Coleção pessoal de Meirelespachiraj
Éramos tão miseráveis ao ponto de Sua mão não conseguir tocar
Deus foi tão amoroso ao ponto de não se limitar em esperar nossa iniciativa em desejar n'Ele tocar.
Mas Ele desceu ao nível daqueles homens para as suas miseráveis vidas trocar.
Aí começou o romance.
Não olhe o mundo como se fosse um juiz, olhe como um aprendiz.
Independentemente de qual seja a situação, esteja pronto para aprender dela, existem circunstâncias que Deus permite em tua vida, não se queixe mas aprenda delas.
Não obstante estar a vivenciar essa situação, creia que há um porvir melhor. Não vou me queixar, pois não sou um juiz mas um aprendiz.
Estou em construção, existe um porvir melhor.
A primeira pessoa a apresentar sua causa sempre parece ter razão, até que outra pessoa venha à frente e defenda sua tese.
Existem sempre o outro lado da moeda.
Deve haver repreensão de qualquer acção que pode criar corrupção ao coração.
Se há maior risco de contaminação do público, então a repreensão pode ser feita em público.
Quanto mais forte a adversidade, mais próximo o triunfo.
Quanto mais íngreme o caminho, mais majestosa a vista do cume.
Ah haverá colheita!
Os interesses pessoais jamais devem ser mascarados como propósitos divinos, pois, no fim, a verdadeira natureza desses interesses se revelará, evidenciando a busca por benefícios próprios acima de qualquer ideal espiritual.
Colocar toda nossa expectativa nos humanos é assumir que todas condições estão criadas para no final sermos decepcionados, enganados e frustrados.
Virão muitas provações, mas com elas descerá também a Graça, que nos sustentará e nos fará vencer, pois o Senhor não permite fardos além da nossa força; em toda tribulação, Ele prepara um caminho de escape.
OS CORVOS E OS HUMANOS
Os humanos estão sendo mais parecidos com os corvos. Eles gostam muito de cadáveres.
Enquanto os corpos estão vivos, respiram, comunicam e sentem, os corvos mantêm-se distantes, não se aproximam.
Quando esses corpos morrem, se inicia o processo de cadaverização, quando a decomposição começa e o corpo se putrifica, o corvo aproxima-se.
A pequena diferença é que os corvos se aproximam do corpo com alegria porque vão se alimentar. Mas os humanos se aproximam com choros e lamento porque não verão mais.
Talvez seja o tempo de nos amar agora enquanto estamos vivos.
QUE NÃO SEJAMOS MAIS CORVOS DO QUE O PRÓPRIO CORVO.
