Coleção pessoal de luizteixeira

Encontrados 20 pensamentos na coleção de luizteixeira

⁠Acredito piamente que estou certo sobre a vida. Sobretudo, porque a vida é minha, não tua.

⁠Quanto mais analiso e observo o ser humano, pouco descubro sobre o viver e muito aprendo sobre a natureza humana.

Nada é mais humano que a esquizofrenia. Ninguém vive na realidade absoluta.⁠

⁠Homens e mulheres são seres iguais, o que os diferencia são as esquisitices humanas

PRÓLOGO...
⁠Queria ter a energia da juventude
e a sabedoria de um ancião,
mas estou no meio do nada,
bagagem pesada,
um tanto de estrada
e pequenas partes do coração

⁠A PONTE...
A poesia não vem do outro, do mundo,
ou de qualquer coisa que exista.
A poesia está onde não há nada.
A poesia é o mundo a ser inventado
e o sentimento sendo reescrito, experimentado.
A poesia nasce e cresce em lugar sem nome,
em um verbo desmiolado.
A poesia é apenas de tudo, o outro lado.

⁠A solidão encontra pouso,
quando o silêncio sai de casa.
Amar é aquietar-se...

⁠Disponha-te para o amor,
mesmo sendo só amor.
Se sobrar amor, deixe de gorjeta.

⁠Atitudes e moedas tem dois lados. O silêncio um só...

⁠Há que ser assim,
do jeito que for,
quando nada mais restar de mim,
restará enfim, apenas amor...

⁠Se amar soubesse, saberia, Filosofia é só rima torta,
Amor mesmo, só com poesia.

A poesia tem tantas palavras, mas desespero rima com erro.

Verdade tão banal, dura como pedra,
Na luta pela liberdade, dobra-se, mas não se quebra.

É quando pensamos onde a vida cabe que lembramos, a luta pela liberdade é eterna, a maldade não.

Diferença nunca foi defeito, outro olhar sobre isso é preconceito, e se não der pra ser amor, que seja ao menos, respeito.

Toda a valentia, a violência e a estupidez trazem na sua origem a covardia e são usadas como máscara para que o sujeito ao menos consiga tolerar a si próprio.

O que me espanta não é a burrice congênita.
Me espanta é a burrice adquirida...

Razões indecentes enfeitam as paredes dos palácios,
Onde injustiças queimam em castiçais,
Enquanto dorme a Justiça, cega e vil
Na seda de uma Sodoma bestial.
- Por fora, ouro e essência, por dentro, reles canil.

O ARMA DO CRIME...
Ao puxar a arma, armou-se de ira e valentia,
Porém, e sempre existe um porém,
A batalha era de ideias, pobre criatura,
Vendo então que suas bravatas não tinham serventia,
Apelou para deuses de falsos pregadores, lástima,
Também os deuses eram falsos, simples mercadoria,
Tentou o ódio, tentou a falsidade...
Acabou vítima da própria idolatria.

Dos tribunais, ledo engano, não emana justiça, por certo cobiça, mais certo ainda, vaidade, e no fim do rito, o rico impune e aclamado, o pobre maldito e o povo vendado...