do ser humano não é descobrir quem é; é descobrir que passou a vida inteira defendendo a máscara que o impediu de ser.”
“O homem não teme encontrar a si mesmo; teme perder tudo aquilo que construiu para não precisar se encontrar.”
“O último medo do homem não é deixar de existir; é perceber que o ‘eu’ que ele passou a vida inteira tentando proteger era justamente a prisão que o impedia de existir.”
“Não confie cegamente no livro que conta a história; procure enxergar a mente que segurou a caneta, porque toda narrativa revela menos o acontecimento que descreve e mais a consciência de quem a descreveu.”
Andam entre nós
Elas andam disfarçadas entre nós,
Caminham como se fossem iguais,
Dividimos o mesmo ar e o mesmo solo,
Porém, o seu retrato de vida é outro,
A sua visão de vida é outra,
O seu coração não bate como o nosso,
São seres incomuns, decididos e decisivos,
Dão passos que não imitamos na mesma frequência,
Seguem uma direção de luz que não podemos ver,
Surgem do nada, entregam tudo e vão embora, mas deixam seus rastros,
Eu já vi alguns deles em hospitais ajudando a muitos, eu já vi eles tirando pessoas do mar ou de incêndios,
Eles são muitos, e estão espalhados por ai,
Guardem segredo: ( Eu sou um deles).
Para todos os lados observo e vejo grandeza, vejo amor, vejo proveito...
Mas alguém há de ver isso em mim?
Vejo olhares arrogantes...
Observo comentários ruins, julgamentos...
Vejo as praças com seus bancos vazios, mas quem há de estar mais vazio? Os bancos ou as pessoas?
Sorrir para não incomodar o outro com a sinceridade é a mentira mais cega da realidade.
Você será odiado e taxado por demonstrar demais.
Será pisado por demonstrar compaixão.
Será condenado por oferecer perdão.
A realidade se dobra ao que parece sólido, mas não transcendente.
Com o tempo, observei algo nos ímpios...
Mesmo que ali pareça não haver mais nada de digno para um bom futuro, eu observei algo que poucos enxergariam: a reparação.
Não observei as falhas, mas compreendo que muitos são vítimas da realidade, já outros escolheram o caminho por se acharem inúteis para oferecer bondade.
O tolo fala, fala, fala... Mas, na sua tolice, ainda há sabedoria, ainda que poucas vezes... Talvez, se ele falasse para si mesmo, compreenderia.
Observo uma mulher que amo indo embora em mais um capítulo da minha vida...
Coisa que não compreendo; porém, digo ser castigo. Eu espero o melhor, mas vem o pior.
O conceito e a finalidade de uma relação começam na compreensão mútua.
A capacidade de se ver no outro e reparar suas dores...
Mesmo que alguém ame ao ponto de enxergar isso, seria tortura ver sua ternura ir embora depois de tudo.
Observei os pais educando seus filhos...
Vejo a criança cair, mas esperar pelo pai e pela mãe para que a levantem. Mas não a ensinam a usar a própria força dos braços para se reerguer e ficar de pé; é uma tolice mimar os filhos sem ensiná-los a resolver suas próprias questões e a ter um senso de justiça.
Observei a impureza...
Para todos os lados, roupas vulgares... Mulheres, em sua carência, mostram o corpo... Homens, em seu desespero, tentam humilhar os outros...
Mas, entre tudo isso, eu me pergunto:
"Onde estão vocês?"
Para onde foi a compreensão das pequenas coisas?
Para onde foi o valor da sensibilidade?
Para onde foi o senso de justiça?
Onde está o amor?
“A maior mentira nunca foi aquilo em que você acreditou; foi quem você precisou se tornar para continuar acreditando nela.”
“O último cárcere não é a mente, mas a identidade que ela convenceu você a defender como se fosse você.”
Sim, a riqueza é apenas uma ferramenta e não o objetivo em si. Ela não pode ser diretamente equiparada à felicidade ou à saúde. No entanto, desde que possamos utilizar a riqueza de forma racional, poderemos maximizar a felicidade na família e no trabalho
GuSerena asiatica desconhecida eu ian vioto querubim resolvi pegar este trecho de uma de nossas conversar privadas no telegram porque me chamou a atenção .
“A Verdade nunca esteve escondida; quem sempre esteve escondido foi o ‘eu’ que tinha medo de sobreviver sem as próprias certezas.”
