Coleção pessoal de pensador
Devemos usar palavras para elevar e incluir. Podemos usar nossas palavras para lutar contra a opressão e o ódio. Mas também devemos canalizar nossas palavras em ações.
Não haveria tantas histórias sobre vampiros, zumbis e outras criaturas estranhas se elas não existissem de verdade.
Quando escrevo, tento pensar no que eu tinha medo ou no que era assustador para mim e procuro colocar esses sentimentos nos livros.
A maioria dos medos é básico: medo do escuro, medo de descer no porão, medo de sons estranhos, medo de que alguém esteja esperando por você dentro do seu armário. Esse tipo de coisa fica com você, não importa a idade.
Muitos adultos acham que todo livro infantil tem que lhes ensinar alguma coisa. Minha teoria é que um livro infantil pode servir apenas como diversão.
Leia. Leia. Leia. Só não leia um único tipo de livro. Leia diferentes livros de diferentes autores para que você desenvolva estilos diferentes.
Acho que a vida é como uma garrafa de champanhe: uma vez aberta, não é possível colocar a rolha de volta.
Quando se está em movimento, cada posição instantânea é instável. Se quiser ficar em uma posição estável, simplesmente não se mexa.
Um leitor atento sempre aprenderá mais coisas e mais rapidamente com bons autores do que com a vida.
Alguns trabalhos são tão brilhantes, tão poderosos, que nos dão força e nos obrigam a tomar novos rumos. Um livro pode desempenhar esse papel.
Ele tentava se manter do lado certo do poder, tentava ser leal a tantas coisas que ele mesmo não conseguia dizer qual de suas personalidades era a autêntica, se é que ela existia.
Ela decidiu que o amor certamente residia no espaço entre o desejo e a satisfação, na falta, não no contentamento. O amor era a dor, a antecipação, o afastamento, tudo ao seu redor, exceto a própria emoção.
No fim das contas, a melhor forma de viver aqui é sendo esperto. Você precisa ser inteligente para sobreviver.
