Coleção pessoal de miqueiasklippel
Por vezes, a tristeza possui o poder de nos tornar conscientes daquilo que não veríamos de outra forma.
Uma das maiores sabedorias da vida é aprender a esquecer quem saiu dela por causa de problemas, e parar de deixar que pessoas ruins do passado influenciem nosso presente.
Insistimos no que não vale a pena até nos ferirmos por sentimentos e ilusões que criamos. A vida, porém, sempre acerta as contas: geralmente com algo que dói, mas que também abre os olhos.
Em Sua infinita bondade, Deus nos protege até daquilo que nossos olhos não veem. Sejamos sempre gratos por tanto amor e cuidado recebidos.
Afaste-se de quem se faz vítima dos problemas que ele mesmo criou. Quem não aceita sua desimportância é um perigo em qualquer lugar, disposto a tudo para se sentir relevante.
Ser bom tem medida: generoso o suficiente para fazer o que deve ser feito, firme o suficiente para não virar alvo de quem quer se aproveitar.
Um dos maiores problemas do Brasil é que a corrupção virou paisagem. Escândalo atrás de escândalo, e o povo assiste, comenta e segue a vida. Em outros tempos, a reação seria outra.
O pior cego é aquele que pode ver, mas escolhe não ver. Nenhuma ilusão é tão perigosa quanto a que se abraça por vontade própria.
O maior problema do Brasil não é a corrupção em si. É o povo que defende líderes corruptos e aceita tudo de forma alienada, o que revela que a coisa é muito mais séria e profunda do que parece.
A família é o primeiro alvo porque é a base de tudo. Dissolva esse conceito e o governo ganha campo livre para educar as crianças a seu favor e fabricar militantes.
Nenhum governo resolve tudo, isso é fato. Mas há os que fazem o mínimo, os que fazem mais e os que fazem história. O nosso tem feito história, só que pelos motivos errados.
Vivemos tempos estranhos: o que antes gerava vergonha, hoje vira bandeira. E o que merecia orgulho virou alvo de chacota e cancelamento.
Os lugares mais sombrios do inferno são reservados para quem escolhe o silêncio quando a situação exige coragem.
O curioso caso do progressismo que só traz retrocesso. Há uma ironia cruel em chamar de avanço o abandono de tudo que foi construído com esforço e acerto. No fim, o nome certo para isso é ruína.
Aparentemente, a igualdade perante a lei depende do lado político que se ocupa e da pauta que se defende. É a velha história de uma minoria que não quer igualdade; quer privilégio.
Sentir falta de algo que ainda não foi embora é uma das dores mais silenciosas que existem. Tudo passa, e saber disso deveria nos tornar mais presentes, não mais ansiosos.
Políticos se elegem com promessas populistas e governam em prol de agendas partidárias, quase sempre contrárias aos interesses da maioria. As pessoas precisam ser mais críticas e menos suscetíveis a promessas vazias.
