Coleção pessoal de pensador

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Como podemos esperar que uma criança que vive excluída da sociedade seja o futuro do Brasil?

⁠Um país que joga fora o estudo, joga fora seu futuro.

⁠Não é o partido, nem o candidato: o que importa é o eleitor.

⁠A tolerância zero tem que ser dentro da legalidade.

⁠A elite brasileira convive muito bem com a corrupção. Ela não suporta mesmo é a justiça social.

⁠Pra ser presidente precisa de vocação para cuidar do povo. Quem tem vocação pra vender tudo, que abra uma franquia.

⁠Ser o testamento vivo de uma pessoa morta é uma existência solitária. Isso endurece você.

⁠Um lobo mastigará sua própria perna apenas para escapar.

⁠As pessoas buscam sinais quando têm medo de fazer escolhas.

⁠Você sabe por que as sequoias crescem tanto? Elas balançam e se dobram com o vento. Se você ficar rígido, eventualmente vai se quebrar.

⁠Existem pessoas que simplesmente não querem ser salvas.

⁠É preciso ser um certo tipo de pessoa para nadar na dor do mundo e não se molhar. Para correr na direção do perigo, e não fugir dele. E, para nós que escolhemos esta vida, não existe outro lugar para estarmos.

⁠Nada que vale a pena é fácil.

⁠Os vizinhos nos ajudam a definir e redefinir o conceito de família.

⁠A raiva é uma ira intensa ou violenta. Raiva na estrada, no escritório, até num avião. O mundo parece estar à beira de perder o juízo. Mas nem só a raiva é intensa. Um fogo intenso. Uma tempestade intensa. Uma festa intensa. São coisas descontroladas. E talvez a nossa raiva venha daí. A sensação de que o nosso mundo e as nossas vidas estão descontroladas.
Quando nos sentimos indefesos, impotentes, fracos. A raiva começa a acumular e precisa de um escape. O que acontece quando deixamos que nos domine? Recuperamos o controle ao libertar a nossa fúria? Ou passamos um limite do qual não é possível recuperar?

⁠Uma emergência é a ausência de escolha, a aleatoriedade do mundo, o caos louco da vida que nos tira a segurança e as nossas emoções. Mas nesses momentos de escuridão e medo, pedimos ajuda à luz superior, às pessoas que amamos. Recuperamos essa escolha que somos uns aos outros. Nós escolhemos a amizade e a família. Escolhemos a esperança, escolhemos a alegria. Escolhemos viver.

⁠A criança sadia e feliz, é barulhenta, inquieta e perguntadeira.

⁠Está certo disso? Posso perguntar?

⁠Se amanhã eu não tiver mais nada, ainda vou ter a minha voz.

⁠Eu me preocupo com hoje, só hoje.