Coleção pessoal de manuel_santos_1

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O 25 de abril e os representantes da minha nação!

“Porque um rei fraco, torna fraca a forte gente!!!”
Camões

Adorei ver coragem demonstrada;
Tal como, tão reparei no esconder;
De quem por entre nós: nada valer;
Tão demonstrou, com deles; retirada!

Assim vai meu País, de forte gente;
Quer BEM, ou quer tão mal representado;
Neste ausente, ou presente a nós mostrado;
Quem em tais, vem tornar; Povo Valente!

Pois quem, num dia que: tão lhe deu vida;
Com MEDO de um vírus, ficou escondido;
Demonstrou-nos, quem é; e sempre o foi!...

Daí, haver em nós, tanta ferida;
Aberta, por tão parasita havido;
Em tais, como há na carraça, e num boi.

Se este capuchinho, a ti serviu; enfia-OOOOOOO!!!!!!!

Marcelo telefona a Boris?!!!!!!

Adorei ver Inglês, a elogiar;
Por tal ter sido: pra Português ver;
Logo ser ver, sem o de inglês tal ter;
Como teve o dele telefonar!

Chorei por ver nesse pobre tratar;
Por tido, só para o tal: inglês ver;
Não ter, do Português, qualquer querer;
Que não, para a si fama; arrecadar!

Que pena, tanta injustiça, cá faças;
Pra caçares a fama, a qualquer preço;
Esquecendo em nós tidos, combatentes!...

Que por tais não lutares, tão embaraças;
Por não veres em tais, esse endereço;
Por não veres em tais, IGUAIS VALENTES.

Com um profundo pesar, por tão ver em ti um [por um salário DIGNO para todos os profissionais de saúde] não lutar;

Parabéns e Feliz Aniversário, meu FILHINHO muito AMADO, Manuel Santos!!!

Que bom, é por cá ver-TE meu FILHINHO;
Neste nosso viver, cá em Ti havido;
Por esse havido em Ti, não ter morrido;
Pra cá andarmos, por mais um pouquinho!

Que bom, é para mim, que a Ti, cá fiz;
Estar a Ti, junto com de mim tido;
A ver: o nós, que tão existe, em Ti havido;
Complementar nosso UM, e em TI, feliz!

Por isso, FILHINHO meu, tanto AMADO;
Que contes, cá muitos mais anitos;
É o que de mim, a Ti; eu mais desejo!...

Por tão gostar que estejas deste lado;
Com TEU VIVER, neste morrer de aflitos;
Pelo GRANDE ajudar, tais; que em Ti vejo.

Parabéns meu AMOR, mais pequenino!...

A dezanove aninhos, já chegaste;
Por cá, e a muitos mais, vais chegar;
Nesse em TI, cá tão BONITO encontrar;
Tão tido: NESSA ALMINHA, que encontraste.

Teu pai;

Décimo nono Aniversário do nosso FILHO…

Faz hoje, dezanove anos Amigos;
Que A minha AMADA, outro FILHO a mim deu;
De um CASALINHO, que DELA nasceu;
Que sortudo eu tão sou, por TAIS Queridos!

Por isso, hoje estou a cá tão festejar;
Mais UM nascer da vida em nós havido;
Tão tido, Neste FILHINHO querido;
Que com vida, a nós resolveu, brindar!

Que sortudo eu tão sou, com tais FILHINHOS;
Que um dia, cá fizemos com prazer;
Por nunca a minha Amada, eu importunar!...

Daí, eu tão saber que SÃO CARINHOS;
Que um dia, ambos cá quisemos fazer;
Em de ambos, desejos de acasalar.

Por bem saber, [devido a o macho ser] que a mim sempre coube, EVITAR nela: o desprazer, com prazer;

@s MELHORES do mundo…

Por tão ténue em nós ser, tal universo;
De nós, tal deveremos retirar;
Não de: o a tais querer ser, mas do pensar;
Que em nós, deixo gravado em este verso!

Pensar havido em tanta: nossa gente;
Incapaz, sequer de pra o lado olhar;
Daí, ter em si: tão rico julgar;
Que tão pobre, tanto põe, em tanto ausente!

Fazer: uma afirmação universal;
Sem de a tal, vermos provar, na evidência;
Tida em nós, já: quase oito mil milhões…

É fazermos a nós, afrontar tal;
Devido a essa em nós tal: maledicência;
Tão provar, nela o quão; somos morcões.

Com prudência;

Não deixeis morrer os vossos VELHINHOS…

Não deixeis morrer os nossos VELHINHOS;
Tão pelos filhos já abandonados;
Por neles terem feito, uns tão coitados;
Que esqueceram até: dos tais, carinhos!

Esqueceram das MÃES: toda a ternura;
Tão tida, na delas forma de dar;
Tal como do dos PAIS: tanto lutar;
Pra cá tornar; vida deles, segura!

Coitadinho de quem, abandonado;
Pelos filhos, por deixado num lar;
Volta a ver esse abandono, a se dar;

Mesmo sendo abandonar, pelo estado;
Pra quem toda a vida com descontar;
Tão deu, o que a tais; tão podia tratar.

Com uma indescritível mágoa;

Ser poeta…

Escolher ser poeta, é opção;
Que em todos nós humanos, tem caber;
Devido a pra tal ser, saber não haver;
Melhor que o havido na Alma, ou coração!

É resolver ser persona non grata;
É resolver o mal denunciar;
Esteja o tal no mais alto, lugar;
Político, ou religião ou outra ingrata!

É falar, é gritar, é tudo dar;
Quer de si, quer da sua tão pobre Alma;
Sempre com o intuito: proteger!...

Sabendo bem, que isso não vai agradar;
Mas mesmo assim saber manter a calma;
Por tal, ser cá seu único querer.

Com alegria, por tal ter escolhido pra meu eu SER;

Para Ti, FILHINHA LINDA!!!!!!!!!!!!!!!

Que bom, é pra mim ver esse teu ver;
Que bom, é pra mim ver teu bom gostar;
Daí este meu gostar de escrever;
Quão mais não seja, para te encantar!

Que bom, é consolar teu lindo olhar;
Com a beleza, havida, que ele tem;
Que nada mais é que esse bom julgar;
Tido nesse bonito que a mim vem!

Que bom, é para mim, FILHA bonita;
Ver teu olhar a mim tanto apreciar;
Devido, a tua maneira de ver!...

Ser tão especial, por seres perita;
Por seres, como a luz do bom luar;
Que ilumina em mim o meu pobre ser.

Adoro-te, teu pai;

Soneto em forma de AGRADECIMENTO, dedicado ao DR. Roque da Cunha, presidente do SIM- (sindicato independente dos MÉDICOS de Portugal), pelo que na tv disse:
“Espero que quando esta pandemia passar, por tamanha luta que nos foi imposta; os senhores políticos, se lembrem de nos dar, nem que seja: pelo menos; mais um dia de férias!!!”

Assim são representados os MÉDICOS do meu Portugal!!!!!!

Ouvindo um presidente sindical;
Apelar pra mais um dia de férias;
Pergunto: onde estão nele ideias sérias?
Ou como: pode ele sugerir tal?!

Pós ver tantos colegas, INFECTADOS;
Pedir a políticos escondidos;
A ganharem chorudos ordenados;
MISÉRIA, para os TAIS, em si tão tidos!?

Organize-se, Ó sindicalista;
Que tão me deu vontade, de chorar;
Pelo sugerir que SÓ, de si; ouvi!!!!!!!!

Daí, haver: tão malganhar à vista;
Daí, eu ver: em VÓS, tanto emigrar;
Por culpar, da política e de SI.

Quando um dia, não houver MÉDICOS no nosso Portugal, para nos tratarem, a si agradecerei!!! Com mágoa;



Enfim!!!

A Em nós BOA força da UNIÃO nesta curta VIDA…

Por não haver em nós, melhor força havida;
Que a que tão temos, quando nos unimos;
Tem nela o melhor sentir, que sentimos;
Por ser MAIS forte, o sentir desta tida!

Tida em nós, mais de sete mil milhões;
Esta força animal, unificada;
Quando da mesma se torna aliada;
Dá a nós, maior das consolações!

Vamos então UNIR-NOS, para acabarmos;
Com os maus empecilhos, nesta havidos;
Que tão cedo, cá a nós; vêm caçar!...

Pra juntinhos, Tão dela desfrutarmos;
Como desfrutam AMADOS unidos;
Por nem a morte A TAIS, poder matar.

Com Fé, neste dia em que cá na nossa Terra, se festeja a VIDA, para além da vida;;

Agora, por estarmos a viver MAIS uma pandemia e por tal, a sepultarmos IRMÃOS; como jamais imaginamos tal virmos um dia a ter que fazer, [por sem sequer DELES, nos podermos despedir] a todos DESEJO uma FELIZ PÁSCOA, dizendo-vos:
- Por FAVOR, não percam a FÉ, NO de nós, CRIADOR; e apreciem este poema, pois de momento, infelizmente para QUASE TOD@S, o que mais em nós [exceptuando, OS nossos HERÓIS GUERREIR@S que se encontram na frente deste combate, trabalhando até ao limite das DELES forças para nos SALVAREM, secundarizando até a DELES vida] há, é vagar!
ISOLEM-SE em casa, pois é na nossa: separada UNIÃO, que se encontra o MELHOR antídoto para limparmos a sujidade existente neste sacana deste; vindo de um morcego, para tão nos FERIR, quer fisicamente, quer Espiritualmente. Enfim…

Que poderemos pois DELE esperar…

Que poderemos pois, DELE esperar;
Pós vermos cá tanta gente a morrer;
De FOME, ou de DOENÇA, ou de outro HAVER;
Tão vermos, NELE um não haver importar!

Por nem ÀQUELE DELE FILHO Dar;
Com ainda tanta vida, pra viver;
Por só trinta e três anos, de cá Ter;
Viver, para a mais cá Continuar!

No a Ver, por cá reinar, tanta injustiça;
E mais, do que eu nem consigo entender;
Daí, o escrevo a em mim, tanto chorar…

Por tão parecer ver, NELE preguiça;
Por tão parecer ver, NELE um não ver;
Que poderemos pois, DELE esperar?...

Não fossem, todos os: MILAGRES tantos;
Que em nós, e a nós cá foram, tanto Achados;
Em momentos de FÉ, por Tal Tão Dados…
Andaria eu a chorar, cá pelos cantos;
Como Tão CHORO, pelos desgraçados;
Pós ver, tantos de nós; ABANDONADOS.

Não fora, a tantos TER: RESSUSCITADO;
Como em nós, SEU FILHINHO, Anunciou;
Desse PAI, que afinal, tudo DITOU;
Agora eu estava desacreditado!...
Daí, ainda bem, que em tão mim ficou;
A FÉ, nesse PAI; que a tudo CRIOU.

Por isso meus primos, cá desta Terra;
Mas meus lindos IRMÃOS, Espirituais;
Na Páscoa, em que como eu, tristes andais;
Garanto, vamos VENCER esta guerra!!!!!!!
Como já tão VENCEMOS a outras tais;
E ainda iremos VENCER; muitas mais.

Agora, para quem A quiser VER, dedico-vos a da minha óptica; Páscoa CRISTÃ...

“Nisi Credideritis, non intelligetis!”
Isaías- 765 a.C.- 681 a. C.

Em isto não acreditar;
É a isto nunca entender;
Logo está em teu julgar:
Tal querer; ver ou não ver!

O Natal é quadra Linda;
Pois anuncia., O nascer;
DO de nós, mais LINDO SER;
Mas há; uma outra, após vinda;
Que nos provou que o morrer;
Não é o fim, do Viver!

Por tal, a primeira vinda;
Por do anunciar: nascer;
Também tem em si: o morrer!...
Logo a outra, é tão mais Linda;
Pois anuncia, O VIVER…
DESSE SER; após morrer.

Acreditar na primeira;
Por ela ser facto histórico;
Em qualquer um, tem caber!...
Mas poderá ser matreira;
Por seu teor alegórico;
Também morte, a em si tão ter.

Ao crermos, na segunda;
Por nela estar toda a essência;
Da Vida neste nascer!...
Teremos Vida profunda;
Para além deste morrer;
Por ela, A Tal, em si ter.

Pois certo dia a nós disse;
Quem em Tal, Teve O nascer:
“Quem em mim, acreditar;
Após morrer, vai Viver;
Por seu saber conjugar;
Da Verdade, com seu Ser!”

Por tal, haja acreditar;
Na primeira e na segunda;
Por SER LINDO; em Ambas ter!...
Por Terem em Si, O Salvar;
Dessa morte tanto imunda;
Que em todos nós, terá ver.

Terá tal ver, nesse dia;
Que nos vier apanhar;
Neste tão breve morrer!...
Por ter em si, tal valia;
Que a ninguém irá poupar;
Por tal, só morte em si ter.

Só quem, com ELE souber;
Neste tão triste morrer;
Conjugar com TAL; Viver!...
Da mesma irá, porque quer;
Por tal ter sabido ver;
Pós mortis; mais VIDA ter.

Vamos todos festejar;
O da morte regressar;
DO nosso LINDO JESUS!...
Que para a todos salvar;
Por nós SE DEIXOU matar;
Pregado naquela cruz.

“Nisi Credideritis, non permanebetis!”
Isaías- 765 a.C.- 681 a. C.

Em isto não acreditar;
Será não permanecer;
Quando esta vida acabar!...
Será viver; pra morrer.

Com o Carinho do Amor, de um pobre poeta triste;

Feliz Páscoa!

Máscara… Civid-19/20… Máscara…II

Por ter proteger tão paradoxal;
Haja para a tal usar, um bom ver;
Porque ao não infectado, proteger;
Ao infectado, irá fazer mais mal!

Cuidemos por tal, o dela usar;
Devido a protecção dela insegura;
Tão matar na doença, quer na cura;
Se em nós com tal, não houve bom precatar!

Usemo-la só pra tratar doente;
Ou para sair, se em nós houver do tal;
Que melhor que com ela, em casa estava!

Pois dela pra nós não virá presente;
Que não seja um a todos fazer mal;
Devido a sujeira, que ela em nós trava.

Com prudência;

Vírus…

Por serem coisas, por vida não terem;
Logo, só se chamarem: parasitas;
Isolemo-nos das dos tais, visitas;
Escondidas no sujo, sem se verem!

Jamais descuidemos, a higiene;
Tal como, um seu sentir, se em nós havido;
Pra não vermos por nós, tal dividido;
Pelo sujo em nós tido, sem sirene!

Isolemos por tal, connosco mesmos;
Esse sujo parasita em nós tido;
Que em oitenta, mais que quinze mal dura!...

Por não dar pra todos, testes fazermos;
Deixemos, o GUERREIRO em nós havido;
Lavar de nós, tal SUJIDADE; impura.

Com a prudência necessária;

A nossa Melodia preferida…

Como a beleza desta melodia;
Que pra Ti, tão toquei querida Amada;
Cá vai, de mim esta música dada;
Por nossa Linda Filha, em este dia.

Que bonito, é ver Nela gravadas;
O soar, das notas que tanto Amamos;
Pelo sentir, que em tais reencontramos;
Novamente EM SENTIR, de em tais tocadas!

Por ser música Linda, universal;
Assim, tal és pra mim Amada Linda;
Pela Grande beleza, que emanais!...

Que bom, que uma FILHA nos mande tal;
Que bom, é que Ela a nós, por de nós Vinda;
Tão tenha em Si de nós, sentires tais.

Com Alegria, para TI/Vós;

Reforço GLOBAL, dos Serviços Nacionais de SAÚDE…

Acordai para a VIDA, em nós políticos;
Pois todos nós por cá, só temos uma;
Daí pra nós não há por cá coisa alguma;
Que a nós valha, estando já paralíticos!

Estimai, quem a vós, dá tacho bom;
Zelando então pela dos tais: SAÚDE;
Não só quando há crise, mas amiúde;
Porque aí sim, de vós haverá dom!

Reforçai em NÓS sistemas de SAÚDE;
Como, criai-lhes: mais JUSTO pagar;
Em detrimento, do tão mau ARMAMENTO!...

Para nos afastar do mau ataúde;
Onde sei bem, todos vamos parar;
Para que em vós, não haja um tão ver: jumento.

Com esperança;

Sem VIDA, não há economia mr. hoekstra!!!!!!

Quão pouca sorte os Holandeses, têm;
Na escolha, dos deles representantes;
Que em nossa Europa vemos ser tratantes;
Amostrar-nos que a ver, tanto mal vêem!

Que pena, tão pobres representantes;
Acedam, a tais cargos nesta Terra;
Daí, cá haver em nós tanta guerra;
Por culpa, desses insignificantes!

Por mui forte ser o empobrecer;
De SERES, que em nós tais representam;
Como esse: wopke*, chamado, na Holanda!

Por no dele SORRIR, com tão MORRER;
Ter um sorriso, que em TAL gente assenta;
Mandem-no HOLANDESES, para outra banda.

*por não haver recurso económico que substitua a VIDA, ou resista a uma pandemia, para si mr. hoekstra!... com uma profunda mágoa pela ofensa, por si feita: à nossa Itália, à nossa Espanha; à VIDA!

Não fora a POESIA, implodiria…

Não fora, a minha AMADA, POESIA;
A quem meu Eu, tanto AMA, como ao meu UM;
Nesta vida eu seria: um zé nenhum;
Crendo em mim, que já cá; nem existia!

Não fora a POESIA, eu implodiria;
Por não haver, um como expressar do meu Eu;
Tudo o que há lá, pra contar ao Teu;
Sem TAL, caducaria e morreria!

Não fora a minha Fé, NO SALVADOR;
De cá ver tanta miséria, a dar-se;
Até, do CRIADOR; duvidaria!

Por tão ver ignorar do resplendor;
Que dizem Ter, mas ver apagar-se;
Por ter, que LHE ralhar; com poesia.

Assim tal sinto e sou. Com carinho;

Repugnantes afirmações…

Assim chamaste e bem, amigo António;
Repugnantes, a tais afirmações;
Por serem proferidas por morcões;
Que mais são: que aliados do demónio!

Adorei ver-te lutar por justiça;
Já que a ti tenho visto adormecido;
No gosto de ministros, escolhido;
Será que tal tens feito por preguiça?

Porque ontem, a todos nós demonstraste;
Que afinal, em nós sendo bom* político;
És alguém, com quem podemos contar!...

Mas o meu votar, ainda não alcançaste;
Mas conta em mim, para ti: um sempre crítico;
Construtivo, a exigir teu BOM lutar.

*sabes bem o que significa meu considerar a alguém: bom político!!!! [o tal sempre politicamente correcto: esse tal tão inteligente, que nunca mente!!!] Parabéns pelo discurso de ontem no Parlamento europeu; e começa a ser menos político [como o foste no tal momento]. Parabéns e obrigado CEO mor do reino nosso; por teres conseguido ultrapassar as politiquices, que tanto te adormecem!!!!!!!!!!

Vírus… Saúde… União…

Oxalá que este vírus a nós una;
Por ser para nós: chaga universal;
Que na Terra há, para fazer tão mal;
Que em nós sequer: jamais fez guerra alguma!

Nos una, dando um ver, que na doença;
Que para todos nós, vem a correr;
Trazendo com a tal, nosso morrer;
Não há desunido em nós, que a essa tal; vença!

Por isso, por todos irmos morrer;
Haja em nós BOM estimar da saúde;
Construindo em vez de hotéis, hospitais…

Apetrechando os tais, mas a correr;
Para irmos fugindo, desse ataúde;
Ou coisa, que cá certa; temos mais.

Com esperança, que TAL* comecemos a ver;

*Começarmos a ser Mais UNID@S a favor: da PAZ, da SAÚDE, da IRMANDADE e da SOLIDARIEDADE!!!! Porque a vaidade; a nada mais nos levará, que: senão ao fim da humanidade devido ao quão doente a nossa Bola [por nossa tal vaidade] se encontra.

APELO em forma de GRITO, À boa IMPRENSA, por ver NELA, a ÚNICA fonte para PACÍFICAMENTE se ver justiça neste meu pobre (por tão pobres reis) país, que é Portugal

EMPRESÁRIOS em nome individual, com seus PEQUENOS estabelecimentos comerciais, ENCERRADOS obrigatoriamente pelo estado, mas SEM qualquer direito ou apoio social, por parte desse mesmo, para suportarem as despesas que todos temos nomeadamente de: saúde alimentação, arrendamento, prestações das casas, água, luz, gás, electricidade e outras!!!!!!!!

Para vós, senhores políticos: Presidente selfie, Primeiro ministro e deputados desta nação que é Portugal…

Sei que de mim, não gostais, mas que um sou;
E que como eu, há em nós: várias centenas;
Com cafés, salões e lojas PEQUENAS;
Sem DIREITO: a um cêntimo, como eu estou!

A vós, estado eu devo, nem centavo;
Daí, vos perguntar, ó deputados;
Parados, com chorudos ordenados;
Porque tão roubais vós, a tanto ESCRAVO?

Por isso analisai, com que critérios;
Num ROUBAR inconstitucional;
Nos prejudicais, porque somos sérios!...

RESPEITAI: presidente e ministérios;
Que sabeis a nós poder tratar mal;
Por tão conhecerdes: nossos mistérios. *

*Através do controlo do fisco, da segurança social e do registo criminal, por não SERMOS marginais, mas tão só: SIMPLES trabalhadores com os negócios FECHADOS e com a tal SEM qualquer AJUDA por parte de a quem sempre [ e aqui falo por mim e minha Família] pagamos os nossos impostos.

Com fé, num ALERTAR por parte da nossa COMPETENTE e JUSTA imprensa, pois por tais medidas [que considero NECESSÁRIAS, como tão tenho alertado em meus poemas que cá só pecaram por TARDIAS] por tomadas, por um INJUSTO desGOVERNO, encontro-me na situação de desempregado (sem um cêntimo de rendimento). A nossa “unida” Europa, está a mandar os governos ajudarem os seus povos, mas o nosso [o do meu PORTUGAL] … ENFIM!!!!!!!!!! de fome, não hei-de morrer, porque ainda estou (mas à minha custa) “bastante” gordinho.