Coleção pessoal de meirinhopensa1949
Não sei se isso é autoamor, sinceridade ou falta de espiritualidade. Mas em minha autoanálise reflexiva, penso que nunca consegui: “amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo”.
Continuo no desafio, fundamentado na fé.
Cada religião cristã procura inserir no bojo doutrinário aquilo que é mais viável e possível. O difícil fica no litúrgico. Exemplo; “amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo” - é difícil, mas pode ser possível. Apesar disso, penso eu, o fato de o ser humano fazer esforço para colocar esses dois mandamentos em prática, já deve haver algum efeito positivo e recompensas…
Nosso grande desafio, apesar de vivermos em um mundo famigerado como civilizado, constitui na luta pela defesa dos menos protegidos: as crianças, as mulheres e os que estão abaixo da linha de pobreza…
Estou louco para lembrar o que esqueci. Mas se continuar querendo lembrar, posso esquecer o que memorizei. Não gosto de lembranças perdidas, mas entendo que, às vezes, podem ser salutar
Amor é semelhante a Deus - não tem cheiro, nem sabor, é assexual, irreligioso, apolítico e incolor.
Amigo (a)! Se eu não lembrar mais de você é porque esqueci de mim. Se de mim esquecer, certamente alguém, além de nós, de mim lembrou…
Se não tivermos fé suficiente para alcançarmos o que de bom desejamos, podemos iniciar duvidando da nossa dúvida, que não merece confiança alguma.
O meu futuro é o agora. Depois, ou o amanhã é outro tempo, que pode não ter nenhuma relação comigo.
A desvantagem de existir por muito tempo é ter que andar com “uma mala” no coração cheio de saudades, de parentes e amigos que “resolveram” ir embora antes do tempo.
O bem e o mal estão sempre em evidência. Neste contexto existimos. Logo, nosso maior desafio é ser bom neste mundo mau.
Correr o risco de rejeitar o Evangelho não é ação inteligente, pq rejeitar é uma ação do tempo, mas o Evangelho trata do homem atemporal.
Os sábios têm mais condições e aptidões para a prática da justiça, pq entendem que é necessário que o indivíduo “muitas vezes” perca para que o todo ganhe.
Justiça que não é apartidária é igual a injustiça deliberadamente estabelecida e consagrada à margem da lei, da ética e da moral.
Não tenha receio da censura. É mais louvável a censura sincera do que o falso elogio. Um adágio latino pontua: Elogia o amigo em público e demonstre sua crítica em particular.
