Coleção pessoal de magicamistura

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Na estrada que percorri, sempre houve espaço para a queda e o recomeço. E de tropeço e esperança pavimento meu caminho, como o sol reveste o horizonte.

Quem têm fé, confia na sabedoria da vida. As dúvidas chegam e vão, pois quem crê de verdade, não permite que elas criem raízes.
Aquele que tem fé, escolhe dar o primeiro passo, pois sabe que jamais andamos sozinhos.

Na brisa que sopra, te sinto
Numa risada sem nexo, lhe ouço
Sorriso que me ilumina,
Trago em mim a saudade
Que só aumentou o amor
Nesse meu coração
Que é teu, e sempre será

Fé no caminho, retomo meus passos
Mesmo que vacilante, importa insistir
A clareza na mente começa,
Quando consigo calar as vozes
Elas insistem em me fazer desistir
Antes mesmo de pensar em tentar

Ser autêntico não é nem questão de estilo. É ser singular, pois ama a si mesmo. Sem precisar provar nada, nem se equiparar a ninguém.

Aprender a superar as frustrações é uma tarefa para a vida inteira.
Ao abraçar com leveza os pequenos obstáculos cotidianos, transformamos cada degrau da jornada em um processo enriquecedor.

Cada existência é uma dádiva preciosa. Uma oportunidade única de desenvolver nossas aptidões, e evoluirmos um pouco mais, melhorando-nos como espíritos eternos que somos.

O saber ouvir é tão divino e transcendente.
É um ato de entrega e desapego que diz mais sobre quem ouve do que sobre quem está ali, falando e compartilhando sua alma.

Nossa cura inicia antes mesmo dos sintomas físicos cessarem.
Ela se origina na percepção das causas que nos levaram ao próprio abandono.
Então, com os tratamentos adequados, iniciamos o processo da recuperação.

O que permitimos que seja o centro de nossa atenção e energia, torna-se o critério principal para a nossa felicidade.
Que a simplicidade possa ser esse objetivo, assim deixamos mais leve a nossa jornada.

Gosto de me inspirar em pequenas grandes belezas. Qualquer singela flor é minha musa, o vento soprando me encanta. Como amar o muito, sem valorizar cada parte do todo?

⁠Quero mesmo é poder olhar para mim. Me perceber como realmente sou, e quão magnífica me tornei. Apesar de, depois de. Olhos nos olhos, me reconhecer.

⁠Podemos ajudar a retirar os espinhos do quintal do vizinho. Ou reclamar das flores mortas que deixamos de cuidar no nosso próprio jardim.

⁠Pensar que nada se sabe, rebaixa

Tentar provar que tudo se sabe, exaure

Ser o que somos, sem pressa

Liberta

⁠Em meu caminho havia um bosque de eucaliptos. Era imponente feito montanha de cordilheira. As folhas esmeralda, me recordaram pedras preciosas. Seu aroma, porém, trouxe meu pai de volta. Parei. Chorei. Depois sorri e continuei, confiante. Somos o bosque também.

Rolou uma lágrima.
Furtiva.
Havia um motivo.
Banal.
Depois de um instante, secou.
O metrô, desalmado, chegara.

⁠Então, eu contemplei o mar
E foi tanto verde, foi tanto azul
Que dali, quando tirei meus olhos
Minh'alma não se afastou
Agora, para matar a saudade
Marejo de lágrimas o olhar
Para salgar a lembrança
... da maresia, e do mar

⁠pulando de estrela em estrela
meu pensamento errante
perseguiu pelo véu da noite
o sonho absurdo
da livre Lua cativar...

Senti a melodia do vento soprando na pele, e o simples murmurar deste vento, aplacou o escaldar de um verão inteiro.

O poeta aventureiro, singra os mares da utopia. Vive um sonho, vira o dia. Na vigília de encontrar, seu bocado de magia. Navegando entre borrascas, ele exerce a poesia⁠.