Coleção pessoal de Nexamos

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O ritual começa quando o tempo desacelera, o corpo se aquieta e a intenção se torna mais verdadeira que qualquer palavra pronunciada.

Antes de pedir cura, o espírito precisa consentir em ser visto por inteiro, pois nenhum ritual funciona enquanto partes da alma continuam escondidas pelo medo.

Quem aprende a escutar a natureza descobre que ela responde antes mesmo da pergunta ser feita.

A verdadeira espiritualidade não promete atalhos, ela ensina a caminhar com presença.

O espírito cresce nos intervalos entre uma queda e outra, onde a humildade substitui a ilusão de controle.

Despertar não é adquirir algo novo, é lembrar lentamente quem você sempre foi.

O ritual não começa com instrumentos, começa com intenção; tudo o que vem depois é apenas forma.

Honrar os ancestrais não é repetir seus passos, mas caminhar com consciência sobre o chão que eles sustentaram.

Não existe sabedoria sem atravessar confusão, nem consciência sem aceitar o desconforto do autoconhecimento.

A alma adoece quando vive desconectada da Terra, do corpo e de sua própria ancestralidade.

Aquilo que chamamos de escuridão muitas vezes é apenas um útero simbólico, preparando o nascimento de uma consciência mais madura.

O silêncio não é vazio; é um espaço sagrado onde o espírito finalmente pode ser ouvido sem interferências.

Toda jornada espiritual verdadeira começa quando o ego perde o controle e a alma assume o comando.

O xamanismo não é fuga da realidade, é um mergulho tão profundo nela que o espírito reaprende a caminhar em harmonia com o invisível.

A cura não surge do desejo de eliminar o sofrimento, mas da coragem de sentar ao lado dele, reconhecer sua mensagem e permitir que ele transforme o que já não pode continuar igual.

A Terra não fala em palavras, fala em ciclos; quem não respeita o tempo das coisas acaba se perdendo dentro de si mesmo.

O verdadeiro chamado espiritual não acontece quando tudo está bem, mas quando a alma, cansada de fugir, decide finalmente escutar o que a dor vem tentando ensinar em silêncio.

O espírito fala primeiro no silêncio, depois nos sonhos.

⁠Como um girassol iluminada pela luz solar
Poderia ser qualquer uma flor a descrever ti
Mas nenhuma pra lhe definir
Então não preciso prolongar
E nisso tudo escrever
Talvez o simples possa te surpreender
Agora o importante de tudo isso
Você esta feliz, sem jeito e sorrindo

Não seja melhor que ninguém, seja apenas diferente e lute pelos seus objetivos.