Coleção pessoal de LuzeAzevedo

61 - 80 do total de 81 pensamentos na coleção de LuzeAzevedo

Beijos Pra Tua Alma e Afagos Pra Teu Coração

Pela Vida e Para a Vida, na Melhor Forma de Viver!

em toda a ficção existe um pouco de verdade; na verdade, não pode haver ficção!

vendi o Sol à vista, para comprar a Lua a perder de vista.

se a sua vida é uma estória, quem é o autor!?

- por dentro eu sou o tipo de pânico.
- do que você tem medo?
- eu não sei... sinto medo! que eu possa ir lá e cair de cara no chão.
- bem, você não sabe o quê, a menos que você tente, certo?
- você está certo. eu só desejo ser tão corajosa como meu "amigo" pensa que eu sou!
- olha, ser corajosa não significa você ter medo de tudo. tudo bem? significa apenas que você não irá deixar que o medo possa impedi-la de fazer o que você quer fazer.

as ruas não são para qualquer um. por isso existem as calçadas.

poderia ser o mar; mas é o céu do meu Amar[T]anto!!!

na minha opinião ninguém escapa da própria dor
ela sempre surge afiada e impiedosa.
a dor te obriga a dizer: tenha esperança!
aí você diz a si mesmo: isso não pode perdurar...
ACREDITE: hoje vai ser diferente.
eu não me rendo aos ditames do ontem!

o Café é quente e Amargo; a Cerveja, só se for Gelada; e, a Vida não pode ser Morna.
por um ano cheio de boas emoções pois a vida é muito curta para ser pequena.

há cinquenta e cinco anos o enigma deu um abraço no paradoxo, nasci!

A incapacidade de dormir é a maldição dos velhos e dos culpados.

o acaso é o momento em que a lógica dá um cochilo!

pessoas me perguntam aonde me escondo?
à elas digo que sou sol. todo dia apareço e depois me guardo pro dia seguinte. mas na realidade queria ser lua – surgir ao final do dia e me recolher a cada amanhecer –, amando a madrugada.

seu destino e eu, não estão em desacordo.

sua pele tem o frescor da manhã e seu cheiro a mais pura lavanda. tenho muitas expectativas maiores e, sua companhia harmoniza meu viver.
a noite foi longa, o prazer infindável... agora uma luz delineia suas curvas, ela foge em outra direção e sua sombra fica.
por vezes tenho saudade de quando tinha 16 anos; sonhava por alguém e não questionava nada, bastava atravessar a rua!

Ai Deus, cuida de mim…
Pobre sei que sou!
Pois amar é só o que sei!
E amar, só posso e só quero uma única mulher
essa que está aqui, prestes a acordar!

são 04h, muito frio. há tempos não sabia o que era isso em Ribeirão Preto.

não há gemidos nos apartamentos vizinhos, todos dormem e o silêncio reina. lá fora chuva e um pedido de socorro, rompe com a paz reinante.

uma voz feminina suplica que a deixe; que ela não quer ir, quer ficar ali. em outros momentos, quer ir. mas só! sem a companhia, que nada fala — presumo só acompanhar ao largo, de um lado a outro da calçada.

nenhum carro na rua, nem sons a interromper o capítulo dessa novela. ela chora e ri num desafino descompasso, lembrando talvez mais dos drinks de que a música que a embalou no início da festa, que sabe-se lá como terminou, ou não!

penso em deixar a cama, abrir a Frisa e ir acompanhar o desfecho do romance "frozen in the rain". as cobertas que me acompanham não permitem e me abraçam mais forte de encontro à cama. tento com esse trio aquecer-me para o final da madrugada e colo mais um travesseiro ao ouvido — ajuda também a esquentar —, mas a voz feminina, lá fora teima em reinar. não é um Romeo, Romeo... nem tampouco tomate cru que ela procura na feira — por sinal distante daqui — . e, ela continua a berrar, algumas palavras que se parecem com isto.

milésimos de segundos se passa e seus sapatos começam a dividir com o som da chuva a quebra do silêncio que antes reinava, na pista. uma dança sem música, no asfalto molhado. ele, enfim berra e pede para que ela volte. é então que eu noto a companhia, é um homem.

abri a Frisa, quem sabe para ajudá-la, quem sabe para me devolver o sonho e, aquecer o corpo. vejo que ela não resistiu, preferiu o Romeo. ela aceitou-o e foram em busca dos tomates.

agora sim, o tempo vai esquentar e logo, logo, o sol é quem vem reinar!

por vezes tenho saudade de quando tinha 16 anos; sonhava por alguém e não questionava nada, bastava atravessar a rua!

“Pra todo canto que eu olho. Vejo um verso se bulindo.”
vamos para a vida, que ela não espera. quem fica enseja o fim que [re]mata.

criança minha, que saudade!
penso em você a cada instante do tempo que me permite parar e pensar.
até mesmo quando não posso, eu paro e penso. você apareceu sem intenção e, intencionalmente, ficou... [?]

gosto e penico são coisas que nem todos têm. mas, todos, sabem para o que serve.