Coleção pessoal de pensador
É caindo no abismo que recuperamos os tesouros da vida. Onde você tropeçar, aí reside o seu tesouro.
Quando somos crianças, as pessoas chamam as meninas de princesinhas. Mas do que adianta ser uma princesa a não ser que vire uma rainha quando crescer?
A pobre garota solitária que precisa que os seguidores digam o quanto ela é bonita e legal. Qualquer coisa pra preencher o vazio no seu coração onde o amor dos seus pais deveria estar.
Alguns de vocês estão aproveitando pra acertar as próprias pontas. Querem se sentir melhor que os outros, enquanto ainda tem como. Estão todos apavorados, não estão?
Não fazíamos nada para nos divertir. Você sabe que isso não existia antes, certo? A diversão é um luxo que só a sua geração tem.
Você é jovem, pode fazer muitas coisas na vida. Trabalhar, namorar, viajar… Pode até ter uma família. Mas tem que se decidir e tomar uma atitude.
Acontecem várias coisas sutis a mim e a todas as mulheres, mesmo em nosso mundo progressista, e quando alguém, principalmente meu namorado, me diz que estou errada sem ter como saber minha experiência pessoal, é insultante.
Relacionamentos longos são difíceis. Você não pode esperar ter uma fogueira crepitante imediatamente. Não pode colocar a lenha graúda primeiro. Tem que começar com os gravetos, os que vão acender a fogueira, certo? Depois deles, você coloca a lenha e aí tem as labaredas. Um relacionamento bom é assim. Certo? Mas tome cuidado. Às vezes é difícil achar o graveto certo para acender a fogueira. Um bom graveto.
Na nossa idade, é tudo muito complicado. O que você estiver fazendo na vida e a pessoa com quem estiver podem ser permanentes, sabe? E isso é muita pressão.
Às vezes, quase que por acidente, algo excepcionalmente raro e especial cruza o seu caminho. A vida depende de você enxergar com clareza o que está à sua frente.
Uma das lições mais difíceis de se transmitir a jovens cientistas é de que a busca pela verdade pode contrariar a busca pelo consenso.
A juventude não é uma questão de idade biológica, e sim de atitude. É o que faz com que uma pessoa esteja disposta a abrir novas fronteiras da descoberta científica, enquanto outras tentam permanecer dentro das fronteiras tradicionais.
