Coleção pessoal de pensador
Eu tava tão acostumada não te ter aqui
Eu nem sentia sua falta
Eu sobrevivi
Me diz como é que pode eu me sentir assim
É que cê tá tão bonito
É que cê tá diferente
Mesmo que a gente se engane
Amanhã a gente ainda vai ser a gente
Foi sem querer
Eu levantei o olhar e você tava aí
Tipo alucinação, não tem pra onde fugir
Me diz como é que pode acaso agir assim
Quando eu te vejo eu penso: Vai que
Quando eu te encontro eu fico: E se?
O nosso beijo é tipo: Meu Deus do céu!
Não vai ter jeito eu vou ficar aqui
Existem momentos em que se deve fazer a paz. Momentos em que se deve fazer amor. E, principalmente, momentos em que se deve fazer café.
O segredo da vida é você justamente juntar toda a sua coragem e fazer aquilo que achou que teria medo demais para fazer.
Afinal, amor é amor... Não se esconda em arrependimento, apenas ame-se e você estará no caminho certo.
E quando alguém te ignorar no Whatsapp, simplesmente não ligue, lembre-se: você já era ignorado antes, apenas não sabia disso.
Costumo dizer que o ponto mais alto de um empreendedor ocorre quando o mercado enxerga valor em seu projeto, em sua marca e produto, a ponto de desejar adquiri-los.
A ilha Grande não merecia ser um presídio. Desde as casas brancas dos pescadores que foram ficando para trás, lá embaixo, no Abraão, até os caminhos sinuosos que vão cortando as montanhas, tudo parece um cenário de liberdade. (...) Teria sido um requinte de crueldade deixar que os punidos se lembrem diariamente da água, da areia, da brisa e do mato?
Os inocentes eram o nosso lado mais emocional, vivido de coração escancarado, apesar da polícia. O que seria de nós sem eles? O intenso processo de racionalização a que éramos forçados pelas circunstâncias, e com base em nossa formação política, naturalmente nos poupava sofrimento. Mas também nos roubava o lado inocente que, nos olhos deles, aparecia com toda a força: o escândalo diante da violência; a saudade da vida lá fora, da liberdade nos seus mínimos detalhes.
Nós éramos prisioneiros dos militares mas, num certo sentido, éramos também prisioneiros de nossa lógica.
Como é que um intelectual pode se negar tão profundamente? Passava os dias lendo jornais, fazendo planos para matar Eduardo e limpando ad nauseam meu revólver Taurus 38 que jamais disparei contra ninguém, mas que mantinha num estado impecável, como se me esperassem, a cada manhã, fantásticas batalhas campais, ali naquele apartamento de Ana, onde o único vestígio de luta eram as camas desarrumadas com a agitação dos nossos sonhos.
As pessoas estão seguras de si, estão tranquilas, mas quando partem para o exílio estão tristes também. Bastava surpreender qualquer um deles distraído para captar um olhar vazio, uma cabeça que se abaixa.
Quem era eu para entender as coisas profundamente? Estava desarmado teoricamente, ressentido, e não havia outro caminho na nossa frente, exceto prosperar e esquecer o baque que o país estava sofrendo.
A única política que defendo é de que a pior droga que existe é a ignorância. É preciso avançar no nível de informação.
