Coleção pessoal de pensador
Quem dera eu pudesse voltar como era antes
Eu sem saber lidar, o que você dirá?
Será se eu não falar você vai se ligar?
Nada vai me trazer nem devolver o que era antes
Eu vou voltar no tempo só pra reviver o que era antes
Tudo que tu consome é um vírus
O que passa no teu telefone é um vírus
O diabo ri da tua cara e tu ri de volta
Mal sabe você que você é o sacrifício
Eu tô num loop vivendo coisas que eu já vivi
Dizendo coisas que eu já disse
Vivendo a eterna bad trip
Viajar no espaço-tempo, você tá ficando doido?
Cê sabe que isso é impossível
Garoto, isso é papo de louco
Estamos treinando e condicionando uma geração inteira de pessoas que, quando se sentem desconfortáveis, solitárias ou com medo, usam chupetas digitais para se acalmar. E isso vai atrofiando nossa habilidade de lidar com as coisas.
As mídias sociais começam a influenciar cada vez mais profundamente e assumir o controle da autoestima e do senso de identidade.
As mídias sociais não são apenas uma ferramenta esperando para ser usada. Elas têm os próprios objetivos e formas específicas de alcançá-los, usando sua psicologia contra você.
É um novo tipo de mercado. É um mercado que nunca existiu antes. E é um mercado que negocia exclusivamente o futuro do ser humano.
Criamos uma geração global de pessoas que crescem dentro de um contexto em que o significado de comunicação e o significado de cultura estão atrelados à manipulação.
O Mosquito e o Touro
Um mosquito, depois de permanecer por muito tempo pousado no chifre de um touro, quando estava para partir, perguntou ao touro se já desejava que ele fosse embora. O touro, tomando a palavra, disse: “Nem quando vieste eu senti, nem tampouco quando fores eu sentirei”.
MORAL: Aplicar-se-ia essa fábula a um homem sem valor que, estando presente ou estando ausente, não atrapalha nem ajuda.
A Serpente e o Cabrito
Uma Cabra que andava a pastar com o filho pisou sem querer uma Serpente com os pés. Esta, assanhada, levantando-se um pouco, picou a Cabra numa teta; mas como o filho logo viesse a mamar, e chupasse com o leite o veneno da Serpente, salvou a Mãe, e ele morreu.
MORAL: Em muitas situações da vida os inocentes pagam por acontecimentos alheios.
O Lobo e a Garça
Um lobo, tendo engolido um osso, ia para todo lado procurando quem o curasse. Encontrou uma garça e combinou um preço para que ela lhe tirasse o osso. E ela, abaixando sua cabeça até a goela dele, retirou o osso e pediu o pagamento combinado.
O lobo, tomando a palavra, disse: “Ó amiga! Não estás satisfeita por teres tirado a cabeça viva da boca de um lobo? E ainda pedes pagamento?”.
MORAL: A fábula mostra que o máximo que se pode esperar dos maus como reconhecimento é que, da parte deles, à ingratidão não se some a injustiça.
A Víbora e a Lima
A uma loja de um ferreiro entrou uma víbora, pedindo caridade às ferramentas. Depois de receber algo de todas, faltando só a lima, aproximou-se e lhe suplicou que lhe desse alguma coisa.
— Bem enganada estás - disse a lima - se crês que te darei algo. Eu que tenho o costume, não de dar, mas sim de tomar algo de todos!
MORAL: Nunca deves esperar obter algo de quem só tem vivido de tirar dos demais.
O Estômago e os Pés
O estômago e os pés discutiam sobre sua força. Como os pés, a toda hora, dissessem que eram tão superiores em força que carregavam o próprio estômago, este respondeu: “Mas, meus caros, se eu não lhes fornecesse alimento, vocês não poderiam carregar-me”.
MORAL: Assim também, nas armadas, o número de soldados nada significa, se os generais não são excelentes ao darem ordens.
Fábula A Lamparina
Uma lamparina cheia de óleo gabava-se de ter um brilho superior ao do Sol. Um assobio, uma rajada de vento e ela apagou-se. Acenderam-na de novo e lhe disseram:
- Ilumina e cala-te. O brilho dos astros não conhece o eclipse.
MORAL DA HISTÓRIA:
A história ensina que a arrogância e a presunção podem levar ao fracasso. E que é importante ser humilde.
A lamparina se gabava de seu brilho, mas quando confrontada com uma força maior, como a rajada de vento, sua luz foi apagada. Por outro lado, os astros, como o Sol, mantêm seu brilho constante e não são afetados por eventos temporários, como eclipses.
O Cão e a Máscara
Procurando um osso que roer, encontrou um cão uma máscara: era formosíssima, e de cores tão belas quão animadas; o cão farejou-a, e reconhecendo o que era, desviou-se com desdém.
- A cabeça é de certo bonita - disse - mas não tem miolos.
MORAL: Assim como a máscara, muitas pessoas têm beleza, mas parecem vazias por dentro, não têm substância.
