Coleção pessoal de Nicolashenrique

Encontrados 4 pensamentos na coleção de Nicolashenrique

"Eu sonho assim como você sonha. Porém, no meu sonho:
A noite sangrante compensa o novo amanhecer.
Sob o véu da guerra: O justiça saca sua arma,
os homens esquecem diferenças e marcham por um mundo melhor.
Quando o sol se esconde perante os gigantes a rua chora sangue.
E assim a chuva caía devagar e sombria sobre nossos ombros,
ao meu lado, todos meus irmãos, impunhavamos esperança.
A noite mais longa da história. E cada instante o muro derrubada um de nós.
Tudo pelo amanhecer. No final, as blumas da manhã são de todos.
Os homens vão levantar com um novo sol, os pássaros cantarão os mais vivos sons,
As pessoas levantarão da cama com uma energia jamais sentida, ninguém será dono de ninguém.
Na terra dos homens, deuses não andam."

"Eu sonho assim como você sonha. Porém, no meu sonho:
A noite sangrante compensa o novo amanhecer.
Sob o véu da guerra: O justiça saca sua arma,
os homens esquecem diferenças e marcham por um mundo melhor.
Quando o sol se esconde perante os gigantes a rua chora sangue.
E assim a chuva caía devagar e sombria sobre nossos ombros,
ao meu lado, todos meus irmãos, impunhavamos esperança.
A noite mais longa da história. E cada instante o muro derrubava um de nós.
Tudo pelo amanhecer. No final, as blumas da manhã são de todos.
Os homens vão levantar com um novo sol, os pássaros cantarão os mais vivos sons,
As pessoas levantarão da cama com uma energia jamais sentida, ninguém será dono de ninguém.
Na terra dos homens, deuses não andam."

Num remanescente final de século as portas do passado começam a se fechar e as do futuro nos entregam suas chaves. Um velho ideal sobe as escadas rumo à utopia e vê um gigante imóvel lá no horizonte olhando firme para a entrada, sua sombra esconde um vasto passado violento e remonta-se sobre pilares instáveis, nada mais é confiável e aqueles heróis que nossos pais orgulhosamente nos mostraram deixam suas máscaras caírem, nada mais é belo. Emaranhado pelos caminhos da origem um pássaro pondera os lados da humanidade, nada mais é justo. Longe de toda vontade, em cima da sexta prateleira, tão sujo pela poeira que já não se vê mais o nome encontra-se o grande livro da verdade, suas paginas velhas e rasgadas mostram o que ninguém vê: a veracidade sobre a virtude humana. Nada mais é verdadeiro, tudo é permitido. Livre-se de todos os antigos tabus sociais.

O soar do sino da divisão começou, fiéis ao reacionarismo burguês começam a tremer as pernas, o suor frio desce a testa, a barriga gela e o coração dispara: Todo o inferno não pode nos parar agora. E aquele velho símbolo de vitória, enterrado e deixado para apodrecer junto aos vermes da nova história, abandonado pelos que diziam ser fieis, começo uma vez mais a se levantar. O amanhecer de um velho sonho embaixo um novo céu azul: O silêncio que adverte. A resistência se mantém firme ao lado da revolução, destrua a indústria Escravos ltda., proclame o direito de questionar, quebre as diretrizes do sistema e seus tabus, mande a sociedade para inferno, livre-se de todas as leis e regras que nos aprisionam. Deixe a falta de voz ser ouvida.