Coleção pessoal de nulo

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Tenho observado um verdadeiro paradoxo na lutas das minorias da sociedade e de seus simpatizantes : usa-se da intolerância em defesa da tolerância às suas causas.

"O preconceito começa quando a sociedade se divide as pessoas em categorias."

A sociedade pode apresentar várias normas e leis mas somos nós quem determinámos como e quem queremos ser perante a realidade social!

"Qualquer sociedade que renuncie um pouco da sua liberdade para ter um pouco mais de segurança,não merece nem uma,nem outra,e acabará por perder ambas."

A política deve ser compreendida além do revanchismo eleitoral ou das próprias opções pessoais, só dessa maneira crescemos como nação democrática, que entende que a COLETIVIDADE é o BEM MAIOR de qualquer SOCIEDADE.

Os partidos marginalizados desejam a liberdade de expressão para expor as próprias ideias até chegar ao poder e então suprimir qualquer opinião contrária.

Quando ideologias partidárias estão mais fortes e mais conhecidas que os princípios constitucionais, então é hora de repensar seu papel na sociedade

Vivemos em uma sociedade estacionária que segue apenas as ordens de seus líderes. Mas onde estão os bons líderes?

Precisamos respeitar a pluralidade ideológica de nossa sociedade para que tenhamos sempre um estado harmonioso

O papel da imprensa deve ser o papel da indignação, da cobrança por soluções, da informação criteriosa e discutida, da parceria com a sociedade, da exigência, da perseguição dos resultados, da defesa das leis, da crítica às leis, do processo construtivo de uma organização social aprimorada... e não o papel medíocre, passivo, abestalhado, desinformante e irritante que se traduz em lançar sobre cada cidadão todas as mazelas pútridas dos governos e dos criminosos comuns, sem ao menos um manifesto de amparo, de apoio à boa sociedade. A imprensa brasileira é como um vento que vira as páginas de um livro antes que se possa interpretar, traduzir e criticar o que nelas está escrito.

O que os jornais dizem é o que as pessoas acham que as outras estão falando - e acabam falando também. Por isso, nem sempre, ouvimos e falamos a voz da sociedade.

A sociedade dará um importante passo quando perceber que crítica não é ofensa, luta não é briga, respeito não é medo, e adversário não é inimigo.

Em política, a comunhão de ódios é quase sempre a base das amizades.

As pessoas não debatem conteúdo, apenas os rótulos.

Nossa sociedade está imersa num magnetismo que transborda alucinação, caçando os vampiros que não necessitam de sangue.

Não é a incredulidade que é perigosa para nossa sociedade; é a crença.

Não se pode planejar o futuro pelo passado.

Quem anseia pelo aplauso do povo, mesmo que seja um erudito, não é um sábio. O sábio não busca a aprovação popular.

Quando se vive com os pés no passado, acaba por perder a visão do futuro.

O encontro dos extremos favorecem o equilíbrio e proporcionam a visão linear do bem comum