Coleção pessoal de pensador
Eu sigo três regras: Faça a coisa certa, faça o melhor que pode, e sempre mostre aos outros que se importa com eles.
É sua fotografia tanto quanto sua história, que me comove. Olhando sua fotografia "reconheço" sua vida. É uma mulher muito negra(...), com os olhos espantados e ofendidos dos pobres inteligentes. Só olhando a fotografia podemos saber que ela é o único meio de sustento dos filhos, pois o pescoço é tão rígido quanto os traços são suaves (...) na minha imaginação ela é a primeira das nossas mães arrastadas, maltratadas e resistindo sempre, para a América.
Eu acho ótimo que a comunidade acadêmica se interesse pelo show. Acho que é sempre importante que os acadêmicos estudem a cultura pop, mesmo se o objeto de estudo for idiota. Se é bem sucedido ou marcou culturalmente, então é válido estuda-lo para descobrir o motivo. .
Não dê o que as pessoas querem, dê o que elas precisam. Elas querem o caminho fácil, o final feliz, mas na verdade estão mais interessadas na tragédia.
Eu rejeitei a noção tradicional de "trabalho de mulher", mas nunca pensei nas minhas ambições juvenis como feministas, propriamente.
Eu me revoltei, principalmente, com a apatia e a educação limitada. Eu estava rejeitando um modo de vida que eu achava que prendia todo o mundo.
O rock and roll é sobre desejo, sobre querer alguma coisa melhor. Eu acho que todas as minhas personagens querem alguma coisa melhor.
O meu entendimento de sonho do rock and roll é aquele garoto de um lugar isolado ou uma cidade pequena ou um mundo desprivilegiado que conseguiu transcender isso, de alguma maneira.
Eu suponho que o desejo de ir para a cidade ajudou a me tornar ambiciosa, e que o fascinio dos mundos que chegavam pelo rádio também ajudou. Mas os benefícios de ter crescido em uma quinta foram bem maiores, em muitos modos, do que a vida na cidade.
Sempre ajuda termos do nosso lado pessoas que amamos quando temos que fazer coisas difíceis na vida.
Enquanto seres humanos, o nosso trabalho nessa vida é ajudar as pessoas a perceber o quão raros e valiosos todos nós realmente somos, que cada um de nós tem algo que mais ninguém tem - nem vai ter - algo interior que é original em todos os tempos. O nosso trabalho é encorajar cada um a descobrir essa originalidade e a encontrar formas de desenvolver a sua expressão.
Não existe vida normal livre de dor. A própria luta com os nossos problemas pode ser o ímpeto para o nosso crescimento.
Quando eu era muito jovem, a maioria dos meus heróis da infância usavam capas, voavam pelos ares ou levantavam edifícios só com um braço. Eles eram incríveis e recebiam muita atenção. Mas quando eu cresci, meus heróis mudaram, e agora posso dizer com honestidade que qualquer pessoa que faça algo para ajudar uma criança, para mim é um herói.
Soubemos, afinal, que as garotas são na realidade mulheres disfarçadas que compreendem o amor e até mesmo a morte, e que nossa tarefa era apenas gerar o barulho que parecia fasciná-las.
O que temos aqui, basicamente, é uma sonhadora. Alguém que perdeu o contato com a realidade. Quando ela pulou, pensou provavelmente que voaria.
