Coleção pessoal de lubaffa

1201 - 1220 do total de 2005 pensamentos na coleção de lubaffa

A vida é curta, quebre regras, perdoe rapidamente, não reclame, não critique, seja amável, agradeça sempre, beije lentamente, ame de verdade, ria descontrolavelmente, e nunca pare de sorrir, por mais estranho que seja o motivo.
E lembre-se que não há prazer sem riscos.
A vida pode não ser a festa que esperávamos, mas uma vez que estamos aqui, temos que comemorar cada dia e agradecer! Aprecie sem moderação…

Já dizia um velho sábio: se benze que a sua felicidade vai ofender muita gente! A vida é curta. Quebre as regras, perdoe rapidamente, beba lentamente, ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente e nunca se arrependa de nada que te faça sorrir!

Impecável - adoro esta palavra. Gosto dela pela ideia que contém, de que qualquer coisa que façamos pode ser bem feita e melhorar sempre. Impecável não é o perfeito. Impecável é algo que agrada ao espírito, independentemente da porta pela qual entra. Pode ser uma música, um filme, uma comida. Já passei finais de semana impecáveis, fiz viagens e fui a festas impecáveis. Seu melhor uso é quando você gostaria de fazer de novo. Impecável é o lugar onde você gostaria de morar.

Quando aprendi que nada é para sempre, comecei a me demorar mais nos abraços. Quando aprendi que nada é para sempre, entendi que as coisas boas e ruins vão passar e escorrer pelos meu dedos sem eu me dar conta. Quando aprendi que nada é para sempre, assim como o girassol vai em direção ao sol, eu também devo ir de encontro a luz. Quando aprendi que nada é para sempre, parei de perder meu tempo com quem não me merece e passei a valorizar as pessoas que aos pouquinhos vão se tornando incríveis para o meu coração.

“Se vocês se calarem, as próprias pedras falarão” – (Lc.19.38-40)

A humanidade encontra-se dividida em dois grandes grupos: os que sabem e os que ignoram, ou seja, os que ja entenderam e os que estao cegos.

O ano passado passou tão apressado
Eu sei que foi um corre-corre-corre danado
O ano inteiro eu passei sem dinheiro
Eu sei que foi um tal de segurar essa peteca no ar
Como se fosse empinar papagaio

Nem sempre tem vento
Mas sempre tem jeito pra dar
Quando se trata de vida ou de morte
E se não me engano
No próximo ano
Vai vir aquela dose de cicuta que eu vou ter que engolir
Como se fosse um suco de fruta
Como se fosse eu a grande maluca

Corre-corre-corre

Ela tinha uma gaveta grande onde costumava guardar os seus sonhos.
Vez ou outra, ela os tirava de lá e, delicadamente, os espanava e os colocava sob o sol.
Alguns, retornavam para a gaveta.
Outros, ela vestia e saía desfilando por aí.
Ela ficava linda vestida de sonhos...

Se bobear, a gente perde oportunidade de dar abraço gostoso. De ficar juntinho saboreando silêncio. De andar de mãos dadas. De inventar surpresas. De dizer o amor que sente. Perde oportunidade de expressar gratidão pela existência preciosa do outro. De encher aquela vida de beijinhos. De dar sorriso bacana. De praticar gentilezas. De aproveitar o tempo de proximidade com fala e escuta amorosas.

Perde por distração. Por pressa. Por esquecimento. Porque vive como se quem a gente ama ficasse com a gente para sempre. Perde, mas não deve.

"Nossa felicidade é diretamente proporcional à inveja dos outros."

Quando você convive com uma condição de saúde mental como a ansiedade, isso pode se tornar o seu novo estado "frequente". Tanto é que as pessoas talvez nem percebam que algumas das coisas que você faz rotineiramente se devem, sobretudo, à sua ansiedade.

Talvez você magoe outras pessoas, sem querer, por evitar situações sociais que lhe provocam ansiedade. Talvez, para acalmar sua ansiedade interna, você roa as unhas ou arranque o esmalte delas. Ou então você se irrita e grita com outras pessoas, e aquilo que parece ser raiva é na realidade sua ansiedade se manifestando.

Seja qual for sua situação, a ansiedade frequentemente se "esconde", e é importante saber quais sinais procurar. Pedimos aos membros de nossa comunidade Mighty que compartilhassem uma coisa que as outras pessoas não percebem que elas fazem pelo fato de a ansiedade ser seu estado "normal".

Eis o que nossa comunidade compartilhou conosco:

1. "Fico sentada em grupos, ouço e observo tudo e todos, mas mantenho silêncio e raramente contribuo alguma coisa para a discussão. Algumas pessoas acham que isso é ser mal-educada, esnobe ou antissocial. Mas é apenas ansiedade, nada mais." — Allison M.

2. "Massageio minhas têmporas. Muitas pessoas pensam que é um hábito ou é porque eu esteja com dor de cabeça, mas na verdade isso é algo que faço quando meus pensamentos começam a se descontrolar e sinto um ataque de pânico chegando." — Chase C.

3. "Um dos meus maiores problemas sociais provocados pela ansiedade é não fazer contato olho a olho com os outros. As pessoas pensam que estou sendo grosseira ou não estou prestando atenção a elas, mas na verdade é uma manifestação da minha ansiedade. Não consigo ouvir enquanto estou olhando outra pessoa nos olhos – fico ansiosa demais para saber o que elas veem quando olham para mim." — Kristy H.

4. "Começo a agir como chata. As pessoas me dizem muitas vezes que eu intimido os outros, apesar de não ser essa minha intenção. É só um olhar que eu dou. Não quero parecer fria ou ríspida, só não quero ter um milhão de pensamentos correndo pela minha cabeça ao mesmo tempo, sem saber como acalmá-los." — Jessica H.

5. "Fico mexendo nos meus lábios, arrancando a pelinha superficial deles. Faço isso sempre que estou ansiosa, mesmo que apenas de leve. Às vezes só meu dou conta quanto meus lábios começam a sangrar." — Rebekah B.

6. "Fico sacudindo minha perna. Parece que isso deixa todo o mundo irritado. As pessoas pedem para eu parar, mas não entendem que eu literalmente não consigo me controlar. É por causa de minha ansiedade." — Madison B.

7. "Eu uso muitas camadas de roupa, independentemente da época do ano, porque a ansiedade me leva a ou transpirar ou sentir calafrios todos os dias. No verão, meus colegas de trabalho acham que sou 'maluca' porque fico de moletom, mas sinto que tenho literalmente zero controle sobre a temperatura do meu corpo." — Melissa P.

8. "Eu fico alheia a todo mundo. Meus colegas de trabalho, especialmente, me perguntam se está tudo bem comigo. Sempre respondo, 'tudo bem, só estou cansada'. Mas na realidade, quando as coisas ficam demais para mim, eu tendo a simplesmente mergulhar em mim mesma e me isolar dos outros." — Breanna H.

9. "Ficar falando sem parar! Quando estou em um lugar público e estou ansiosa, fico falando, falando, falando incessantemente. Meus pais sempre diziam que eu era espevitada. Mas na realidade sou uma pessoa gentil, só que por dentro estou super ansiosa." — Reba E.

10. "Não consigo parar de fazer o que estou fazendo. Se eu estiver trabalhando em cima de uma coisa, não consigo interromper e voltar para continuar mais tarde. Tenho que chegar a um ponto apropriado para parar ou terminar a coisa completamente. Só assim vou conseguir começar a fazer outra coisa." — Maggie B.

11. "Eu prendo a respiração quando estou em lugares com muitas pessoas. Já fui flagrada fazendo isso por muitas pessoas, incluindo minha mãe, que age como se eu fosse 'maluca'. Mas é a única maneira de evitar um ataque de pânico." — Shannon M.

12. "Quando estou em grupos grandes ou reuniões, fico ao telefone o tempo todo. Mandando mensagens aos meus amigos para dizer o quanto estou ansiosa." — Laci L.

13. "É só alguém me fazer uma pergunta que eu me coloco na defensiva." — Harley A.

14. "Outro dia meu chefe chamou minha atenção por reagir mal quando falam comigo. Fico super ansiosa e obsessiva com projetos em que estou trabalhando. Quando outras pessoas vêm me perguntar alguma coisa no meio de uma tarefa, isso me atrapalha completamente." — Brianna D.

15. "Acordo com enjoo todo dia ou fico enjoada sempre que saio de casa. Hoje em dia, sentir enjoo é normal para mim." — Christina P.

16. "Não posso ficar longe do meu protetor labial Burt's Bees. O perfume dele e o ato de aplicar o protetor me acalmam, e o tubinho é perfeito para ficar mexendo com ele para extravar minha energia ansiosa." — Sarah S.

É melhor ter distâncias honestas que aproximações hipócritas.

*Não se esqueça, todos os dias, de olhar em 6 direções :*
*Para frente* - Para saber onde você está indo e planejar com antecedência.
*Para trás* - Para lembrar de onde você veio e evitar os erros do passado.
*Para baixo* - Para se certificar de que você não está pisando em outras pessoas e causando sua ruína ao longo do caminho.
*Para os lados* - Para ver quem está lá para apoiá-lo, e ver quem precisa do seu apoio.
*Para cima* - Para se lembrar que Deus está no controle e que cuida de tudo e todos.
*Para dentro* - Para você lembrar do quanto precisa se melhorar!

Estejam atentos à S.D.A.D.A. ou Síndrome de Desordem da Atenção Deficitária por Amarelão (na certidão de nascimento).

Informação importante para todas as pessoas que já passaram dos 40. E quem não passou, não ria e tenha esperança, pois um dia vai chegar lá!

Para quem já passou dos 40 ou está com os mesmos sintomas, acabaram de descobrir o diagnóstico desta síndrome.

Explicando melhor:


Outro dia decidi lavar o carro: peguei nas chaves e fui em direção à garagem, quando notei que tinha correspondência em cima da mesa.
OK, vou lavar o carro, mas antes vou dar uma olhadinha, pois pode ter alguma coisa urgente.
Ponho as chaves do carro na escrivaninha e, olhando o correio vejo contas para pagar e muita propaganda inútil, pelo que decido jogá-la fora, mas o cesto de lixo está cheio.
Então lá vou eu esvaziá-lo. Coloco as contas na escrivaninha, mas lembro que há um banco eletrônico perto de casa e vou primeiro pagar as contas.
Coloco o cesto de lixo no chão, pego as contas e vou em direção à porta.
Onde está o cartão do banco? No bolso do casaco que vesti ontem.
Ao passar pela mesa de jantar, olho para uma cerveja que estava bebendo.
Vou buscar o cartão, mas antes vou guardar a cerveja na geladeira.
Vou em direção à cozinha quando noto que a planta no vaso parece murcha, é melhor pôr água antes.
Coloco a cerveja na mesa da cozinha, quando... Ah! Achei os meus óculos! Estava procurando há horas! É melhor guardá-los já!
Pego num jarro, encho-o de água e vou em direção ao vaso.
Deixaram o controle remoto da televisão aqui em cima! À noite quando quisermos ligar a TV, ninguém vai se lembrar de procurar na cozinha. É melhor levá-lo já para a sala. Mas...
Ponho os óculos sobre a mesa e pego no controle remoto.
Coloco a água na planta, mas caiu um pouco no chão. Deixo o controle remoto no sofá e vou buscar um pano.
Vou andando pelo corredor e penso que precisava trocar a moldura deste quadro.
Estou andando e já não sei o que é que ia fazer!!!
Ah! Os óculos... Depois! Primeiro o pano. Pego nele.
Vou em direção ao vaso, mas vejo o cesto do lixo cheio.
Final do dia: o carro continua por lavar, as contas não foram pagas, a cerveja lá está, quentinha, a planta levou só metade da água, não sei do cartão do banco, nem onde estão as chaves do carro!
Quando tento entender porque é que não fiz nada hoje, fico atônito, pois estive ocupado o dia inteiro!
Percebo que isto é uma coisa muito séria e que tenho que ir ao médico, mas antes, acho que vou ver o resto do correio...

Enviem por e-mail esta mensagem para todos os conhecidos, pois eu não me lembro para quem eu já mostrei!

Mas não mande para mim, pois provavelmente vou mostrá-la de novo a você.

Ah! Eu escrevi isto com letras grandes, porque não sei onde estão meus óculos!

Dona moça

Menina-moça, tentaram me fazer acreditar que o amor não existe e que sonhos estão fora de moda. Cavaram um buraco bem fundo e tentaram enterrar todos os meus desejos, um a um, como fizeram com os deles. Mas como menina-teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. Em construir castelos sem pensar nos ventos. Em buscar verdades enquanto elas tentam fugir de mim. A manter meu buquê de sorrisos no rosto, sem perder a vontade de antes. Porque aprendi com a Dona Chica, que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. Dá sempre pra tirar um coelho da cartola. E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burras, tentar acertar os passos. Sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o voo. Eu sei que vou. Insisto na caminhada. O que não dá é pra ficar parado.

Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim. O destino da felicidade, me foi traçado no berço. Disse um certo pai Ogum.

Canção na plenitude

Não tenho mais os olhos de menina
nem corpo adolescente, e a pele
translúcida há muito se manchou.
Há rugas onde havia sedas, sou uma estrutura
agrandada pelos anos e o peso dos fardos
bons ou ruins.
(Carreguei muitos com gosto e alguns com rebeldia.)

O que te posso dar é mais que tudo
o que perdi: dou-te os meus ganhos.
A maturidade que consegue rir
quando em outros tempos choraria,
busca te agradar
quando antigamente quereria
apenas ser amada.
Posso dar-te muito mais do que beleza
e juventude agora: esses dourados anos
me ensinaram a amar melhor, com mais paciência
e não menos ardor, a entender-te
se precisas, a aguardar-te quando vais,
a dar-te regaço de amante e colo de amiga,
e sobretudo força — que vem do aprendizado.
Isso posso te dar: um mar antigo e confiável
cujas marés — mesmo se fogem — retornam,
cujas correntes ocultas não levam destroços
mas o sonho interminável das sereias.

Do livro "Secreta Mirada", Editora Mandarim - São Paulo, 1997, pág. 151.

A bailarina

Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
Não conhece nem dó nem ré
mas sabe ficar na ponta do pé.

Não conhece nem mi nem fá
Mas inclina o corpo para cá e para lá

Não conhece nem lá nem si,
mas fecha os olhos e sorri.

Roda, roda, roda, com os bracinhos no ar
e não fica tonta nem sai do lugar.

Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu.

Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.

Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como as outras crianças.

Eu só mudo aquilo que está em mim, nunca posso mudar aquilo que está no outro. É necessário entender isso para evitar o desgaste emocional tentando condicionar o outro às nossas conveniências pessoais. Podemos sim tentar abrir caminhos para a nossa evolução e para a evolução do outro, mas sem transformar isso em uma obsessão ou desejo egoísta de mudança alheia. Saúde mental é compreender onde e como podemos agir, filtrando o necessário e deixando de lado aquilo que nos desgasta.

Não é fácil chegar ao inferno. É questão de merecimento tanto quanto o paraíso.

Se o que você fez deu saudade então você fez a coisa certa.