Coleção pessoal de pensador
Somente pela externalização, entrando nas relações sociais, podemos desenvolver a interioridade de nossa própria pessoa.
Hoje, a linguagem do mercado penetra todos os poros e força todas as relações interpessoais ao esquema da preferência individual.
Só quem assume a história de sua vida pode ver nela a realização de si mesmo. A responsabilidade de assumir o controle da própria biografia significa ter clareza sobre quem se quer ser.
Ver os nossos militares fazendo esse tipo de diferença na vida das pessoas... era assim que o Natal deveria ser.
Minha mãe me ensinou que a coisa mais nobre a se fazer era encontrar uma necessidade e atendê-la. Encontrar uma dor e curá-la.
Eu me convenci de que lugar nenhum era pra mim e fiquei esperando que um belo dia tudo mudasse. Mas aí vai uma curiosidade: a palavra “abracadabra” vem da frase árabe “avra kadabra”, que significa “eu crio conforme falo”. Nós criamos nossa própria magia.
Imagine que você está em Nova York e que é Natal. Aquele mar de pessoas, de possibilidades. E você na esperança de que, em algum lugar da cidade, esteja a pessoa perfeita para você. Basta encontrá-la.
Até que ponto, então, nós deve-se esperar a aproximação do perigo? Respondo: se algum dia chegar, terá nascido entre nós. Não virá do exterior. Se nossa sina é a destruição, seremos nós os autores e consumadores dela. Como nação de homens livres, viveremos para sempre ou morreremos por suicídio.
