Coleção pessoal de luizborgesdosreis
Vamos fazer uma campanha juntos: menos latinha e copo na mão, bicicletas e pedaladas de montão!!! Abraços fraternais.
Feliz de quem pode receber o Pão da Vida instituído pelo próprio Nosso Senhor Jesus Cristo na 5.ª Feira Santa!
Nada melhor que viver em harmonia na família, curtindo o amor da esposa, filhos, nora, genros e netos.
Hoje, 22 de Março, é o Dia Mundial da Água! Valorizemos cada gota d'água no nosso dia-a-dia!!! Digamos não ao desperdício.
Muitas vezes na vida, carregamos uma mochila pesada cheia de ciúmes, egoísmo, desamor, vaidades, orgulho e avareza, a troco de um simples prazer ou mera ilusão, os quais aumentam ainda mais a nossa insatisfação! Pensem nisso!!! Abraços fraternais.
Ilusão Numa Tarde de Verão (Luiz Maria Borges dos Reis)
Um dia sentado na calçada
Contemplava eu, o pôr do sol,
Vi andorinhas voando atrapalhadas
Temendo ser pegas por um gavião.
As luzes dos postes ficaram acesas
Os sinos tocando também festejaram
A passagem de uma linda princesa
Que aos meus olhos muito encantaram.
Corri depressa ao seu encontro
Pedi-lhe ao menos um sorriso,
Disse-me ela estar com pressa
E minhas preces não quis escutar.
Porém, mesmo triste eu implorei
Que me desse ao menos uma ocasião,
De olhar nos seus olhos e ver todo brilho
Que aos meus apagaram na ilusão.
Mais depressa a menina ainda andou
Deixando-me só, no meio de tantas coisas.
Foi-se embora e apenas me deixou
Os restos esperançosos de um novo encontro.
A gente vive, faz quase tudo o que quer e às vezes o que não quer também. E daí? O que queremos mais?!!!
Senhor Jesus, abençoai todas as minhas tias e tios ainda vivos, e para os que já se foram desta para a outra, o descanso eterno e a luz perpétua que ilumine. Amém.
Como é bom acordar e poder louvar a Deus pelo dom da vida, pela saúde e pela família que temos! Muito obrigado, Senhor!
Saudade, que apaga a minha ilusão
Caminhas, levando-me para o nada
Sem ouvir a voz do meu coração...
Meu Deus, que martírio!
Como me fazes sofrer!
Vivo, como se não vivesse,
Amo, sem saber o que é amar!
Volúpia de meus desejos,
Amarguras de minha vida.
Berços endurecidos de dores,
No peito daquele que tem amor.
