Coleção pessoal de pensador

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Estou feliz por você estar aqui. Mesmo que seja só mais um pouco.

Os sons das histórias são os sons da vida.

Não ditamos as regras. E não cabe a nós mudar o resultado. Quando as pessoas tentam achar algum atalho, alguma brecha, algum trunfo sobre a vida ou a morte, elas podem se machucar.

Se tiver um jeito de salvá-la, de salvar a mim, a todos nós, eu incendeio o mundo inteiro. É isso que significa amá-la.

Como vai sentir alguma coisa se passa tanto tempo lutando?

As pessoas podem ficar tão obcecadas por escapar da morte que estragam a própria vida.

No fim, talvez os anjos sejam isso. Talvez anjos sejam uma segunda chance.

Quero brindar aos dias que passaram e aos dias que virão. Aos dias de hoje e aos dias que passaram. Visíveis ou invisíveis, aqui, mas não aqui. A todos esses dias. Todos eles.

O luto não é seletivo. Ele pode surgir onde você menos imagina.

No fim das contas, é só isso que nós somos: histórias.

Nós somos os autores da nossa história. Nem sempre controlamos a trama, mas podemos decidir quem queremos ser.

Rosa amarela quando murcha perde o cheiro
O amor é bandoleiro, pode inté custar dinheiro
É fulô que não tem cheiro e todo mundo quer cheirar

Lá no sertão, quase ninguém tem estudo
Um ou outro que lá aprendeu ler
Mas tem homem capaz de fazer tudo, doutor
E antecipa o que vai acontecer

Eu sou um pobre caboclo
Ganho a vida na enxada
O que eu colho é dividido
Com quem não prantô nada

A onda quebrou na praia
E voltou a correr no mar
Meu amor foi como a onda
E não voltou pra me beijar

Um dia desse
Eu fui dançar lá em Pedreiras,
Na rua da Golada,
Eu gostei da brincadeira
Zé Cachangá era o tocador
Mas só tocava Pisa na fulô

Ver meus amigos "doutô" basta pra me sentir bem
Mas todos eles, quando ouvem um baiãozinho que eu fiz,
Ficam tudo satisfeito, batem palmas e pedem bis

Carcará é malvado, é valentão
É a águia de lá do meu sertão

Meu samba é a voz do povo
Se alguém gostou
Eu posso cantar de novo

Eu sou a flor que o vento jogou no chão
Mas ficou um galho
Pra outra flor brotar