Coleção pessoal de olucaswilde
Não é egoísmo querer viver sua própria vida, quando tudo o que você fez a sua vida inteira foi viver só para agradar os outros.
Nem todo dia é cheio de fé.
Alguns são só o esforço silencioso de continuar acreditando que Deus ainda está aqui.
A vida com Jesus não é feita só de milagres visíveis, mas também de dias comuns, onde nada parece mudar, as o céu ainda está se movendo.
Não é o brilho do momento que te transforma,
é o tempo que você escolhe permanecer,
mesmo quando não sente nada.
Então descansa.
Nem sempre é o tempo de vencer.
Às vezes, é só o tempo de confiar.
Deus também fecha portas que brilham. Nem tudo que parece oportunidade vem de Deus. Tem coisa que reluz, mas corrói por dentro. Às vezes o “não” dele é proteção disfarçada de frustração. Porque se Ele permite que algo se feche, é porque já viu o que você ainda não enxergou. E o que é dele, chega sem precisar forçar.
A constância na fé é o que separa os curiosos dos convictos. Quem crê quando é fácil, admira. Quem crê quando dói, conhece.
Seguir Jesus não é sobre emoção. É sobre decisão. É escolher o certo quando o errado é mais fácil. E confiar, mesmo quando o céu parece mudo.
Vai ser cansativo de qualquer jeito. Cuidar da mente cansa, viver no caos também. Ser verdadeiro exige coragem, fingir exige energia. Só muda o motivo pelo qual você se desgasta.
A vida não é feita apenas de picos, mas também dos intervalos, onde nada parece acontecer, mas tudo está sendo preparado.
Nem todo dia precisa ser brilhante pra valer a pena. Alguns só precisam existir pra lembrar que você ainda está aqui.
O dinheiro não muda a essência, ele é apenas um amplificador. O que você carrega por dentro, virtude ou vazio, se multiplica com a riqueza. Possuir muito e ser pouco é a forma mais cruel do espelho da alma.
A solidão é um espelho que não reflete o rosto, mas a ausência. Com o tempo, ela deixa de ser apenas silêncio e passa a ser uma presença que te observa por dentro. Você começa a se ouvir, e o que escuta assusta. Porque há tanto tempo ninguém responde, que até a tua voz parece estranha. E talvez seja isso o que mais dói, descobrir que o vazio também aprendeu a te chamar pelo nome.
