Coleção pessoal de pensador
Sabe o que eu adorava quando criança? Quebra-cabeças. Tenho certeza de que tem a ver com o porquê me tornei detetive. Juntar as peças, encontrar os padrões. Essa sempre foi a chave.
Todos nós temos essas feridas, e sempre que deixamos o mundo nos dominar, essas feridas infeccionam.
Ser vítima é uma escolha, e podemos deixar que as adversidades nos definam, nos consumam, ou podemos aceitar as habilidades extraordinárias que temos nesta vida pra criar o resultado que escolhemos pra nós mesmos.
Nós só queríamos ir para a escola. Eu tenho dezesseis anos. Eu não deveria ter que implorar por isso. Mas nós só queremos ir para a aula sem temer por nossas vidas.
É uma coisa traiçoeira. Nunca acontece da noite para o dia. Esse tipo de coisa rastejou para dentro da nossa comunidade há muito tempo. Já está arraigada e se alimenta de preconceito. Egoísmo. Da incapacidade das pessoas de enxergarem a vida pelos olhos dos outros. E cresceu, mais e mais, até chegarmos ao ponto em que as pessoas nem se questionam por que um policial pode atirar primeiro e perguntar depois.
A fúria é um dom. Lembrem-se disso. Agarrem-se a ela, segurem com força e usem como munição. Usem essa raiva para fazer as coisas em vez de apenas se afogarem nela.
Demissão não é pessoal, tá bom? Faz parte de ser um chefe. A parte divertida, em que punimos os fracos.
Todo mundo te desaponta, e é por isso que se enterrou de trabalho. Eu posso ser uma máquina fria e calculista, mas você é igual.
Sempre seja positivo, mesmo quando as coisas são negativas. Porque um negativo mais um positivo é bem melhor do que nada.
Já se perguntou quem assiste a sua câmera do laptop ou por que às vezes você sonha com produtos? Desde o início dos tempos, o mundo é comandado por um grupo de elites anciãs, mas manipular o mundo não é tão fácil quanto antes.
