Coleção pessoal de lavinialins
"Ledo engano, pensarmos que, por mais independentes que sejamos, de ninguém mais precisamos. Bastar-se não é excluir os demais. Significa, apenas, alimentar-se de boas doses de amor-próprio. Ah, e que doce amor... E bem por isto, por amor a nós mesmos, necessitamos de um ninho, de um aconchego de um colo... que mal faz confessar? Que mal faz sentir? E como é bom desfrutar da essência do belo, do infinito, do amor... Este amor, do outro por nós, nosso pelo outro, tem também a sua mágica. É a cereja do bolo. É o sol num céu azul. Não se reprima. Deixe vir. Fluir. Deixe que o encanto lhe encante. E cante... E viva!".
"Se não está disposto a crer nas minhas verdades, continue se preenchendo com o vazio das suas mentiras".
"Eu sei... às vezes, fica difícil manter a força, a crença, o estímulo. São tantas as provas desta vida, não? Mas, perceba o que lhe cerca... olhe a sua história. Reconheça que, mesmo pequenas, algumas vitórias já chegaram. E como é bom o sabor de ver alcançado o nosso intento, principalmente quando perseguido com esforço e dedicação. Não tenha medo. Há muito mais por vir. O doces sabores que a vida tem pra lhe ofertar são infinitos. Enxugue o suor, as lágrimas, continue a traçar seu caminho, agradecendo a Deus, todos os dias, pela oportunidade de fazê-lo. Entregue e confie. Os vitoriosos são aqueles que não desistem de tentar!".
"Não é questão de 'mais amor, por favor'. Trata-se de amar direito, de verdade, como tem de ser... e, claro, sem ser em troca de qualquer favor...".
"Melhor que o efeito do tempo num dia após o outro, só o efeito da entrega da sua vida à vontade de Deus".
Não se colhem maçãs usando sementes de uvas, certo? Não é diferente com as nossas atitudes. Podemos falar em amor, em caridade, em luz, mas se não somos amor, se não somos caridosos, não somos luz, seremos exatamente isto que "não somos". As palavras podem até distrair, mas são as atitudes que definem: quem somos e o que merecemos colher. Outrora escrevi: "quem sabe o que planta, não teme a colheita".
A gente vai vivendo, sem se dar conta do destino que as coisas vão tomando. Amar, de graça, não é um problema, mas desde que aquele que recebe seu amor saiba reconhecer o que chega, saiba dar de volta, a fim de que este alimento não cesse. Chega um momento em que é preciso refletir se o que vivemos corresponde àquilo que, não só desejamos viver, mas, que merecemos. Ouvi, certa vez, que a gente tem o relacionamento que merece, mas vou além: a gente deve manter por perto só quem realmente nos merece. Não falo do amor fraterno - este, é mesmo gratuito, desinteressado, mas sempre motivador. Por si só, recarrega o nosso "tanque"; é amor-combustível. O amor tratado aqui, ah!... é aquele que faz a gente chorar (por bons motivos); é aquele que faz a gente correr (ao encontro do abraço do outro); e, finalmente, é aquele que nos motiva a permanecer, a ficar - não por teimosia ou insistência, mas, simplesmente, por fazer bem... muito bem (como deve ser!)
