Coleção pessoal de paulo_butura
Vença seus medos.
Silencie seus anseios.
Levante a cabeça e olhe firme para seus objetivos.
Faça diferente.
Recuse os acusadores.
E prossiga em frente, mesmo quando ninguém aplaudir.
O caminho não é fácil,
mas é seu.
E isso basta.
“Eu perdoo, mas…” — e se Jesus dissesse isso?
Hoje é comum ouvir: “Eu perdoo, mas não quero mais contato.”
É uma frase confortável, protege o coração ferido, mas não traduz o perdão que Jesus nos ensinou.
O perdão de Cristo não foi seletivo, nem condicionado à distância. Ele perdoou enquanto doía, perdoou sem garantias, perdoou oferecendo restauração. O perdão bíblico não é apenas soltar a culpa do outro; é escolher não deixar que a ferida dite o rumo do nosso amor.
Perdoar não é fingir que não houve dor, nem permanecer em ciclos de abuso. É permitir que a graça cure o coração e, quando possível, abra caminhos de reconciliação. Às vezes a proximidade precisa de limites sábios; mas o perdão sincero não constrói muros no espírito, constrói pontes na alma.
Quando perdoamos como Jesus ordenou, somos libertos antes mesmo de o outro mudar. O perdão cristão não apaga a memória, mas transforma o futuro. É aí que a fé deixa de ser discurso e se torna vida.
Há momentos em que tudo parece frio e difícil.
Ainda assim, permanecer de pé é coragem.
Insistir também é fé.
“Nem toda calmaria chega porque o mar mudou.
Às vezes, é o coração que aprendeu a atravessar a tempestade.”
O Natal chega todos os anos, mas nem sempre encontra a gente no mesmo lugar por dentro.
Alguns chegam cansados, outros feridos, muitos em silêncio. Há quem sorria por fora, mas carregue batalhas que ninguém viu ao longo do ano.
Talvez este Natal não seja sobre mesas cheias ou presentes embrulhados. Talvez seja sobre perceber que, apesar de tudo, você ainda está aqui. Respirando. Tentando. Acreditando, mesmo quando quase desistiu.
O Natal lembra que a esperança não nasce em palácios, nasce em cenários improváveis. Nasce quando tudo parece pequeno demais para dar certo. E, ainda assim, algo novo começa.
Se este ano foi difícil, talvez isso não seja o fim, mas o intervalo necessário para um recomeço mais consciente, mais forte e mais verdadeiro.
Que neste Natal você se permita menos cobranças e mais sentido.
Menos pressa e mais presença.
Porque às vezes o maior presente não é mudar o mundo, é mudar o olhar.
“Alguns bloqueiam o contato, mas não bloqueiam a verdade. Cada um segue o caminho que o coração permite, e eu sigo em paz.”
Às vezes a vida aperta, e aperta forte.
Tem gente que conhece bem esse lugar…
Gente que já foi deixada de lado pelos amigos, esquecida pela família, empurrada para o fundo da fila da vida.
Mas mesmo assim, não desiste.
Segue caminhando com o pouco que tem, com o muito que sente, com a fé que ninguém vê, mas que sustenta por dentro.
Porque quem aprendeu a se levantar sozinho descobre que nunca esteve realmente só.
E é por isso que alguns vencem silenciosamente:
porque continuam, mesmo quando tudo dizia para parar.
Mesmo contra a maré, mesmo com o vento contrario, apenas continua pois tem convicção não vive de momentos mas de propositos, a vida recompensa pessoas assim que são únicas.
Vida Difícil, por Paulo Butura
“Quando tudo parecer difícil, lembre-se: é no peso da resistência que a alma cria força para voar mais alto.”
"A verdadeira restauração começa quando deixamos Deus reconstruir o que o tempo e as dores tentaram destruir."
Entre as cinzas do que fui, floresceu o que me tornei.
Deus não reergue ruínas — Ele cria templos onde o desespero achou que havia fim.
"Escrever é a forma de libertar a alma, expressar o que o coração sente e descobrir que, por meio das palavras, o mundo é revisto e a vida, transformada."
"Escrever é a forma de libertar a alma, expressar o que o coração sente e descobrir que as amizades que valem a pena sempre se renovam."
