Coleção pessoal de pensador

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⁠Acho que a beleza mais profunda é encontrada naquilo que nossos corações amam.

⁠Eu conheço meu coração. Ele sempre foi seu, Kate. Sempre.

⁠Mas se quiser ficar
Eu disfarço e agarro sua mão
Vilão particular
Sou um blefe de um filme de ação

Se eu subo nesse palco aqui
Foi Deus que me criou assim
E os holofotes vêm ao meu encontro
É que eu te amo e nem te conto
Não, não posso ser seu santo

⁠Ô, sagitariana, tava tudo tão normal
Até que te encontrei, amor de Carnaval
Nada é mais como antes, mas tudo é tão igual

⁠Não valho muita coisa, mas te amo de graça

⁠Não me leve a mal, mas eu não minto
Sempre tô blefando por nós dois
Se eu vacilei foi por instinto
Deixe o fim do mundo pra depois

Não te quero tanto, mas te sinto
Não me confunda tanto assim
Me desculpe, mas não jogo limpo
Não arranque palavras de mim

⁠Seu raciocínio é mágico
Seu rapper não é lógico
Preciso de um leme e de algum antibiótico
Me sinto como um ácaro
Passeio no tapete do Aladdin por todo o sábado

⁠Como pássaros
Livres, mas não estão sozinhos

⁠Diz então
Se você me quer
Ou quer atenção
Um sinal sequer
Pra eu ter noção
E ver qual que é
Sua intenção

⁠Invadem nossa casa enquanto a gente dança
Valeu a pena a gente ter disposição e não grana

⁠Não diz se oque a gente tem é sério
Seu pensamento é sempre um mistério
Te quero e não nego

⁠Gosta de coisas tão simples como eu
Bebi do que já bebeu
Gosta de contar história
E eu conto quem que perdeu
Um alguém como você
Quem teve a sorte fui eu

⁠Te olhar nos olhos parece o infinito
Eu bati a nave quando vi o seu sorriso

⁠Chega de conversa, um milhão de promessa
O povo precisa de uma solução
Só pensa na grana, sucesso e na fama
Respeite o futuro da nossa nação

⁠Quanto o inocente vai ter que pagar
Pra tua atitude, quem sabe, mudar?

⁠O velho corrupto sempre vence no final
Enquanto pra menor pedem pena capital

⁠Gritaram na rua até perder a voz
Sem noção, sem informação
Na má intenção um discurso nojento
Sucateamento da educação

⁠Mas óbvio que você vai pedir desconto
Mesmo sem precisar só pra me desvalorizar
Tua classe mesquinha sei identificar

Dá licença que eu vou transformar
Essa casa gigante em um palácio
Enquanto eu escuto tuas palavras difíceis
Pondo a culpa nos pobres pela desgraça do mundo

⁠E você pensando
Na falha do concreto, olhando pra parede
E os futuros incertos
Das bancas de jornais e jornadas matinais

⁠Fura o olho desse furacão
Venha pisar na grama
Venha avistar, tem aves na varanda