Coleção pessoal de pensador
No fundo, a gente nunca conhece um pessoa de verdade. É impossível. Coloque uma pessoa num contexto diferente do que ela está acostumada e essa pessoa vai revelar certas características que nem ela mesmo imagina que tem.
Não existe uma palavra para definir uma mãe que perdeu o filho, é o que mais me assusta. Porque é um conceito doloroso demais para tentar encapsular em uma palavra só.
Sabia que as estrelas que vemos com maior nitidez já estão mortas? (...) Elas já se foram sabe-se lá há quanto tempo, mas ainda podemos vê-las. Elas continuam vivendo.
Não é o bastante ter sido uma partícula enorme na extensão da existência. Eu quero, nós queremos mais. Queremos que as pessoas nos conheçam, conheçam nossa história, saibam quem somos e quem seremos. E, depois que formos embora, saibam quem fomos.
Em alguma parte do mundo lá fora estão as pessoas que nos emocionaram, que nos amaram ou que fugiram de nós.
Você é meu cachorro. Eu faço coisas para você. Mas você me ajuda com o meu dia. Você protege o jardim, a casa, aliás, a vizinhança toda. É meu bichinho de estimação. Mas também é meu melhor amigo.
Oi, filhotinhos. Acabei de conhecer você, mas já te adoro. E você, você também, e você. E você. Espere. Falei que te adoro? Eu não sei, então vou falar de novo. Eu te adoro.
Eu acordei! E se eu estou acordado, todo mundo deve acordar! Levante! Eu quero muito que você levante!
