Coleção pessoal de lubaffa

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Enquanto a população geral estiver passiva, apática e distraída pelo consumismo ou pelo ódio às minorias, então os que estão no poder podem fazer o que quiserem, e aqueles que sobreviverem estarão lá para contemplar o resultado.

Essa é a técnica padrão da privatização: Corte o dinheiro, certifique-se de que as coisas não funcionam, de que as pessoas fiquem zangadas, então entregue ao capital privado.

Um princípio básico do estado capitalista moderno, é que os custos e riscos são socializados ao máximo possível, enquanto o lucro é privatizado.

“Há muitos movimentos populares muito ativos, mas não se presta atenção neles porque as elites não querem que se aceite o fato de que a democracia pode funcionar. Isso é perigoso para elas. Pode ameaçar seu poder. O melhor é impor uma visão que diz a você que o Estado é seu inimigo e que você tem de fazer o que puder sozinho.”

A forma inteligente de manter as pessoas passivas e obedientes é limitar estritamente o espectro da opinião aceitável, mas permitir um debate intenso dentro daquele espectro.

Os hipócritas são aqueles que aplicam aos outros os padrões que se recusam a aceitar para si mesmos.

Um professor trouxe balões e deu um a cada aluno no salão. Ordenou que escrevessem seus nomes, deixou-os no chão e tirou os alunos. Depois disse-lhes: "Eles têm 5 minutos para encontrarem os balões com os seus próprios nomes". Os alunos entraram e enquanto cada um procurava o seu nome acabaram os 5 minutos. Ninguém conseguiu encontrar o seu.

Mais tarde disse-lhes: "Agora cada um pegue qualquer balão e entregue-o ao dono". Em um minuto todos os alunos tinham seus próprios balões!!

Disse o professor: " Os balões são a felicidade. Ninguém vai encontrá-la procurando a sua própria sem se importar com a de mais ninguém. Temos que dar aos outros para recebê-la!"

Aprenda a fazer o bem sem esperar nada em troca, porque outro vai te devolver em algum momento!

Deus sempre sopra algo bom em nossa direção, basta você sentir este toque, seja na alma ou no coração...

Te cuida

A gente sai de casa para ir numa festa ou para pegar a estrada, e antes que a porta atrás de nós se feche, ouvimos a voz deles, pai e mãe: te cuida. A recomendação sai no automático: tchau, te cuida. Um lembrete amoroso: te cuida, meu filho. A vida anda violenta, mas a gente não dá a mínima para este "te cuida" que a gente ouve desde o primeiro passeio do colégio, desde o primeiro banho de piscina na casa de amigos, desde a primeira vez que saímos a pé sozinhos. Pai e mãe são os reis do "te cuida", e a gente mal registra, tão acostumados estamos com estes que não fazem outra coisa a não ser querer nosso bem e nos amar para todo sempre, amém.

No entanto, lembro da primeira vez em que estava apaixonada, me despedindo dentro do carro, entre beijos mais do que bons, com aquele que devia ser um moleque mas para mim era um homem, e um homem estranho, uma vez que não era pai, irmão, primo, amigo ou colega. Depois do último beijo, abri a porta do carro e, antes de sair, ouvi ele dizer com uma voz grave e sedutora: te cuida.

Me cuidarei, pode deixar. Me cuidarei para estar inteira amanhã de novo, para te ver de novo, te beijar de novo. Me cuidarei para me tocares com suavidade, para nunca encontrares um arranhão sobre a minha pele. E cuidarei do meu humor, dos meus cabelos, cuidarei para não perder a hora, cuidarei para não me apaixonar por outro, cuidarei para não te esquecer, vou me cuidar.

Me cuidarei ao atravessar a rua, me cuidarei para não pegar um resfriado, me cuidarei para não ficar doente. Me cuidarei, meu amor, enquanto estiver longe dos teus olhos, nos momentos em que você não pode cuidar de mim.

Fica a meu encargo voltar pra você do mesmo jeito que você me viu hoje. É de minha responsabilidade não ficar triste, não deixar ninguém me magoar, não deixar que nada de ruim me aconteça porque você me ama e não agüentaria. Claro que me cuido, nem precisava pedir.

Te cuida, dissera ele. E eu ouvi como se fosse um te amo.

Meses depois, terminado o namoro sem beijos de despedida, saio do carro trancando o choro, ainda que o rompimento tenha sido resolvido de comum acordo. Abro a porta e já estou com uma perna pra fora quando ouço, sem nenhuma aflição por mim, apenas consciência de que não teríamos mais notícias um do outro: te cuida. Me cuidei. Só chorei quando já estava dentro do elevador.

As más línguas falam mal, as boas causam orgasmos!

METADE

Eu hoje sou metade do que já fui.
Mas se a metade é hoje o que sou,
Eu deveria voltar a ser um inteiro?

Afinal, se um inteiro é feito de duas metades,
Não estaria o inteiro inteiro dentro de mim?

É o fim.

Hoje eu só sou a metade, da metade, do que um dia foi um inteiro.

"Não faça do 8 de março uma data sobre sobre as mulheres da 'sua vida'. Sua mãe, sua esposa, sua filha. A data não é sobre você".

Os sonhos não determinam o lugar em que você vai estar, mas produzem a força necessária para tirá-lo do lugar em que está.

Eu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores.

Da perfeição da vida

Por que prender a vida em conceitos e normas?
O belo e o Feio... O Bom e o Mau... Dor e Prazer...
Tudo, afinal, são formas
E não degraus do ser!

Às vezes, a única coisa verdadeira num jornal é a data.

As palavras verdadeiras não são agradáveis e as agradáveis não são verdadeiras.

As verdades diferentes na aparência são como inúmeras folhas que parecem diferentes e estão na mesma árvore.

O ERRO DO OUTRO

Não se importe com a hipocrisia, os fingimentos, as farsas, a arrogância e os erros de outras pessoas.

Sempre vejo algumas pessoas reclamando dos erros de outros em grupos espirituais, centros, templos, em suas famílias, na escola na empresa, etc. Reclamam que as pessoas falam uma coisa e fazem outra; que as pessoas são dissimuladas e não dizem o que pensam; que nos sorriem de manhã e puxam nosso tapete a tarde; que falam mal dos outros pelas costas; que criam intrigas e confusões por coisas pequenas. Mas ninguém deve ficar se preocupando com o que o outro faz ou deixa de fazer de errado. Em nossa passagem pela Terra, a única coisa que realmente importa é o que nós mesmos fazemos.

Que pode nos importar o que o outro faz de bom ou mau? Se uma pessoa faz o mal, ela sofrerá as consequências do mal que esteja praticando. Isso fará parte do patrimônio espiritual dessa pessoa, será a sua colheita mais cedo ou mais tarde. Por isso, ninguém deve ficar nervoso, revoltado, incomodado ou querendo “dizer umas verdades” ao outro. Se fizermos isso, o erro passa a ser nosso também e não apenas do outro. Faculte a cada pessoa o direito que ela tem de errar e aprender sozinha com seus erros. Como diz Chico Xavier “Aos outros dou o direito de ser como são; a mim dou o dever de ser cada dia melhor”.

Quando tentamos apontar os erros de alguém e o outro não quer ouvir, ele poderá se voltar contra nós, além da possibilidade de se criar conflitos e confusões desnecessárias. Vamos permitir que o outro seja o que ele quer ser; que ele possa seguir o caminho que escolheu; que ele possa viver as experiências que determinou para si, mesmo que isso seja errado, seja hipocrisia e mesmo que isso nos afete de alguma forma. O choque de retorno ocorrerá na hora certa e fará essa pessoa aprender com os erros do passado.

Portanto, deixe o outro errar o quanto quiser e não se irrite com as faltas alheias. O que tem valor nessa vida é o que fazemos diante da humanidade e diante de Deus. Deus conhece nossa vida, nossos atos e conhece profundamente nosso irmão em erro. Se o outro quer insistir em suas incorreções e enganos, quem somos nós para corrigi-lo? Isso é um problema dele, é a escolha que sua alma fez e que o conduzirá a um caminho tortuoso, que ele viverá ou talvez já viva essa tortura em sua consciência. Além disso, sempre há a possibilidade de olharmos mais para os erros dos outros a fim de não enxergar os nossos próprios erros.

Dessa forma, não permita que as faltas do outro afetem seu trabalho na grande jornada humana. Como diz Madre Tereza de Calcutá “No fim das contas, tudo é entre você e Deus e não entre você e os outros”. Cumpra as tarefas que lhe cabem sem olhar para o lado, pois no final das contas, o que interessa é o que nós plantamos… E nada nos acrescenta ficar observando a colheita de nosso irmão.