Coleção pessoal de LeoPoeta
Hoje sinto sua falta, e sei o quanto deixastes de existir e a falta que fizestes,
amanha lembrarei de ti, e não mais me importara tua existência,
Um dia sentiras minha falta, e ai saberás que eu já não mais existo,
amanhã lembrarás de mim, e talvez saberás o que fizestes e como poderias está.
Já construí grandes monumentos encima de pessoas e tive que pular de cima destes, acho que o melhor mesmo é construir caminhos até pessoas, pelo menos da pra voltar sem ter que pular.
Carrego dentro do peito um coração apaixonado, que parece não ter jeito, que não seja do seu lado. Eu estou resistindo e a saudade me empurrando, seu sorriso me pedindo e seus beijos me chamando, nosso amor aparecendo e a gente junto querendo dizer que já ta amando.
(Léo Poeta) Direitos reservados
Meu coração vagabundo, de tanto amor se perdeu,
vivia correndo o mundo, perdido como um ateu,
amava por quantidade, dividiu sem piedade
tudo que ele prometeu.
Depois se viu atraído, numa armadilha cruel
um laço bem amarrado, e se sentindo no céu,
foi cúmplice da inqueremcia, quase perdeu inocência
por ter vivido revel.
Amei tanto que quando te perdi, quase me perdi.
Amei tanto que quando me vi sem ti, quase desisti.
Amei tanto que mesmo sabendo ser impossível, não consegui odiar ou mesmo admitir.
Amei tanto que só pude mensurar quando não podia mais amar e sonhar.
Amei tanto que depois de perder descobri que era um castigo.
Amei tanto que as vezes pensei não ser comigo.
Amei tanto que mesmo na certeza da incompatibilidade tornei-me fraco, mas não pra volta, apenas pra superar.
Amei tanto que tive que abrir a porta pra outro alguém entrar.
Amei tanto que só eu pude sentir e sonhar.
Amei tanto que meu pecado foi apenas amar.
meu destino me levou a ti e me fez ficar,
e quando eu voltei não pude mais voltar.
Eu tive um sonho, eu realizei esse sonho, mas depois descobri que foi só um sonho. Eu tive um amor, e amei esse amor, e depois descobri que eu amava quase só. Eu quando sonhei e amei era eu me iludindo, eu quando me iludi e deixei-me cegar, era eu amando, eu que um dia pensei ser eterno, eternizei em mim a certeza de que apenas sonhei, de que apenas me iludi e deixei-me seguir por medo da desconstrução. Eu quando seguia era eu tentando esconder-me da realidade, eu desistindo, era apenas eu tentando te destruir dentro de minha mente, de meu sonho, meu desejo, de meu carinho, de teus beijos, de teu cheiro e abrindo mão de uma parte de mim que parecia ser tudo, porém esta certeza só tive quando verdadeiramente desisti. Eu desisti, mas antes lutei, mas desisti, não por deixar de amar-te, foi por não suportar mais a falta de querência no trato de nossa maior incompatibilidade.
A religiosidade só é comandada quando é obedecida sem tendências interrogatórias ou ponto de vista com capacidade e independência.
Porque devemos deixar que a imagem a cerca de nós seja uma extensão do que somos? Pois não precisamos ser uma extensão do que parecemos ser.
Tenho orgulho de dizer que conheço certas pessoas, porém há outras que só em lembrar da existência me dá vontade de abdicar da condição humana.
Deus talvez até tenha um plano para mim, pelo qual eu devo agradecer, mas enquanto eu tiver respirando e pensando certamente será Deu dizendo," vai rapaiz!!!"
Assim como as flores e a vegetação renasce das cinzas, eu renasci, vida nova, emprego novo e amor novo.
A certeza que se tem de que o mundo anda normal é apenas uma confusão na maneira de interpretar as pessoas.
Diga o que você quiser, não fará mais diferença. Já fez mas deixou de fazer mesmo que isso custe um alto preço
