Coleção pessoal de marcianazar5_1127962
☀️ BOM DIA, MEUS AMIGOS! ☀️
Hoje o meu coração se enche de gratidão.
Agradeço ao Senhor pelo dom da vida, pela oportunidade de recomeçar e por mais um dia de bênçãos, aprendizado e esperança.
Que Deus ilumine cada passo, fortaleça cada coração e derrame paz, saúde e alegria sobre todos nós.
Que este novo dia seja repleto de amor, fé e motivos para sorrir.
Com carinho,
Márcia Reis Nazar 🌷
Clamor pelas crianças Um grito contra a violência, o abuso e a omissão diante das crianças do nosso país.
Tags: criança, violência infantil, abuso, tráfico humano, casamento infantil, denúncia social, proteção, sociedade, Marajó
Precisamos agir diante da violência que se impõe diante dos nossos olhos.
Crianças sendo traficadas.
Crianças violadas ainda nas maternidades.
Crianças expostas e vendidas através das redes sociais.
É um erro acreditar que o abuso parte apenas dos homens.
A realidade é mais dura:
Mães que vendem suas filhas.
Mães que violam seus próprios filhos.
Pais que violentam filhas e filhos.
Tios, sobrinhos, avós que abusam de netos e netas.
É lamentável. É inaceitável.
Até quando permaneceremos em silêncio, sociedade?
É tempo de nos levantarmos em defesa daqueles que não podem se defender.
Crianças indefesas. Crianças vulneráveis.
Não podemos naturalizar em nosso país práticas como o casamento infantil sob o pretexto de cultura.
É dever de todos lutar.
Que haja misericórdia e, sobretudo, vigilância.
Observemos nossos filhos, netos, sobrinhos e também as crianças ao nosso redor.
Estejamos atentos aos sinais. Estejamos atentos aos pedidos de ajuda silenciosos.
Porque crianças gritam mesmo em silêncio.
E esse grito já não ecoa apenas na Ilha de Marajó. Ele atravessa o Brasil inteiro.
© 2026 Márcia Reis Nazar. Todos os direitos reservados.
"Rua debaixo?"
por Márcia Reis Nazar
Valentim em Cascais não se segura
Manda a localização: "Estou aqui"
Ela ri indignada: "Só podes ser louco!
Rua debaixo? Que pensas que sou, pá?"
Borboletas por dentro, dignidade por fora
Vitória foge pra não cair na tentação
Romance, drama e riso na mesma rua
Só faltava a trilha sonora no coração.Eu te devoro...
© Direitos Autorais Reservados
Márcia Reis Nazar
[email protected]
Desistir
engoli minhas perguntas
apaguei nossas conversas
e segui minha vida
existem batalhas
que só ganhamos
quando desistimos
não é fraqueza
é respeito próprio
que aprende a sair
antes de se perder por dentro
não é esquecer
é escolher a paz
mesmo que ela doa
no começo
e no silêncio que ficou
eu finalmente me achei
Texto: Márcia Reis Nazar
E-mail: [email protected]
© 2026 Todos os direitos reservados.
*MEU EVEREST DE SEGUNDA*
Acordei e pensei: hoje eu vou vencer
Lavar a louça, arrumar, responder
Abrir a janela
E escalar o Everest da minha panela 🍳⛰️
A mente fervilhando igual 220
O corpo no sofá pedindo "só mais 5 min"
O celular na mão: "só vou ver 1 vídeo"
3 horas depois... tô vendo receita de bolo que nem vou fazer 🤡
Tomei café, tomei coragem
Marquei 10 coisas na agenda
Fiz 1: abrir a agenda
As outras 9? Deixei pra "versão 2.0 de mim"
Aguenta coração ❤️
Aguenta lista de tarefa
Aguenta eu prometendo
"Segunda que vem eu começo de verdade"
E no fim do dia eu penso assim:
Se sobrevivi ao meu Everest de segunda
Sem oxigênio, sem guia e com preguiça
Já posso me dar os parabéns
E um pedaço de bolo 🎂
_Poesia matinal, vivenciando emoções... e procrastinação_
---
*Autoria: Márcia Reis Nazar*
*© Todos os direitos reservados*
Quando a Alma se Sente Sozinha
Há dias em que o silêncio pesa mais do que qualquer palavra. A solidão parece ocupar todos os espaços, e a humilhação tenta convencer-nos de que perdemos o nosso valor.
Mas Deus nunca mede uma vida pelas rejeições que ela sofreu. Ele vê o coração que permanece íntegro quando ninguém o aplaude, as lágrimas derramadas em segredo e a força de quem continua a caminhar, mesmo cansado.
O cansaço não significa derrota. Muitas vezes, é apenas o sinal de que carregámos fardos demasiado pesados durante demasiado tempo.
Quem hoje nos despreza não conhece toda a história que Deus ainda está a escrever. Há sementes que germinam debaixo da terra, invisíveis aos olhos, mas vivas diante do Criador.
Se hoje te sentes sozinho, lembra-te: a presença de Deus não depende da presença das pessoas. Quando todos se afastam, Ele permanece. Quando as palavras ferem, Ele cura. Quando as forças faltam, Ele sustenta.
Não deixes que a dor roube a tua esperança. O Senhor continua a transformar lágrimas em aprendizado, feridas em testemunho e noites longas em amanheceres de paz.
Permanece firme. A tua dignidade não está nas mãos de quem te humilhou, mas nas mãos de Deus, que te conhece pelo nome e jamais abandona aqueles que n'Ele confiam.
Márcia Reis Nazar
© Márcia Reis Nazar. Todos os direitos reservados.
Maria das Flores
Maria das flores, amiga que o céu me deu,
e que jamais me traiu.
Cúmplices em tantos momentos fomos,
até nas pequenas loucuras que só nós duas compreendíamos.
Talvez não fôssemos perfeitas,
mas nossos corações sempre souberam caminhar na mesma direção.
Ela possui uma sensibilidade rara.
Conversa com suas meninas, as plantas.
Cada uma tem um nome, uma história,
e parece florescer conforme o coração de quem se aproxima.
Maria guarda, no mais íntimo da alma,
algo que somente Deus é capaz de compreender.
Oh, Maria das flores,
as plantas também parecem ler o teu coração
e respondem em pétalas, cores e perfume.
Amiga rara, presente precioso de Deus,
flor que a vida escolheu plantar perto de mim.
Que o tempo jamais apague
a beleza da amizade sincera.
Há laços que não se explicam,
apenas florescem,
como um jardim cultivado com amor.
Autora: Márcia Reis Nazar
© Todos os direitos autorais reservados.
Samba Malicioso do Seu Moço e Seu Anjo
Ei seu moço, foi no privado, foto recém-chegada
O homem se assustou: "É a mãe do filho procurando a parada?"
Deu gargalhada, quebrou o gelo na hora
E ali nasceu o anjo que virou confidente e namoradeira
Ela cochichava: "Homem, larga essa mulher que te adoece"
Mas ele tava enfeitiçado, preso nesse vai e vem
Cego de paixão, surdo de conselho
E o anjo ali do lado, só observando de soslaio
Química virtual, conversa até de madrugada
Ela tímida por fora, mas por dentro era fogo e nada
Seu moço falava e ela ficava sem ar
Leoa querendo rugir, sem saber como mostrar
*Refrão*
Homem, por que me apresentas esse samba?
Entrou no ouvido e desceu pra alma
Cada segredo, cada risada
Ficou no passado, ardeu no presente
E o futuro... o destino deixou na garganta
Olha pro lado, vê a mulher de vermelho
Cheirosa, brinco de ouro, saia rodando no rebolado
É o sonho que você canta no samba
E passou no seu caminho querendo ser pecado
"Homem, cê não pensa mais nessa mulher não?"
O anjo provocava com voz de mel e pimenta
Entre confidência e desejo mal contido
O coração batia samba e o corpo pedia
Se a timidez deixasse, ela mostrava a fera
Se a coragem ajudasse, ele puxava ela pra roda
Mas ficaram só no quase, no entreolhar
No "se um dia" que o samba insiste em cantar
*Refrão Final*
Homem, por que me apresentas esse samba?
Entrou no ouvido e desceu pra alma
Cada segredo, cada risada
Ficou no passado, ardeu no presente
E o futuro... o destino deixou na garganta
Olha pro lado, vê a mulher de vermelho
Cheirosa, brinco de ouro, saia rodando no rebolado
É o sonho que você canta no samba
Ela esteve no seu caminho... querendo seu pecado.
*Autoria: Márcia Reis Nazar*
*Contato: [email protected]*
*Data: 16/07/2026*
*© Todos os direitos reservados*
O Jazigo dos Vivos
Naquela família, os mortos pareciam descansar mais do que os vivos.
O velho jazigo de granito havia sido adquirido muitos anos antes por um homem prudente, quando ainda caminhava sozinho pela vida. Não o comprara por vaidade, mas porque acreditava que até o descanso final merecia dignidade.
O tempo passou. O homem encontrou o amor na maturidade e decidiu casar-se. Foi então que aquilo que sempre pertencera apenas à sua história passou, misteriosamente, a despertar o interesse daqueles que jamais haviam perguntado onde ele desejava repousar.
Vieram exigências disfarçadas de conselhos, mentiras vestidas de preocupação e ordens apresentadas como se fossem dever moral. Chegaram a afirmar que o próprio cemitério exigia a mudança da titularidade do jazigo. Bastou um telefonema para que a verdade surgisse inteira: ninguém havia feito qualquer exigência.
Mas aquela mentira era apenas uma entre tantas.
Muito antes do casamento, outro patrimônio havia sido inserido em uma estrutura societária criada sob o argumento de proteger os bens da família. A antiga casa da mãe permanecia registrada em nome de apenas um dos irmãos, enquanto participações eram distribuídas entre parentes como se a confiança pudesse substituir a justiça.
O único imóvel particular daquele homem também fora levado para dentro da mesma estrutura. O que lhe prometeram como proteção transformou-se em uma longa batalha para recuperar aquilo que sempre lhe pertenceu.
Depois do casamento, antigos sorrisos perderam a doçura. Pessoas que durante décadas se apresentaram como amigas revelaram um rosto desconhecido. O incômodo não era a união do casal. O verdadeiro desconforto surgia quando alguém deixava de aceitar o controle silencioso exercido durante tantos anos.
Há famílias que disputam terras.
Outras disputam casas.
Algumas, infelizmente, disputam até o lugar onde alguém um dia descansará em paz.
O mais triste, porém, não era a existência de um jazigo, de um imóvel ou de documentos. Era perceber que a ganância conseguira ocupar o espaço onde antes existiam afeto, confiança e respeito.
No fim, compreendeu-se que o mármore jamais sepulta a verdade. Ela permanece viva, esperando apenas o momento de emergir, desmascarando as mentiras construídas pela ambição.
Talvez o maior sepulcro não seja feito de pedra.
Talvez seja o coração de quem enterra o amor antes mesmo de sepultar os seus mortos.
© 2026 Márcia Reis Nazar
Todos os direitos reservados.
*Josemar e Márcia – Um Amor em Forma de Samba*
Quando o mestre-sala encontrou sua porta-bandeira, o tempo parou por um instante. Entre tantos caminhos percorridos, Deus escreveu um encontro que nem a distância, nem as tempestades da vida puderam apagar.
Josemar chegou trazendo a serenidade de quem conheceu muitas batalhas. Márcia trouxe a delicadeza de um coração que jamais desistiu de acreditar no amor.
E assim nasceu um romance. Não daqueles contados apenas em versos, mas vivido entre lágrimas, sorrisos, recomeços e promessas feitas diante de Deus.
Hoje, a avenida se veste de esperança.
Os tamborins anunciam que o amor venceu o medo. O surdo marca o compasso de dois corações que aprenderam a bater como um só.
*Refrão*
Ô meu amor, vem comigo desfilar,
Nos braços da esperança quero caminhar.
Josemar e Márcia, Deus abençoou,
Nosso samba é a canção que o céu eternizou.
Se a lua ilumina a nossa emoção,
O coração faz da vida um refrão.
Entre flores, sonhos e o amanhecer,
Vou te amar até o tempo esquecer.
Que passe a bateria, que brilhem as fantasias, que a avenida inteira testemunhe: o maior desfile não é o do carnaval, mas o de dois corações que escolheram caminhar juntos, fazendo do amor sua mais bela melodia.
Porque quando existe amor verdadeiro, cada dia é um novo carnaval, cada abraço é um desfile de emoções e cada olhar é um samba que jamais termina
Quando o mestre-sala encontrou sua porta-bandeira, o tempo parou por um instante. Entre tantos caminhos percorridos, Deus escreveu um encontro que nem a distância, nem as tempestades da vida puderam apagar.
Josemar chegou trazendo a serenidade de quem conheceu muitas batalhas. Márcia trouxe a delicadeza de um coração que jamais desistiu de acreditar no amor.
E assim nasceu um romance. Não daqueles contados apenas em versos, mas vivido entre lágrimas, sorrisos, recomeços e promessas feitas diante de Deus.
Hoje, a avenida se veste de esperança.
Os tamborins anunciam que o amor venceu o medo. O surdo marca o compasso de dois corações que aprenderam a bater como um só.
*Refrão*
Ô meu amor, vem comigo desfilar,
Nos braços da esperança quero caminhar.
Josemar e Márcia, Deus abençoou,
Nosso samba é a canção que o céu eternizou.
Se a lua ilumina a nossa emoção,
O coração faz da vida um refrão.
Entre flores, sonhos e o amanhecer,
Vou te amar até o tempo esquecer.
Que passe a bateria, que brilhem as fantasias, que a avenida inteira testemunhe: o maior desfile não é o do carnaval, mas o de dois corações que escolheram caminhar juntos, fazendo do amor sua mais bela melodia.
Porque quando existe amor verdadeiro, cada dia é um novo carnaval, cada abraço é um desfile de emoções e cada olhar é um samba que jamais termina.
*Autoria: Márcia Nazar*
*© Todos os direitos reservados*
O Altar Não é Palco
O Altar Não é Palco
Quando abrimos as Sagradas Escrituras, encontramos um princípio imutável: Cristo é o centro da Igreja. Toda honra, toda glória e todo louvor pertencem exclusivamente ao Senhor.
Entretanto, em muitos lugares, observa-se uma inversão preocupante. O altar, que deveria exaltar a cruz, por vezes passa a exaltar o homem. Antes mesmo de a Palavra ser anunciada, apresentam-se títulos, diplomas, graduações, cargos, currículos e conquistas. O mensageiro ocupa o lugar da mensagem, e a aparência parece valer mais do que a essência.
Jesus nunca precisou de um currículo para transformar vidas. Não foi um diploma que venceu a morte, mas o sacrifício da cruz. O Filho de Deus entregou-Se por amor, e isso foi suficiente para abrir o caminho da salvação.
A Bíblia continua declarando: "Importa que Ele cresça e que eu diminua." (João 3:30). A missão do servo nunca foi atrair os olhares para si, mas conduzir todos a Cristo.
É importante reconhecer que estudar, preparar-se e buscar conhecimento são atitudes valiosas. A própria Escritura incentiva o crescimento na sabedoria. O problema surge quando os títulos passam a ser usados como motivo de exaltação pessoal, quando a glória que pertence somente a Deus é desviada para homens.
A Palavra de Deus não mudou. O Evangelho permanece o mesmo. O que frequentemente muda é o coração humano, que continua lutando contra o orgulho, a vaidade e o desejo de reconhecimento.
O Senhor não procura celebridades religiosas. Procura servos fiéis, humildes e obedientes. Deus resiste aos soberbos, mas concede graça aos humildes (Tiago 4:6).
Que nossos púlpitos voltem a ser lugares onde Cristo seja anunciado acima de qualquer nome humano. Que o altar volte a ser altar, e não palco. Que a cruz seja suficiente. E que, ao final de cada culto, as pessoas não se lembrem da eloquência do pregador, mas saiam convencidas de que estiveram na presença do Deus Todo-Poderoso.
"Porque dele, por ele e para ele são todas as coisas. A Ele, pois, a glória eternamente. Amém." (Romanos 11:36)
Autoria: Márcia Reis Nazar
E-mail: [email protected]
