Coleção pessoal de pensador

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⁠10 minutos fazendo algo, valem muito mais do que 10 horas pensando no que fazer.

⁠Existe gente que brilha, mas o bom mesmo é gente que ilumina!

⁠A vida é feita de escolhas... quando se dá um passo para frente, alguma coisa vai ficar para trás.

⁠Felicidade não está nos luxos. Está onde você vive em paz.

⁠Seja uma prioridade, nunca uma alternativa.

⁠Gente falsa é igual a leite fervendo: virou as costas... já sabe né?

⁠Aprenda a ser indiferente ao que não faz diferença na sua vida.

⁠Uma das maiores conquistas da vida adulta é entender que o que eles pensam de você é problema deles.

⁠A escola como um direito é uma afirmação que não pode ser vista como um objetivo-fim. Ela deve servir sempre como estímulo a ser alcançado.

⁠A criança deve ser vista como única e singular, e como um sujeito ativo que tem possibilidade de ir mais além, nas mais diferentes linguagens. É justamente aí que está a beleza da vida.

⁠A criança é um sujeito ativo que deve ser escutado. Temos que tentar a todo custo assegurar essa escuta.

⁠Precisamos de leitores críticos, precisamos de crianças e jovens que saibam dizer suas palavras por escrito, de maneira convincente.

⁠Dissociar alfabetização e letramento é um equívoco porque, no quadro das atuais concepções psicológicas, linguísticas e psicolinguísticas de leitura e escrita, a entrada da criança (e também do adulto analfabeto) no mundo da escrita ocorre simultaneamente por esses dois processos: pela aquisição do sistema convencional de escrita – a alfabetização – e pelo desenvolvimento de habilidades de uso desse sistema em atividades de leitura e de escrita, nas práticas sociais que envolvem a língua escrita – o letramento.

À natureza complexa do processo de alfabetização, com suas facetas psicológica, psicolinguística, sociolinguística e linguística, é preciso acrescentar os fatores sociais, econômico, culturais e políticos que o condicionam.

⁠A alfabetização não pode ser reduzida ao mero lidar com letras e palavras. Precisamos ir além dessa compreensão rígida da alfabetização e começar a encará-la como a relação entre educando e o mundo, mediada pela prática transformadora desse mundo.

⁠Letrar é mais que alfabetizar, é ensinar a ler e escrever dentro de um contexto onde a escrita e a leitura tenham sentido e façam parte da vida do aluno.

⁠A arma social de luta mais poderosa é o domínio da linguagem.

⁠A alfabetização não é um luxo nem uma obrigação: é um direito.

⁠A escrita é importante na escola porque é importante fora dela e não o contrário.

⁠O processo de alfabetização se torna mais eficiente quando o professor explora o universo vocabular do aluno, ou seja, a sua leitura de mundo.