Coleção pessoal de pensador
A ideia que mais me preocupa é que, quanto mais nossa sociedade deixar de usar dinheiro em espécie, mais nossa bússola moral pode falhar.
Somos criaturas que contam histórias por natureza, e contamos para nós mesmos uma história após outra até gerarmos uma explicação de que gostemos e que pareça razoavelmente crível. E quando a história nos retrata sob uma luz mais brilhante e positiva, tanto melhor.
Queremos explicações para nos comportarmos de determinado modo e sobre como o mundo ao nosso redor funciona, mesmo quando nossas débeis explicações têm pouco a ver com a realidade.
A propriedade não se limita a coisas materiais. Também pode ser aplicada a pontos de vista. Quando nos apropriamos de uma ideia – seja sobre política ou esportes – o que fazemos? Nós amamos a ideia talvez mais do que deveríamos. Nós damos mais valor a essa ideia do que ela merece. E, com mais frequência, temos dificuldade em desistir porque não conseguimos suportar a ideia da perda. O que nos resta então? Uma ideologia – rígida e inflexível.
Vai ver que a gente não era pra ser
E o mundo vive tentando me fazer te esquecer
E o mundo dá voltas
Tanta volta que eu sempre encontro com você
Nem sei de onde vem tanta coincidência
Talvez seja o fato da minha vida não ter coerência
Mesmo se o sol nascer ao contrário
Ainda vou tá no mesmo lugar
E você, se quiser, pode vir pra me acompanhar
Vou te dar flores e te levar pra jantar no mar
Diz que eu sou problema pra você
Desse jeito é mais fácil de se entender
Morena, vai pra longe de mim
Deixa a saudade piar
Qualquer hora a gente vai se encontrar
Baby, parece que seu moletom ficou aqui
Mas deixa que mais tarde eu levo aí pra cê vestir
Baby, parece que seu coração ficou aqui
E eu te deixo com o meu, depois cê pode ir
E ela falou que nada é tão bom quanto
Ser amada por alguém que sabe o que ela quer
Falou que sempre cultivou o amor
Mas que sempre colheu aquilo que nunca plantou
E eu até já fiz café pra tu não vir me falar
Que tá com sono e que o amor tem que esperar
Baby, fica, a gente faz um funk na sala de estar
Mas amanhã a gente tem que trabalhar
Tudo que você me deu tá longe das comédias românticas Netflix
Tudo que eu quero é que volte minha mina, minha nega
Sabe que a vida corre
E a gente corre atrás da vida
Como se ela não voltasse mais
E ela roda como roda de samba
Onde a tristeza é camuflada com o sorriso
E o canto dos bares de jazz
Tô louco pra te ver de novo
Mas a gente tá mais distante
Que a igualdade do meu povo
Por isso que eu pego a viola à noite
Escrevo essas linhas pra você
No mínimo rende um som louco
Sentir-se estúpido não é divertido. Mas estar disposto a ser estúpido – ou seja, estar disposto a arriscar a dor emocional de cometer erros – é absolutamente essencial, porque alcançar, fracassar e alcançar de novo é o modo como seu cérebro cresce e forma novas conexões.
A prática intensa se assemelha um pouco a explorar uma sala escura e desconhecida. Você começa devagar, esbarra na mobília, para, pensa e recomeça. Lentamente, e um pouco dolorosamente, explora o espaço repetidas vezes, prestando atenção nos erros, estendendo um pouco o alcance para dentro da sala cada vez mais, construindo um mapa mental até que você possa se mover de forma rápida e intuitiva.
A vulnerabilidade não vem depois da confiança – ela a precede. O salto para o desconhecido, quando realizado ao lado de outras pessoas, faz com que o sólido fundamento de confiança se materialize sob nossos pés.
Embora o talento pareça predestinado, de fato temos muito mais controle sobre as habilidades que desenvolvemos e mais potencial do que jamais poderíamos imaginar.
O ponto ideal: aquele terreno produtivo e desconfortável localizado um pouco além das nossas habilidades atuais, onde nosso alcance excede nossa compreensão. A prática intensa não se trata simplesmente de um conflito. E sim de buscar um conflito em particular, que envolve um ciclo de ações distintas.
Promete ser pra sempre o meu menino
Me deixar cantar pra te fazer dormir
Que eu prometo que vou te cuidar pra sempre
Eu te amo infinito
Meu guri
