Coleção pessoal de pensador

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Não dá pra ficar vendo a sua vida passar pela janela não.

Eu gosto de fazer assim: olhar sem ser vista.

O ano que eu vivi duas vidas tá acabando daqui a pouquinho.

Suprimos as carências. Aproveitamos as chances. Andamos perto do limite e, na hora certa, pulamos de cabeça.

Lealdade não vale nada. A fé já era. No fim, tudo se resume a você contra quem quer o que você tem.

A confiança pode ser conquistada. Pode ser dada. E pode ser roubada. Uma vez perdida… não tem mais volta.

É difícil saber a quem ser leal. Com sorte, vai achar alguém que vê o mundo assim como você.

Toda história tem dois lados. E nenhum deles é a verdade.

Descrever minha mãe seria escrever sobre um furacão em todo o seu poder ou a perfeição das cores de um arco-íris.

Ressalva

Este livro foi escrito
por uma mulher
que no tarde da Vida
recria e poetiza sua própria
Vida.

Este livro
foi escrito por uma mulher
que fez a escalada da
Montanha da Vida
removendo pedras
e plantando flores.

Este livro:
Versos… Não.
Poesia… Não.
Um modo diferente de contar velhas estórias.

Este livro
foi escrito por uma mulher
que fez a escalada da
Montanha da Vida
removendo pedras
e plantando flores.

O amor é mantido por um vínculo de reconhecimento, mas, como os homens são maus, se aproveitam da primeira ocasião para rompê-lo em benefício próprio, ao passo que o temor é mantido pelo medo da punição, o qual não esmorece nunca.

Não tem outro modo de esquivar-se das adulações senão fazendo os homens entenderem que eles não o ofendem dizendo-lhe a verdade.

Para fazer amigos, precisa-se de certa cortesia. Para fazer-se verdadeiro, necessita-se de um coração puro.

Dê um passo atrás, e deixe passar aquele que está no seu Caminho. Essa é uma das condutas sociais mais agradáveis e seguras.

Com ventos ruins e chuvas fortes, as aves estão cansadas; com sol forte e brisas suaves, a vegetação floresce. Assim, no mundo não há um só dia que seja desprovido de paz, como no coração das pessoas não deve haver um só dia desprovido de alegria.

Se tudo que escutássemos fosse agradável, e se tudo que víssemos fosse conveniente, isso seria como afogar-se em vinho venenoso.

Quem não conhece as artimanhas do mundo é nobre; mas quem as conhece, e não as usa, é mais nobre ainda.

Por um senso persistente de catástrofe generalizada, seguimos inventando a esperança.

E se a morte for apenas um som? Nós ouvimos pra sempre. Som por toda parte.