Coleção pessoal de pensador
Para falar a verdade, meu coração continua parado. Será que meu antepassado era algum tipo de zumbi?
Eu não tenho muita sorte nesse negócio de par ou ímpar, mas uma coisa eu sei, eu sou é muito bom de briga!
O brasileiro definido como inferior, como guiado por emoções e inclinado à corrupção, é puro complexo de vira-latas. Não existe nem sequer o brasileiro em geral, já que cada classe tem tipos muito próprios. Não somos culturalmente piores ou melhores que ninguém.
Os batalhadores, em sua esmagadora maioria, precisam começar a trabalhar cedo e estudam em escolas públicas de baixa qualidade. Eles compensam a falta do capital cultural e econômico com esforço pessoal, dupla jornada e aceitação de todo tipo de superexploração da mão de obra.
O capitalismo, em termos filosóficos, se acopla ao dado humano mais fundamental que é a ganância e consegue engolir todas as bandeiras. Na verdade, é o afastamento da ganância que gera um sentimento de solidariedade e uma reflexão.
A elite não odeia os pobres, ela tem uma indiferença blasé, quer o dinheiro dela e pronto. Mas uma parte da classe média tem, sim, uma relação de ódio com o pobre.
Tirar conclusões precipitadas é eficaz se houver grande probabilidade de que as conclusões estejam corretas e se o custo de um ocasional erro for aceitável.
Há uma limitação desconcertante de nossa mente: nossa confiança excessiva no que acreditamos saber, e nossa aparente incapacidade de admitir a verdadeira extensão da nossa ignorância e a incerteza do mundo em que vivemos.
Por que damos ouvidos a fofocas? Porque é muito mais fácil, além de ser muito mais prazeroso, identificar e classificar os erros dos outros do que reconhecer nossos próprios erros.
O que aprendemos com o passado é maximizar as qualidades de nossas futuras lembranças, não necessariamente de nossa futura experiência. Essa é a tirania do eu recordativo.
Existe um aprendizado importante que é o da persistência. Muitas vezes, a empresa quer fazer uma mudança, faz um treinamento e, se não vê mudança em seis meses, cancela tudo. Mas, na verdade, algumas mudanças de mentalidade têm que levar três, quatro anos, com muita disciplina e muito reforço de exemplo de rotina.
A partir do momento em que você acha que é uma empresa ou um profissional de sucesso, começa o seu processo de decadência.
Para não desperdiçar energia, é preciso ter foco e decidir o que deixar de fazer. Nem sempre mais é melhor.
No mundo em que vivemos, em que tudo muda em uma velocidade impressionante, ter medo do desconhecido impossibilita o trabalho de um empreendedor. Claro que esse temor é compreensível. O ser humano não gosta de lidar com fatos e acontecimentos que o arranquem de sua zona de segurança. Mas é preciso lidar com esse sentimento se você quiser alcançar o sucesso.
Os grandes empreendedores - e vendedores - são aqueles que compreendem que não têm todas as respostas e que entendem a necessidade de se jogar no novo para conquistar aquilo que tanto almejaram. Livrar-se do medo do desconhecido demanda certa persistência e a compreenção de que, sem se jogar no novo, não se conquista nada.
