Coleção pessoal de pensador
Sou totalmente a favor da positividade corporal e do amor-próprio porque acredito que podemos salvar o mundo se nos salvarmos primeiro.
Penso no meu corpo como uma ferramenta para fazer as coisas que preciso fazer, mas não como o objetivo final da minha existência.
Pare de passar o dia todo obcecada, xingando e aperfeiçoando seu corpo como se fosse tudo o que tem a oferecer ao mundo. Seu corpo não é sua arte, é seu pincel.
Não perca tanto tempo pensando no seu peso. Não há distração mais tediosa, idiota e autodestrutiva do prazer de viver.
Diz a lei que a beleza provoca o assédio, mas ela recorre aos olhos masculinos para decidir qual é a causa.
Precisamos parar de acreditar que nossos corpos existem apenas para serem observados por outras pessoas. Nossos corpos não são objetos sem vida; não somos peças de arte inanimadas penduradas em um museu para que as pessoas as contemplem e critiquem.
Queremos que absolutamente todos os corpos sejam celebrados, idolatrados, representados e glorificados.
Não conseguimos enxergar a beleza em tudo o que somos porque fomos ensinados a primeiro ver tudo o que não somos.
Esse corpo é resiliente. Ele pode suportar todo tipo de coisa. Meu corpo me oferece o poder da presença. Meu corpo é poderoso.
Esta é a realidade de viver no meu corpo: eu estou presa numa jaula. O frustrante das jaulas é que você está presa, mas consegue enxergar exatamente o que quer. Você pode estender o braço para fora da jaula, mas só até determinado ponto.
Estou determinada a ser mais do que meu corpo – o que meu corpo suportou, o que meu corpo se tornou.
Um dos melhores guias para amar a si mesmo é nos dar o amor que geralmente sonhamos receber dos outros.
